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Eid Mubarak 2025: ouça saudações em diferentes idiomas | Notícias da religião

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Eid Mubarak 2025: ouça saudações em diferentes idiomas | Notícias da religião

Eid começa no domingo, 30 de março, na Arábia Saudita. Veja como desejar um Eid abençoado em diferentes idiomas.

Com o avistamento da lua nova na Arábia Saudita e nos países vizinhos, o primeiro dia do Eid será comemorado no domingo, 30 de março.

Outros países seguem seus próprios avistamentos da lua, e aqueles que começaram a jejuar em 2 de março anunciarão amanhã à noite se o Eid cairá na segunda -feira, 31 de março.

Eid al-Fitr, o “Festival de Breaking the Fast”, é comemorado no final do mês de jejum do Ramadã por muçulmanos em todo o mundo.

Existem cerca de 1,9 bilhão de muçulmanos em todo o mundo, aproximadamente 25 % da população mundial.

A Indonésia tem a população muçulmana mais alta do mundo, com cerca de 240 milhões de muçulmanos vivendo no país. O Paquistão é o segundo com cerca de 225 milhões de muçulmanos, seguidos pela Índia (211 milhões), Bangladesh (155 milhões) e Nigéria (111 milhões).

Tradicionalmente, o Eid é comemorado por três dias como férias oficiais em países de maioria muçulmana. No entanto, o número de dias de férias varia de acordo com o país.

Os muçulmanos começam as celebrações do Eid participando de um serviço de oração logo após o amanhecer, seguido de um curto sermão.

O dia é gasto visitando parentes e vizinhos, aceitando doces e estendendo os cumprimentos do Eid enquanto eles se movem de casa em casa.

A saudação mais popular é “Eid Mubarak” (abençoado Eid) ou “Eid Sa’id” (feliz Eid). As saudações do Eid também variam dependendo do país e do idioma.

O vídeo e os gráficos abaixo mostram saudações do Eid em 13 idiomas diferentes.

(Al Jazeera)
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(Al Jazeera)
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(Al Jazeera)
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(Al Jazeera)
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(Al Jazeera)
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(Al Jazeera)
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(Al Jazeera)
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(Al Jazeera)
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(Al Jazeera)
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(Al Jazeera)
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(Al Jazeera)
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(Al Jazeera)
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(Al Jazeera)



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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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Curso combate a incêndio florestal-2026 (2).jpeg

O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

Curso combate a incêndio florestal-2026 (3).jpeg

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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