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Donald Trump se junta a Elon Musk para lançamento do foguete SpaceX Starship | Donald Trump

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Richard Luscombe

Donald Trump juntou-se a Elon Musk no Texas na terça-feira para assistir a um teste de lançamento bem-sucedido do foguete Starship da SpaceX, uma demonstração da proximidade sem precedentes entre o homem mais rico do mundo e o recém-eleito presidente dos Estados Unidos.

Trump tuitou antes do lançamento: “Estou indo para o Grande Estado do Texas para assistir ao lançamento do maior objeto já elevado, não apenas para Espaçomas simplesmente levantando do chão. Boa sorte para @ElonMusk e aos Grandes Patriotas envolvidos neste projeto incrível!”

Almíscar, o EspaçoX fundador e executivo-chefe, disse que estava “honrado” por ter Trump presente no lançamento. O senador do Texas Ted Cruz também compareceu.

Após a decolagem do foguete, ele lançou seu primeiro estágio de reforço de volta à Terra. A SpaceX dispensou o retorno do booster ao local de lançamento, como foi feito após um lançamento no mês passado em uma recaptura dramática e optou, em vez disso, por uma queda violenta no Golfo do México.

Nenhuma razão foi dada imediatamente para o revés do reforço, mas o estágio superior da Starship atingiu o objetivo principal da missão de um longo voo suborbital para avaliar atualizações de hardware e software de voos anteriores deste ano. O vídeo da aterrissagem mostrou-o explodindo em uma bola de fogo ao atingir a água. A SpaceX recuperará o estágio para avaliação, mas independentemente do que descobrir, não considerará sua incapacidade de capturar o booster como uma falha.

O estágio superior caiu no Oceano Índico 1h5min após a decolagem às 16h CT e pareceu se dividir em duas metades. Esperava-se que os segmentos afundassem e não serão recuperados.

Enquanto isso, Trump terá em breve a tarefa de tomar decisões altamente importantes sobre o futuro dos voos espaciais dos EUA. A SpaceX já beneficia de milhares de milhões de dólares em contratos governamentais dos EUA e está preparada para garantir mais. Os foguetes Falcon e as cápsulas Dragon da empresa fornecem a única nave com tripulação da Nasa para voos para a estação espacial internacional, e o sistema de pouso Starship foi escolhido para levar humanos de volta à Lua, uma missão atualmente programada para 2026.

Com Musk quase inseparável de Trump desde a eleição, batizando-se de “Primeiro Amigo” e supostamente desfrutando de uma influência descomunal na definição do segundo mandato do republicano, sua aparição conjunta no complexo Starbase da SpaceX em Boca Chica para o lançamento do sexto vôo de teste da Starship foi mais do que apenas uma torcida mútua.

Trump ainda não decidiu quem quer que seja o próximo administrador da Nasa, à medida que a agência se aproxima de um momento crucial na sua história, e com Musk insistindo que pode levar humanos a Marte dentro de quatro anoso apoio governamental, e mais especificamente dólares, será crucial. Além disso, com a crescente especulação de que a Nasa está considerando abandonando seu próprio programa de foguetes do Sistema de Lançamento Espacial sob a administração Trump, e contando mais com o setor privado para o seu regresso à superfície lunar e futuras missões a Marte, Musk poderá emergir com uma mão ainda mais forte.

“O fundador da empresa espacial mais inovadora deste século, Elon Musk, conseguiu com sucesso usou sua fortuna, tempo e energia para ajudar a eleger Donald Trump para presidente dos Estados Unidos”, disse Eric Berger, editor sênior de espaço da Ars Technica. escrevi este mês. “É perfeitamente possível que o presidente-executivo da SpaceX seja o conselheiro mais importante do país em política espacial, danem-se os conflitos.”

Enquanto isso, Trump não escondeu seu desejo de que os humanos alcancem a meta altamente ambiciosa de chegar a Marte durante seu segundo mandato, e ele está supostamente ansioso para ver por si mesmo o progresso feito naquele que é o foguete mais poderoso do mundo quando totalmente configurado. O lançamento de terça-feira foi o sexto vôo experimental da Starship, seguindo de perto seu primeiro teste totalmente bem-sucedido em junhoquando atingiu quase 210 quilômetros de altitude e orbitou a Terra antes de cair intacto no oceano Índico.

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Um quinto voo no mês passado proporcionou o espetáculo do captura do foguete propulsor reciclável de primeiro estágio da Starship no local de lançamento do Texas em um par de pinças gigantes conhecidas como pauzinhos.

A SpaceX não conseguiu repetir a captura na terça-feira durante o vôo 6, anunciando em um tweet que estava enviando o propulsor para uma queda de água no Golfo do México.

Uma bola de fogo era visível quando pousou, mas imagens de vídeo posteriores mostraram o propulsor, ou pelo menos um remanescente substancial dele, balançando na superfície. O espírito da empresa é incorporar protótipos descartáveis ​​em um caminho para o progresso e a descoberta de longo prazo. As mudanças em relação ao voo anterior incluíram a remoção de mais de 2.000 placas de proteção térmica no nariz da espaçonave e em outros lugares para avaliar as capacidades de simplificação revisadas. Além do experimento com escudo térmico, a SpaceX enviou um comando bem-sucedido para a Starship reacender um de seus motores Raptor no espaço pela primeira vez.

A SpaceX pretende lançar futuras missões de teste da Starship quase mensalmente, inclusive do Cabo Canaveral, na Flórida, possivelmente a partir do próximo ano. Com cerca de 16 milhões de libras de empuxo e capacidade de levantar até 165 toneladas da superfície da Terra, a Starship é quase duas vezes mais poderosa que os foguetes Saturn V que enviaram 12 astronautas à Lua entre 1969 e 1972.



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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