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Educação e Centro de Ensino Dom Bosco comemoram Dia da Síndrome de Down com caminhada no Horto

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Clícia Araújo

Promovendo a inclusão e a valorização da diversidade, a Secretaria de Estado de Educação e Cultura do Acre (SEE), por meio do Centro de Ensino Especial Dom Bosco, realizou uma caminhada no Horto Florestal, em Rio Branco, para celebrar nesta sexta-feira, 21 de março, o Dia Internacional da Síndrome de Down.

O evento reuniu estudantes de várias idades, professores, pais e outros atores da comunidade escolar. Intitulada Todo Mundo Cabe no Mundo – Movimento Meias Trocadas, a campanha transmite a ideia da aceitação da diversidade de forma lúdica, destacando que as diferenças tornam o mundo mais rico e colorido. A analogia entre os cromossomos e as meias trocadas reforça a singularidade de cada indivíduo.

Comunidade escolar participa de caminhada no Horto Florestal para celebrar Dia Internacional da Síndrome de Down e reforçar inclusão. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Ao longo da semana, a escola desenvolveu diversas atividades para sensibilizar os estudantes sobre a inclusão. A programação incluiu a confecção de cartazes, dinâmicas explicativas sobre o significado das meias trocadas e a relação com a síndrome de Down, resultante de uma alteração genética no cromossomo 21. Além disso, foi realizada uma campanha para arrecadação de meias, que foram distribuídas aos estudantes para o evento.

Movimento Meias Trocadas destaca, de forma lúdica, que as diferenças tornam o mundo mais colorido e especial, reforçando mensagem de aceitação e respeito. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Durante a caminhada, os participantes exibiram cartazes e usaram meias trocadas em apoio à causa. Outra atividade realizada foi Abrace um Amigo Down, na qual os participantes utilizaram tinta guache azul e amarela, cores da campanha, para marcar as mãos nos coletes brancos dos estudantes, simbolizando o afeto e a inclusão. As comemorações continuaram ao longo do dia na escola, com apresentações culturais, música e dança.

A coordenadora de ensino do Dom Bosco, Giselle Moraes, destacou a importância do evento na promoção da inclusão por meio do aprendizado lúdico. “A ideia é trazer a diversão, a brincadeira e a ludicidade como ferramentas para o conhecimento. As crianças podem e devem estar incluídas na sociedade. O Movimento Meias Trocadas acontece no Brasil e no mundo, reforçando essa mensagem de aceitação e respeito às diferenças”, afirmou.

Pais e familiares também marcaram presença na caminhada, mostrando que a inclusão começa no carinho e no respeito desde a infância. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Já a chefe do Departamento de Educação Especial da SEE, Hadhiane Peres, ressaltou os avanços na inclusão das pessoas com síndrome de Down em diferentes setores da sociedade. “Hoje é um dia para refletirmos sobre como ser diferente é normal. Temos uma sociedade diversa, e as pessoas com síndrome de Down fazem parte dela, conquistando espaço no mercado de trabalho, na escola e em suas vidas pessoais. Elas estão casando, criando suas famílias e exercendo sua autonomia. Mesmo com desafios, mostram que inclusão é possível e necessária”, destacou.




























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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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