ACRE
Elon Musk quer usar a IA para nos administrar, mas os especialistas dizem que a ideia de ‘muito ruim’ | Elon Musk News
PUBLICADO
2 anos atrásem
Elon Musk está planejando usar a inteligência artificial para administrar o governo dos EUA? Esse parece ser o seu plano, mas os especialistas dizem que é uma “má idéia”.
Musk demitiu dezenas de milhares de funcionários do governo federal por meio de seu Departamento de Eficiência do Governo (DOGE), e ele supostamente exige que os trabalhadores restantes enviem ao departamento um e -mail semanal com cinco pontos de bala descrevendo o que eles realizaram naquela semana.
Como isso, sem dúvida, inundará Doge com centenas de milhares desses tipos de e -mails, Musk confia na inteligência artificial para processar respostas e ajudar a determinar quem deve permanecer empregado. Parte desse plano também é substituir muitos trabalhadores do governo por sistemas de IA.
Ainda não está claro como são qualquer um desses sistemas de IA ou como eles funcionam – algo que os democratas do Congresso dos Estados Unidos estão exigindo ser preenchido -, mas os especialistas alertam que a utilização da IA no governo federal sem testes e verificação robustos dessas ferramentas podem ter consequências desastrosas.
“Para usar as ferramentas de IA com responsabilidade, elas precisam ser projetadas com um propósito específico em mente. Eles precisam ser testados e validados. Não está claro se isso está sendo feito aqui ”, diz Cary Coglianese, professor de direito e ciência política da Universidade da Pensilvânia.
Coglianese diz que, se a IA estiver sendo usada para tomar decisões sobre quem deve ser rescindido de seu trabalho, ele seria “muito cético” dessa abordagem. Ele diz que há um potencial muito real para que os erros sejam cometidos, para que a IA seja tendenciosa e para outros problemas em potencial.
“É uma má ideia. Não sabemos nada sobre como uma IA tomaria essas decisões (incluindo como foi treinada e os algoritmos subjacentes), os dados nos quais essas decisões se baseiam ou por que devemos acreditar que é confiável ”, diz Shobita Parthasarathy, professor de políticas públicas da Universidade de Michigan.
Essas preocupações não parecem estar impedindo o atual governo, especialmente com Musk – um empresário bilionário e consultor próximo do presidente dos EUA, Donald Trump – liderando a acusação por esses esforços.
O Departamento de Estado dos EUA, por exemplo, está planejando usar a IA para digitalizar as contas de mídia social dos estrangeiros para identificar qualquer pessoa que possa ser um defensor do Hamas, em um esforço para revogar seus vistos. Até agora, o governo dos EUA não foi transparente sobre como esses tipos de sistemas podem funcionar.
Danos não detectados
“O governo Trump está realmente interessado em buscar a IA a todo custo, e eu gostaria de ver um uso justo, justo e equitativo da IA”, diz Hilke Schellmann, professor de jornalismo da Universidade de Nova York e especialista em inteligência artificial. “Pode haver muitos danos que não são detectados.”
Especialistas da IA dizem que existem muitas maneiras pelas quais o uso do governo da IA pode dar errado, e é por isso que precisa ser adotado com cuidado e consciência. Coglianese diz que governos em todo o mundo, incluindo a Holanda e o Reino Unido, tiveram problemas com a IA mal executada que pode cometer erros ou mostrar preconceitos e, como resultado, negaram incorretamente os benefícios de bem -estar dos residentes que precisam, por exemplo.
Nos EUA, o estado de Michigan teve um problema com a IA que foi usada para encontrar fraude em seu sistema de desemprego, quando identificou incorretamente milhares de casos de suposta fraude. Muitos desses benefícios negados foram tratados com severidade, incluindo ser atingido por múltiplos penalidades e acusado de fraude. As pessoas foram presas e até solicitaram falência. Após um período de cinco anos, o estado admitiu que o sistema estava com defeito e, um ano depois, acabou devolvendo US $ 21 milhões aos moradores acusados erroneamente de fraude.
“Na maioria das vezes, os funcionários que compram e implantam essas tecnologias sabem pouco sobre como funcionam, seus preconceitos e limitações e erros”, diz Parthasarathy. “Como as comunidades de baixa renda e de outra forma marginalizadas tendem a ter mais contato com os governos por meio de serviços sociais (como benefícios de desemprego, assistência social, aplicação da lei), eles tendem a ser mais afetados pela IA problemática”.
A IA também causou problemas no governo quando foi usada nos tribunais para determinar coisas como a elegibilidade da liberdade condicional de alguém ou nos departamentos de polícia quando é usado para tentar prever onde é provável que o crime ocorra.
Schellmann diz que a IA usada pelos departamentos de polícia é tipicamente treinada em dados históricos desses departamentos, e isso pode fazer com que a IA recomenda áreas de policiamento excessivo que há muito são superpolicadas, especialmente comunidades de cor.
Ai não entende nada
Um dos problemas de potencialmente usar a IA para substituir os trabalhadores do governo federal é que existem tantos tipos diferentes de empregos no governo que exigem habilidades e conhecimentos específicos. Uma pessoa de TI no Departamento de Justiça pode ter um trabalho muito diferente de um do Departamento de Agricultura, por exemplo, mesmo que eles tenham o mesmo cargo. Um programa de IA, portanto, teria que ser complexo e altamente treinado para fazer um trabalho medíocre em substituir um trabalhador humano.
“Eu não acho que você possa cortar aleatoriamente o emprego das pessoas e depois (substitua -as por qualquer IA)”, diz Coglianese. “As tarefas que essas pessoas estavam executando geralmente são altamente especializadas e específicas”.
Schellmann diz que você pode usar a IA para fazer partes do trabalho de alguém que podem ser previsíveis ou repetitivas, mas você não pode substituir completamente alguém. Teoricamente, isso seria possível se você passar anos desenvolvendo as ferramentas de IA certas para fazer muitos tipos diferentes de empregos – uma tarefa muito difícil e não o que o governo parece estar fazendo atualmente.
“Esses trabalhadores têm experiência real e uma compreensão diferenciada dos problemas, o que a IA não possui. A IA não, de fato, ‘entende’ nada ”, diz Parthasarathy. “É um uso de métodos computacionais para encontrar padrões, com base em dados históricos. E, portanto, é provável que tenha utilidade limitada e até reforça os preconceitos históricos. ”
A administração do ex -presidente dos EUA Joe Biden publicado Uma ordem executiva em 2023 focou no uso responsável da IA no governo e em como a IA seria testada e verificada, mas essa ordem foi rescindida pelo governo Trump em janeiro. Schellmann diz que isso tornou menos provável que a IA seja usada com responsabilidade no governo ou que os pesquisadores possam entender como a IA está sendo utilizada.
Tudo isso dito, se a IA for desenvolvida com responsabilidade, pode ser muito útil. A IA pode automatizar tarefas repetitivas para que os trabalhadores possam se concentrar em coisas mais importantes ou ajudar os trabalhadores a resolver problemas com os quais eles enfrentam. Mas precisa ter tempo para ser implantado da maneira correta.
“Isso não quer dizer que não poderíamos usar as ferramentas de IA com sabedoria”, diz Coglianese. “Mas os governos se desviam quando tentam se apressar e fazer as coisas rapidamente, sem informações públicas adequadas e validação e verificação completas de como o algoritmo está realmente funcionando”.
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
12 horas atrásem
21 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.
A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.
Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.
Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”
A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
Relacionado
ACRE
Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
Relacionado
ACRE
Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
3 dias atrásem
19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
Relacionado
PESQUISE AQUI
MAIS LIDAS
ACRE7 dias agoUfac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
Warning: Undefined array key 0 in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/single.php on line 591
Warning: Attempt to read property "cat_name" on null in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/single.php on line 591
5 dias agoEstudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
ACRE5 dias agoUfac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
ACRE3 dias agoUfac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login