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Dua Lipa at London’s Royal Albert Hall: Concert Review

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As Dua Lipa stood onstage at London’s 150-year-old Royal Albert Hall, she contemplated some of the illustrious names to tread these hallowed boards before her.

“There have been so many notable figures on this stage, like Winston Churchill, Charles de Gaulle, Einstein,” she said, tongue firmly in cheek. “I’m 99% sure that they didn’t have their dancers with them either…”

This was not really a backing dancers kind of evening, at least at first. Instead, Lipa promised a concert “unlike any other we’ve ever done” to fit the prestigious surroundings. And this special show certainly presented the perfect opportunity for Lipa to display her own brand of Churchillian defiance.

Her hotly anticipated latest album, “Radical Optimism,” was rather lukewarmly received upon arrival, especially compared with the rapturous response to 2020’s “Future Nostalgia.” And with a world tour themed around the new album stretching all the way towards the end of next year, industry rumors suggest that top collaborators are being brought in to add some extra magic to a deluxe edition.

However, on the live front, things could hardly be going better. Lipa has two sold-out shows lined up at London’s cavernous Wembley Stadium next summer, stepping up decisively from the “Future Nostalgia” era’s arena shows, while this show at the comparatively intimate 5,500-capacity Royal Albert Hall featured an orchestra and a surprise appearance from Elton John.

Still, if a vibe-shift is being sought, this hugely enjoyable one-off show — in advance of a month-long European tour next month — certainly does the job, if not perhaps in the way one might have expected. Far from moving on from “Radical Optimism”, Lipa leaned into it, with all 11 of its tracks making an appearance on the 19-song setlist, five of them being played live for the first time ever.

And, intriguingly, optimism wasn’t the only radical thing on display. This gig, recorded for future broadcast, may have skipped the bells-and-whistles production and mind-blowing choreography of the “Future Nostalgia” tour, but its dip into a more old-school Raye/Amy Winehouse-style revue represented a wholly different, and truly special, kind of fun.

Clad in a scarlet Jean Paul Gaultier gown and mantle, Lipa was augmented by a 53-piece orchestra, a 14-voice choir and a seven-strong band. She performed in the round, the unusual S-shaped stage allowing her to pass within inches of the lower-tier audience, most of whom had respected the “dress to impress” dress code but were unable to comply with the request to keep their camera phones in their pockets.

Certainly, several of the less heralded numbers from “Radical Optimism” benefitted hugely from the orchestral approach. “Maria”, a fairly standard Latin-tinged stomper on record, was transformed into a spaghetti western-style showstopper. “French Exit” upped its flamenco flavor into a fiery clap-along. And the wild reception for Lipa’s smoky piano rendition of “Anything for Love” suggested that it might yet become her first ballad to truly connect. Only a slightly strained “Falling Forever” didn’t quite pull it off.

Other songs emerged even more enhanced, like an initially slowed-down “Training Season” and a smouldering cover of Cleo Sol’s “Sunshine,” which sounded like lost James Bond themes, and hearing the White Town sample on “Love Again” recreated live by a full orchestra was a spine-tingling moment.

Of course, she won’t be taking this approach on the proper “Radical Optimism” tour proper, but the show and the encore were supremely confident reiterations of Dua Lipa’s elite credentials.

First, the choir parted ways to reveal “A man who needs no introduction!” — Sir Elton John, with whom she shared Variety‘s 2022 Hitmaker of the Year honors — looking positively sprightly after last year’s retirement from touring, perched on a bar stool to duet on a joyous version of their 2021 hit “Cold Heart,” as the crowd duly lost the few marbles it had retained to that point.

Lipa – now clad in a black, feathery Chanel number – then led a romp through “Be the One” (“The song that changed my life”) and announced that her backing dancers were here after all for the live premiere of “Dance the Night”.

The “Barbie” banger might not seem an obvious candidate for the classical treatment, but Lipa’s breakdown of the song — complete with musical flourishes from each section of the Heritage Orchestra — was genuinely thrilling.

It ended with a euphoric “Don’t Start Now”, all vivid string section stop-starts and gleeful grins between Lipa and her dancers. And, despite that “Future Nostalgia” nostalgia, the evening’s message that “Radical Optimism” still has plenty of road left to run, hit home.

SET LIST

End of an Era

Houdini

Levitating

Maria

French Exit

Sunshine (Cleo Sol cover)

Training Season

These Walls

Whatcha Doing

Love Again

Pretty Please

Illusion

Falling Forever

Anything for Love

Happy for You

Cold Heart (with Elton John)

Be the One

Dance the Night

Don’t Start Now

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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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