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Em 73 dias, Governo Gladson continua perdido, e para evitar críticas paga R$ 134.000,00 mil reais de mídia

Bakunin Acriano, o Eremita, via Acrenoticias - Da Amazônia para o Mundo!

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73 dias de governo, e Gladson Cameli tem rejeição recorde em tão pouco tempo. Em Tarauacá, e interior do Acre, povo continua sem as soluções prometidas.

Quem não se lembra das promessas mirabolantes do Governador Gladon Cameli (PP) em Tarauacá? o jovem governador disse em reuniões que em sessenta dias iria asfaltar a cidade inteira e seria preciso a população bater em suas costas e dizer “caboquinho mande as máquinas parar de trabalhar que está fazendo muito barulho!

Em Tarauacá, só ouvimos zoada de grilo! e já se passaram mais de sessenta dias.

O atual Governo de Cameli, a cada dia que se passa, está recaindo, e o descrédito da população em seu governo e secretariado, aumentando.

Muitas promessas e poucas ações executadas. No Diário Oficial desta quarta-feira, o Governo Gladson comprou mídia em pelo menos seis portais de notícias, com dispensa de licitação

Ao preço de R$134.000,00 mil reais os jornais deverão fazer a publicidade das ações do governo. 

Gladson deve dar uma refletida urgente, porque seu governo em tão pouco tempo está  sobremaneira antipatizado: tanto quanto Tião Viana em oito anos de governo, diga-se de passagem!

A população não perdoa tantos erros; o povo não aguenta mais, Cameli tem tudo para dar a volta por cima, basta parar e planejar suas ações de forma estratégica, e não desgovernada, como vem fazendo. Tipo, ‘maria vai com as outras’. 

É Gladson… tu me ouves? tu estar sendo Maria vai com as outras! Até o momento, tu não é novidade, se conduz como o velho político em nova embalagem e novo rótulo.

As redes sociais é termômetro para se medir como ‘anda’ um governante, e o que vemos em tão pouco tempo são pessoas dizendo que estão arrependidas de votar no homem de jovem de Cruzeiro do Sul, sobrinho do ex-governador; isso não é bom para um governo que está iniciando agora, se continuar assim, seu final será trágico. Tanto quanto ou pior que Tião e Jorge Viana.

Eu votei em você, suas promessas me empolgaram, eu senti uma verdade nelas. Mas talvez já não voto mais.

Até breve meus amigos, ótima quinta-feira!

Por Bakunin Acriano, via Redação do Acrenoticias.com

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COLUNA 'CARTAS COMUNISTAS E CAPITALISTAS' é escrita por Bakunin Acriano, o Eremita. Talentoso aos 80 anos de idade, dos quais mais de 30 anos reside no Acre, por isso se diz acriano, onde é conhecido por "Eremita". Foi Comandante de Galvez na guerra pelas terras do Acre. Seu maior prazer, todavia, não é pela guerra. Mas escrever crônicas e críticas sobre a mídia e a política contemporâneas. Esse velho sábio participou da Revolução Russa e Cubana. Razão pela qual ficou durante 20 anos exilado em Amesterdã. Onde aprendeu a ler e usar máquina de escrever. Não gosta de computador, nem internet. Eremita se qualifica modestamente como luso-acriano. Ele, porém, guarda documentos que provam sua identidade como um ex-agente da KGB. (Personagem fictício que faz uma crítica à sociedade)

ACRE

Infraestrutura: Governo Federal prioriza obras no interior do Acre

Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Por: J. Gomes para o Acre Notícias

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes  de Freitas, reuniu-se nesta terça-feira (12), com o Governador Gladson Cameli e bancada de parlamentares acreanos.

Foram tratados vários assuntos relativos à investimentos do Governo Federal no Estado do Acre. Uma das pautas principais tratadas na reunião foi acerca dos investimentos em infraestrutura que — a priori — contemplarão as cidades de Brasileia, Epitaciolândia e Tarauacá. 

Em seu Twitter, o ministro afirmou hoje que os investimentos prioritários serão à recuperação da ponte de Brasileia a Epitaciolândia, construção do contorno entre as cidades, manutenção da BR/364, além do prolongamento/manutenção da ponte sobre o Rio Tarauacá.

Uma boa notícia não só para os demais municípios, mas também para os munícipes de Tarauacá, que há tempos sonham com a recuperação definitiva da ponte que leva o nome da cidade do interior do Acre, já  que a ponte começou a apresentar problemas estruturais desde o ano de 2014, devido o desbarrancamento que ocorreu às margens do rio, ao lado do bairro Corcovado, e que comprometeu a sua estrutura.

No mesmo ano, o Departamento de Estradas e Rodagens do Acre – DERACRE, e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), realizaram obras de contenção no local; e uma adaptação de perfil militar foi utilizada para reduzir os transtornos e permitir a liberação de tráfego sobre a via na época; estrutura que até hoje continua. 

Com o anúncio do Ministro do Governo Federal, a possibilidade de termos a ponte sobre o Rio Tarauacá totalmente recuperada nunca esteve tão próxima. 

À época dos fatos cheguei a fazer um artigo, falando sobre a falta de atenção das autoridades em relação a estrutura da referida ponte, sendo reproduzido pelo Jornal  A Tribuna.

Abaixo reproduzo o artigo, escrito e publicado em 2017.

Ponte em Tarauacá

Se perguntares aos Tarauacaenses qual a maior obra já construída no município, com certeza a maioria diria que foi a construção da ponte sobre o rio Tarauacá.

— De facto a maior obra da história do nosso povo. Há tão sonhada ponte que ‘interligaria’ de vez a região Tarauacá/Envira, e Vale do Juruá á capital acriana – e consequentemente ao restante do país.

A referida estrutura começou a ser construída no ano 2009, ainda no governo de Binho Marques, sendo o custo de 48 milhões de reais — provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal. Foi inaugurado pelo o atual governador, Tião Viana, no ano 2011 — sendo entregue a população de Tarauacá em ato solene.

A ponte começou apresentar problemas estruturais no ano 2014, devido o desbarrancamento que ocorreu a margem do rio ao lado do bairro Corcovado, e que comprometeu a sua estrutura.

No mesmo ano o Departamento de Estradas e Rodagens do Acre – DERACRE, e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) realizaram obras de contenção no local; e uma adaptação de perfil militar foi utilizada para reduzir os transtorno e permitir a liberação de tráfego sobre a via na época.

Ainda em 2014 um relatório técnico do Dnit apontava as reais causas que ocorreu na cabeceira da ponte que Segundo especialistas, houve erro de construção. A mesma foi colocada no lugar errado e, o engenheiro do governo, não deu a devida atenção ás mudanças que o leito do rio apresentava nas ultimas décadas “A ponte, que está localizada numa curva, deveria ter sido construída num outro extremo do rio, a alguns metros, o que levaria a um desvio num dos trechos da rodovia federal, antes de entrar no perímetro urbano do município. A ponte deveria ter sido construída na jusante da curva maior e, não, a montante, como foi construída”, dizia o relatório.

Atualmente as condições de uma das pistas de acesso à ponte, ainda encontra-se precária e oferecendo riscos aos condutores que trafegam por lá. O tempo passou e já fazem quase 3 anos. Nada foi feito, e a população ainda aguarda de forma ansiosa a recuperação definitiva da cabeceira da ponte sobre o rio que leva o mesmo nome do município.

Por J. Gomes para o Portal Acre Notícias.

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OPINIÃO: População de Tarauacá faz descarte irregular de lixo, e Secretário de Obras ‘dar murro em ponta de faca’

Bakunin Acriano, o Eremita, via Acrenoticias - Da Amazônia para o Mundo!

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Falta educação e consciência ambiental. Falta orientação na escola e na família.

O povo de Tarauacá, a exemplo de todos os municípios do Acre, nunca foi alvo de políticas públicas de conscientização ambiental, nem sequer aprendeu a verdadeira lição quanto ao descarte de lixo domiciliar urbano. A escola e a família esqueceram de ensinar.

Alguns prefeitos chegaram a implantar cestas de lixo nas ruas, e seria injusto não citar essa benesse.

Sofrendo os impactos das enchentes, das chuvas e das doenças, a população ‘enlameia’ a rede social com críticas contra os administradores municipais, de Rio Branco à Marechal Thaumaturgo; porém, o povo que reclama e pede soluções é o mesmo que entulha de lixo as galerias, esgotos e ruas. Resultado: qualquer secretário de obras levará ‘porrada’, e será alvo de duras e até injustas reclamações.

Em Tarauacá, por exemplo, o Secretário Municipal de Obras vem intensificando a limpeza do sistema de drenagem. Ou seja, estar tentando desobstruir galerias e esgotos que transbordam lixo urbano, e impedem a fluidez das águas das chuvas.

A intenção do Secretário é boa. A iniciativa é plausível, e com certeza reforça o trabalho que é executado pela gestão da Prefeita Marilete Vitorino durante o ano por meio da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp). As ações de desobstrução do sistema de drenagem facilitam o escoamento da água e evitam alagação em pontos da cidade, no período chuvoso. Porém, parece inútil. Explico o porquê.

É dar ‘murro em ponta de faca’, se o povo mal educado, carente de políticas públicas de conscientização ambiental, não aprender que jogar lixo na rua ocasiona grave impacto ambiental.

E digo mais, o problema estar na escola e na família, porque no sistema de ensino brasileiro, nos termos do Art. 205 da Constituição Federal, a educação, é direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania.

A criança, o jovem e o idoso precisam dessa lição.

O cidadão precisa entender que a limpeza das galerias é feito de forma manual pelos trabalhadores terceirizados da Prefeitura, e não num toque de mágica. No Japão, alunos lavam o banheiro das escolas para fortalecer a consciência e as noções de higiene. No Brasil, o descarte irregular de lixo urbano é visto com naturalidade. Desde a embalagem de um bombom, até um animal putrefato.

É fácil jogar o lixo na rua, e exigir do administrador que limpe, que cate o lixo.

O trabalho de retirar resíduos que se acumulam nesses locais em razão do descarte irregular de lixo nas vias públicas, merece uma regulamentação legal específica, uma lei rigorosa, com uma multa pesada para o cidadão, que polui irregularmente sua cidade.

O descarte irregular polui a cidade e dificulta o escoamento normal das águas. Essa lição é básica. Nem os administradores municipais e nem a escola se preocupam com ela. Resultado: cidade poluída (com as respectivas consequências).

É um paliativo o serviço de desobstrução e limpeza de caixas coletoras ou ‘valas’, porque a poluição diária continuará a impedir a fluidez e vazão das águas.

A limpeza de dejetos e a desobstrução das galerias sempre será um ‘murro em ponta de faca‘, até o dia em que a população acordar e se conscientizar ambientalmente.

Jogue o lixo no lixo’, ensinou minha professora do primário.

Até breve meus amigos, ótima sexta-feira!

Por Bakunin Acriano, via Redação do Acrenoticias.com

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