POLÍTICA
Eleições 2024: As capitais que terão transporte pú…
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1 ano atrásem
Pedro Cardoso
Eleitores de 51 municípios por todo o país vão ter que voltar às urnas neste domingo, 27, para elegerem os prefeitos das suas cidades. No total, cerca de 33,9 milhões de eleitores e eleitoras estão aptos a votar nesse 2º turno. Entre elas, 15 são capitais. São Paulo lidera o ranking com o maior eleitorado habilitado: 9.322.444.
+ Quem não votou no primeiro turno pode votar no segundo? Tire suas dúvidas
Na capital paulista, Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (PSOL) disputam o turno decisivo. A última pesquisa Datafolha foi divulgada na quinta-feira 17 e apontou Ricardo Nunes (MDB) com 51% das intenções de voto contra 33% de Guilherme Boulos (PSOL) no segundo turno da disputa pela Prefeitura de São Paulo. Nunes perdeu 4 pontos, mas os votos não foram para Boulos. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
A próxima pesquisa Datafolha das intenções de voto no segundo turno da eleição municipal em São Paulo vai ser divulgada hoje, dia 24, por volta das 16h. A pesquisa vai entrevistar 2.052 eleitores, o maior número até o momento.
Nunes ficou na primeira colocação durante o primeiro turno, que foi o mais disputado na cidade desde 1988. O candidato do MDB teve 1.801.139 de votos (29,48% dos votos válidos) contra 1.776.127 (29,07%) de votos recebidos por Guilherme Boulos (PSOL), que é o seu adversário no segundo turno.
Entre o total dos 102 candidatos e candidatas a chefia do executivo municipal nos 51 municípios são 87 homens e 15 mulheres na disputa.
De acordo com a Constituição Federal, somente pode haver 2º turno para a disputa da prefeitura nos municípios com mais de 200 mil eleitores.
Quais capitais terão transporte gratuito no dia da eleição?
– São Paulo (SP)
– Aracaju (SE)
– Belém (PA)
– Belo Horizonte (MG)
– Campo Grande (MS)
– Curitiba (PR)
– Fortaleza (CE)
– Goiânia (GO)
– João Pessoa (PB)
– Manaus (AM)
– Natal (RN)
– Palmas (TO)
– Porto Alegre (RS)
Qual o horário da votação?
O horário de votação nas 51 localidades será das 8h às 17h, pelo horário de Brasília.
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POLÍTICA
A articulação para mudar quem define o teto de jur…
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8 meses atrásem
5 de maio de 2025Nicholas Shores
O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN).
A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica.
Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.
A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira.
Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.
Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios.
Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.
A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.
Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.
Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.
Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.
Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.
Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.


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