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Eleição nos EUA: Estados têm empate entre Kamala e Trump – 24/10/2024 – Mundo

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Gabriel Barnabé

A corrida eleitoral dos Estados Unidos, entre a democrata Kamala Harris e o republicano Donald Trump, desenha um cenário acirrado que se espelha nas pesquisas de intenção de voto dos sete estados-pêndulo, aqueles que historicamente não deixam claro a que partido se inclinarão.

A 12 dias da eleição, prevista para 5 de novembro, Kamala e Trump aparecem empatados tecnicamente em pesquisas de todos os sete: Arizona, Carolina do Norte, Geórgia, Michigan, Nevada, Pensilvânia e Wisconsin.

Arizona

Na região sudoeste do país, o estado do Arizona foi historicamente republicano até a vitória de Joe Biden nas eleições de 2020, no primeiro triunfo democrata no estado desde 1996. Uma pesquisa realizada pelo Marist College, divulgada nesta quinta-feira (24), indica ligeira liderança de Trump contra Kamala, ainda empatados dentro da margem de erro.

  • Marist College: Trump (50%) e Kamala (49%)

Margem de erro: 3,7 pontos percentuais. 1.427 entrevistados, entre 17 e 22 de outubro.

Na corrida eleitoral passada, Biden foi eleito no estado com ajuda do eleitorado latino: 61% dos votos, ante 37% para Trump. Neste último levantamento, no entanto, o representante republicano abriu 7 pontos de vantagem contra Kamala; 53% dos entrevistados latinos afirmam votar em Trump e 46% na democrata.

  • Morning Consult: Kamala (49,1%) e Trump (48,8%)

Margem de erro: 3 pontos percentuais. 915 entrevistados, entre 16 e 20 de outubro.

Carolina do Norte

A Carolina do Norte tem historicamente oscilado entre os partidos que elege na corrida presidencial. Uma pesquisa realizada pelo Marist College, publicada nesta quinta-feira (24), indicou o candidato republicano dois pontos percentuais (50%) numericamente à frente de Kamala (48%). A margem de erro é de 3,6 pontos e, portanto, ambos estão tecnicamente empatados.

  • Marist College: Trump (50%) e Kamala (48%)

Margem de erro: 3,6 pontos percentuais. 1.513 entrevistados, entre 17 e 22 de outubro.

  • Emerson College: Trump (50%) e Kamala (48%)

Margem de erro: 3,1 pontos percentuais. 950 entrevistados, entre 16 e 22 de outubro.

  • Morning Consult: Trump (49,6%) e Kamala (48,5%)

Margem de erro: 4 pontos percentuais. 755 entrevistados, entre 16 e 20 de outubro.

Geórgia

O estado da Geórgia, no Sul dos EUA, é historicamente republicano. Na última corrida eleitoral, no entanto, Joe Biden foi o primeiro democrata a vencer desde 1992. Uma pesquisa realizada pelo Marist College e publicada nesta quinta-feira (24) mostrou um empate entre as intenções de voto de Kamala e Trump.

  • Marist College: Kamala (49%) e Trump (49%)

Margem de erro: 3,9 pontos percentuais. 1.440 entrevistados, entre 17 e 22 de outubro.

No estado, o eleitorado negro é responsável por impulsionar a democrata. Kamala (82%) supera Trump (15%) com muita folga entre esse grupo; em 2020 Biden ganhou com 88%.

  • Morning Consult: Trump (49,9%) e Kamala (48,4%)

Margem de erro: 3 pontos percentuais. 914 entrevistados, entre 16 e 20 de outubro.

Michigan

No centro-oeste do país, o Michigan é um clássico estado-pêndulo que, nas últimas décadas, teve mais resultados favoráveis aos democratas. Em 2016, surpreendeu ao eleger Trump e, no pleito seguinte, voltou à tendência democrata ao escolher Joe Biden. Uma pesquisa realizada pela Universidade Quinnipiac e publicada nesta quarta-feira (23) aponta Kamala (49%) à frente do republicano (46%).

  • Quinnipiac University: Kamala (49%) e Trump (46%)

Margem de erro: 2,9 pontos percentuais. 1.136 entrevistados, entre 17 e 21 de outubro.

No estado, há uma lacuna de gênero; 57% das mulheres apoiam a democrata, enquanto 37%, o republicano. Por outro lado, 56% dos homens apoiam Trump, ante 40% para Kamala.

  • Morning Consult: Kamala (49,6%) e Trump (46,5%)

Margem de erro: 4 pontos percentuais. 756 entrevistados, entre 16 e 20 de outubro.

Nevada

Nevada, no oeste do país, é um estado-pêndulo que demonstra tendência democrata desde as eleições de 2008, quando Barack Obama foi eleito. Uma pesquisa realizada pela Morning Consult e publicada nesta quarta-feira (23) mostra Kamala meio ponto percentual à frente de Trump.

  • Morning Consult: Kamala (48,8%) e Trump (48,3%)

Margem de erro: 5 pontos percentuais. 449 entrevistados, entre 16 e 20 de outubro.

Pensilvânia

No nordeste dos EUA, a Pensilvânia votou por Trump em 2016 e por Biden em 2020. O estado é politicamente dividido, com áreas urbanas mais inclinadas à campanha democrata, e áreas rurais, à republicana. Um levantamento do Emerson College publicado nesta quinta-feira (24) apontou Trump com 49% e Kamala com 48% das intenções de voto.

  • Emerson College: Trump (49%) e Kamala (48%)

Margem de erro: 3,3 pontos percentuais. 860 entrevistados, entre 21 e 22 de outubro.

  • Morning Consult: Trump (50%) e Kamala (48,2%)

Margem de erro: 3 pontos percentuais. 866 entrevistados, entre 16 e 20 de outubro.

Wisconsin

O estado de Wisconsin, no Meio Oeste, é um estado-pêndulo com mais resultados democratas. Surpreendeu ao eleger Trump em 2016 e, em 2020, voltou a eleger um democrata, Joe Biden. A disputa acirrada no estado se reflete nos resultados das pesquisas. Um levantamento da Universidade Quinnipiac publicado nesta quarta-feira (23) mostra empate entre Kamala e Trump.

  • Universidade Quinnipiac : Kamala (48%) e Trump (48%)

Margem de erro: 2,9 pontos percentuais. 1.108 entrevistados, entre 17 e 21 de outubro.

  • Emerson College: Trump (49%) e Kamala (48%)

Margem de erro: 3,4 pontos percentuais. 800 entrevistados, entre 21 e 22 de outubro.

  • Morning Consult: Trump (48,3%) e Kamala (48%)

Margem de erro: 4 pontos percentuais. 653 entrevistados, entre 16 e 20 de outubro.



Leia Mais: Folha

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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