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Donald Trump acusado de agredir modelo que conheceu através de Jeffrey Epstein
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É claro que a lei federal hoje ainda exige que todos os estados ofereçam votação por correspondência aos eleitores militares e estrangeiros para candidatos a cargos federais nas eleições primárias e gerais dos EUA. Alguns estados permitem que cidadãos estrangeiros votem em candidatos para cargos estaduais e locais, bem como em referendos estaduais e locais.
Votação por correspondência (votação ausente, cédulas por correio ou voto por correio) foi introduzido durante a Guerra Civil para permitir que os soldados longe das suas casas exercessem o seu direito de voto.
Cerca de 2,9 milhões de eleitores americanos vivem no exterior. No entanto, votam pouco: a sua taxa de participação era de 7,8% em 2020, segundo o Programa Federal de Assistência ao Voto.
Os eleitores votam em seu estado de origem. E este ano, o voto dos expatriados americanos poderá ser crucial nos próximos sete anosestados de asa. De acordo com estimativas do Comité Nacional Democrata (DNC), cerca de 1,6 milhões de expatriados podem votar no Arizona, Geórgia, Michigan, Nevada, Carolina do Norte, Pensilvânia, Wisconsin.
Estes americanos no estrangeiro prefeririam ser favoráveis ao campo democrata. Entre aqueles que usaram a plataforma durante as eleições presidenciais de 2020 « Votar do exterior » (voto do exterior), uma ferramenta apartidária ligada ao DNC, três quartos disseram que eram democratas.
Pela primeira vez para uma eleição presidencial, o DNC concedeu financiamento – cerca de 300.000 dólares – a Democratas no estrangeiro, a fim de ajudar no processo de registo de expatriados nas listas eleitorais e para incentivar o envio de votos. Também foram feitos anúncios nas redes sociais para incentivar os americanos no exterior a votar.
Donald Trump também quer convencer os expatriados. Ele prometeu acabar com a dupla tributação dos americanos no exterior, que são obrigados a preencher um formulário de imposto de renda independentemente de onde morem. Nenhum detalhe foi fornecido por sua equipe de campanha sobre a implementação de tal medida. Se os cidadãos americanos que vivem no estrangeiro não têm de pagar imposto sobre o rendimento quando ganham menos de 126.500 dólares, e se podem beneficiar de certos créditos fiscais específicos, isto é muitas vezes uma dor de cabeça burocrática quase sem equivalente para os expatriados.
Antes das eleições, o Comité Nacional Republicano (RNC), estreitamente ligado à campanha de Trump, já iniciou processos judiciais visando eleitores no estrangeiro, incluindo os da Pensilvânia. Se tiverem sucesso, o número de expatriados americanos autorizados a votar poderá ser reduzido. Esta medida dos republicanos levou seis democratas eleitos na Câmara dos Representantes dos EUA a enviarem uma carta ao secretário da Defesa para verificar se o procedimento legal teria consequências sobre os direitos constitucionais dos militares. Eles acusaram os republicanos de quererem “semeando discórdia e desinformação”. Duas queixas apresentadas no Michigan e na Carolina do Norte por representantes republicanos com o objetivo de impedir que certos expatriados votassem nestes estados foram rejeitadas pelos juízes na segunda-feira.
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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre
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10 de setembro de 2026Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.
A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.
Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.
Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.
A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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