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Em guerra bilionária, farmacêutica tenta barrar genérico contra hepatite C

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Produção do medicamento no Brasil geraria economia de R$ 1 bi ao governo.

Um convênio entre Farmanguinhos-Fiocruz e Blanver obteve registro da Anvisa para fabricar o sofosbuvir genérico. Em tomada de preços no início de julho no Ministério da Saúde, a Gilead ofereceu o sofosbuvir a US$ 34,32 (R$ 140,40) por comprimido, e a Farmanguinhos ofertou o genérico a US$ 8,50 (R$ 34,80).

Hoje, o ministério paga US$ 6.905 (R$ 28.241) pela combinação sofosbuvir e daclatasvir de marca. Com a nova proposta, o governo passaria a pagar US$ 1.506 (R$ 6.160), com a Fiocruz e a Bristol. Dada a meta de tratar 50 mil pessoas em 2019, isso significaria uma economia de US$ 269.961.859 (R$ 1,1 bilhão) em relação aos gastos com a combinação sem o genérico.

O departamento de hepatites do ministério solicitou em agosto a compra do medicamento mais barato com urgência. Por causa de contestações de farmacêuticas, não foi feita a aquisição, e o estoque de vários antivirais no SUS acabou há meses. Há fila de 12 mil pacientes, e muitos esperam há mais de seis meses.

O ministério afirma que ainda não há decisão. “O processo de aquisição do sofosbuvir foi iniciado, e todas as empresas que têm registro no Brasil poderão participar”. 

“Aquilo não foi uma tomada de preços, não houve processo de compra, estamos questionando por que alguns produtos não foram considerados”, disse o diretor-geral da Gilead, Christian Schneider.

No dia 28 de agosto, a Gilead enviou carta ao ministério, obtida pela Folha, na qual pede a anulação dos resultados da reunião e oferece uma nova combinação de drogas por um preço inferior aos genéricos.

Mas, segundo técnicos, a oferta inclui uma droga que não funciona para todos os vírus de hepatite e não é recomendada pela Organização Mundial da Saúde.

“Nossa combinação é mais avançada, e os genéricos não consideram todos os cenários”, diz Schneider.

Um grupo liderado pelos Médicos sem Fronteiras (MSF) encaminhou uma representação ao Ministério Público acusando a Gilead de pressionar o INPI (Instituto Nacional da Propriedade Intelectual) para conceder a patente do sofosbuvir e de entrar com inúmeras ações judiciais para barrar o genérico.

“A competição com genéricos pode resultar em cura mais acessível para as 700 mil pessoas com hepatite C no país. O Brasil pode enviar uma mensagem ao mundo, com decisões que estimulam a concorrência e permitem maior acesso a tratamentos”, diz Felipe Carvalho, da MSF.

A Gilead solicitou registro da patente do sofosbuvir no Brasil. De 126 pedidos da empresa, 124 foram rejeitados pelo INPI e dois estão em análise e poderiam bloquear o genérico. 

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Segundo Pedro Villardi, coordenador do Grupo de Trabalho em Propriedade Intelectual, o INPI indicava uma decisão negativa em relação à patente da Gilead, mas mudou subitamente de curso este ano. A empresa entrou com uma ação judicial pedindo reversão da decisão do INPI antes mesmo de ela sair. 

Procurado, o INPI afirma que o pedido está em exame.

“Tem muita pressão das farmacêuticas, por isso paralisaram o processo de compra no ministério, e o INPI mudou de curso”, diz Villardi. A Gilead afirma ter “plena convicção” de sua patente. 

A empresa faturou US$ 55 bilhões (R$ 225 bi) com remédios contra hepatite C desde 2014. Quando lançado, o tratamento com o sofosbuvir saía por US$ 84 mil (R$ 344 mil).

A briga no país para impedir a fabricação do genérico contra hepatite C, comparada por ativistas à batalha pelos medicamentos contra o HIV, divide sociedades médicas e inclui até fake news.

A assessoria de imprensa da Gilead, a Fundamento Comunicação, circulou no mês passado um press release que saiu no site de uma revista com o título: “Adoção do medicamento genérico para Hepatite C pode sair mais caro do que tratamento convencional”.

No texto, Carlos Varaldo, presidente do Grupo Otimismo de Apoio ao Portador de Hepatite, dizia que os genéricos gerariam um aumento de gasto de R$ 48 milhões em relação ao de marca.

A Fundamento afirma que fez o release para o grupo Otimismo, e não para a Gilead. A Gilead é uma das principais financiadoras do Grupo Otimismo. Em prestações de contas em 2014, 2015 e 2016, Varaldo declarou que o grupo recebeu um total de R$ 1,2 milhão das farmacêuticas Gilead, Roche, Janssen, MSD e BMS. Ele diz não ver conflito de interesses. 

“Eu coloco tudo na prestação de contas, como realizar eventos enormes sem apoio da indústria? Se não fossem as farmacêuticas, estaríamos tratando hepatite C com chá de ervas”, afirma o ativista.
Indagada, a Gilead disse que não financiou o release e não tem nada a ver com isso. “A Gilead é patrocinadora do Grupo Otimismo de forma totalmente transparente.”

A Sociedade Brasileira de Infectologia enviou carta ao ministério questionando a qualidade e segurança do genérico. “Além disso, as novas drogas são mais fáceis de tomar, mais avançadas e reduzem o tempo de tratamento, seria um retrocesso não usá-las”, disse Sergio Cimerman, presidente da entidade.

Mas Marcelo Simão Ferreira, presidente do comitê de hepatites da sociedade, é a favor dos genéricos e do uso da combinação proposta. “Não temos dúvida de que a combinação em estudo é muito eficaz”, diz.

Paulo Abraão, que era diretor do comitê da SBI, pediu afastamento por não concordar com o posicionamento contra o genérico. Já a Fiocruz afirma que seu sofosbuvir teve a bioequivalência testada e que tem capacidade para produzi-lo, como fez com os genéricos anti-HIV.

A Gilead também questionou junto ao TCU a parceria entre Fiocruz e Blanver. Em acórdão de agosto, o tribunal pede que a parceria seja descontinuada para novos medicamentos, mas diz que “não interfere na pesquisa e produção do sofosbuvir”.

A luta contra os genéricos para hepatite C é mundial. Na Colômbia, a proposta de regular o preço do sofosbuvir foi citada pela Phrma, o lobby das farmacêuticas dos EUA, para barrar a entrada da Colômbia na OCDE. Mesmo assim, o país acabou admitido.

No Chile, o governo de Michele Bachelet havia anunciado que iria pedir o licenciamento compulsório (quebra da patente) do medicamento. Com a posse de Sebastian Piñera, o plano foi engavetado. Mas, em agosto, o governo voltou a considerar. A Argentina não concedeu a patente à Gilead e fabrica genéricos. 

No Egito, foi negada a patente do sofosbuvir à farmacêutica, que fez um acordo e passou a fornecer o remédio a preço reduzido. O governo passou a fabricar genéricos e já tratou 1 milhão de pacientes. No Brasil, foram tratados 75 mil pacientes.

Na Índia, a Gilead fez um acordo com as fabricantes de genéricos, que permite que elas fabriquem pagando uma licença, mas proíbe-as de exportar para países de renda média com muitos casos da doença, como o Brasil.

Entenda a disputa pelos medicamentos

Como é o tratamento para hepatite C? Atualmente, no SUS, entre outros medicamentos oferecidos, há uma combinação de duas drogas: sofosbuvir, da farmacêutica americana Gilead, e daclatasvir, de outra empresa

O que está em disputa? A Farmanguinhos (da Fiocruz), em convênio com a Blanver, recebeu da Anvisa a autorização para produzir o sofosbuvir genérico. Como o remédio brasileiro custa bem menos que o americano, o Ministério da Saúde estuda adotá-lo no SUS. Entretanto, a Gilead tenta barrar a compra da droga nacional

A Gilead tem patente para o sofosbuvir no Brasil? Não. A farmacêutica entrou com 126 pedidos no Instituto Nacional da Propriedade Industrial, mas 124 foram rejeitados. Ainda há dois em análise. Um desses pedidos, se aceito, proibiria a fabricação de genéricos por outras empresas ou instituições

O sofosbuvir é eficiente? Sim. O medicamento, que é administrado com outras drogas, tem índice de cura de 95%, enquanto outros usados anteriormente chegavam a 50%. O remédio também encurta o tratamento e reduz os efeitos colaterais

E o genérico brasileiro? O medicamento produzido pela Fiocruz foi registrado pela Anvisa e passou por testes de bioequivalência, que indicam que a droga tem o mesmo efeito da produzida pela Gilead

O que dizem os médicos? Há diferentes opiniões. A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) é contra o genérico e diz que há remédios mais novos que deveriam ser considerados. O diretor do comitê de hepatites virais da entidade pediu afastamento por não concordar com essa posição, e há outras vozes dissidentes na SBI. Já os Médicos Sem Fronteiras acusam a Gilead de pressionar médicos e governo. Para eles, a compra do genérico é mais vantajosa, visto que o medicamento é efetivo e mais acessível

O que acontece em outros países? A patente foi concedida no Chile, mas o governo avalia quebrá-la; foi negada na Argentina e no Egito e está em análise na União Europeia. Na Índia, outras empresas podem fabricar os genéricos, mas elas pagam uma taxa à Gilead e a exportação para países de renda média com grande número de pacientes é proibida. Patrícia Campos Mello. Folha SP.

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ACRE

Políticos adotam atitudes eleitoreiras durante a Covid-19 e matam a economia

Bakunin Acriano, o Eremita, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Eremita

Eis que saio de minha caverna e descubro que a população precisa seguir meu exemplo e realizar um longo isolamento. O motivo é a pandemia por coronavírus, diferente dos meus motivos que incluem a falta de paciência com político incompetente contando lorota.

Incompetência I

Falando em política incompetente, a prefeita Socorro Neri deu um tiro no próprio pé ao ter decretado rodízio. Críticas silenciosas choveram e a população que realmente move a economia de Rio Branco odiou. Agora, os eleitores precisam lembrar desse abuso de autoridade durante o pleito.

Incompetência II

Por falar em rodízio, você, meu único leitor, notou que houve uma explosão de casos notificados pela Covid-19 durante essa limitação determinada por numeração das placas dos veículos? Será que os casos aumentaram graças as aglomerações em terminais e coletivos?

“Pra-lamentar” I

Vereadores criticaram o presidente da Fecomércio, Leandro Domingos, por cobrar das “excelências” mais atitudes. Os caras engravatados ficaram de mimimi, mostrando que eles são amadores e incompetentes. Eles, durante esta crise, não fizeram nada mesmo, nem reduziram os próprios gastos e nem cortaram os próprios salários para ajudar na contenção de despesas. Isso é “pra-lamentar”.

“Pra-lamentar” II

O desaforo também vai para os deputados que também não apitam nada. Apenas jogam para o público ideias mirabolantes, principalmente o comunista Edvaldo Magalhães, que na farra defendeu a suspensão do pagamento de empréstimos consignados por servidores. É preciso lembrar que o servidor não teve suspensão e não teve a redução dos salários. O resultado é que ele empurrou uma bomba para o povo, porque a legislação permite que os bancos cobrem juros e multas pela falta do pagamento. É muita atitude eleitoreira e incompetente.

Governador “Magrim”

Nosso governador Gladson Cameli, “o magrim”, está precisando de um bom caldo de feijão, está abatido, mas continua com atitudes eleitoreiras. Ele precisa lembrar que a eleição será realizada apenas em 2022. Assim não pode, magrim.

Reabertura

Essa reabertura dos comércios é necessária e urgente. Pena que falta articulação por parte do governo em garantir a retomada da economia. É sabido que para a retomada da economia é preciso ter vagas nos hospitais, mas a promessa de um hospital de campanha vem desde fevereiro.

Estou voltando a datilografar. Aguarde novos textos e notas semanais para apimentar nossa comuna.

Conheça Bakunin Acreano.

E-mail: bakunin.acreano@protonmail.ch

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BOM EXEMPLO

TIM reforça compromisso com colaboradores, clientes e sociedade no combate a COVID-19

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os serviços seguirão em pleno funcionamento e a empresa está focada nas demandas dos clientes e no acesso à informação, além de tomar todas as medidas para preservar a saúde e segurança dos seus funcionários e priorizar a colaboração com órgãos governamentais e demais entidades. Esses são os compromissos da TIM no combate à transmissão do novo coronavírus, descritos em carta enviada à Anatel nesta sexta-feira (03). 

 A TIM está ciente de que a tecnologia tem um papel essencial para o enfrentamento da crise e contenção da disseminação do vírus. Abaixo seguem as principais iniciativas da operadora implementadas para este período:

Colaboradores

  • A partir de 20 de março, adoção da modalidade de home office em âmbito nacional para 100% dos colaboradores diretos cujas atividades são passíveis de execução remota. A operadora foi ainda a primeira a converter todo o call center próprio para trabalho remoto. Nos parceiros externos, a taxa de remotização do atendimento já é superior a 50% do total de consultores.
  • Virtualização dos acessos utilizados pelos técnicos de campo por meio do TIM Cloud UC, solução que está no portfólio do segmento corporativo da empresa, permitindo que cerca de 500 colaboradores de duas centrais de monitoramento de rede passassem a realizar suas funções remotamente, mantendo a qualidade do serviço e do atendimento.
  • Desenvolvimento de um plano de contingência e mitigação de riscos para preservação da saúde e continuidade operacional das equipes de campo voltadas à manutenção da infraestrutura da rede de transporte, acesso e prédios industriais. Os colaboradores recebem contínuo treinamento virtual sobre como proceder em atividades e reparos externos.
  • Entendendo que o distanciamento social, aliado ao temor provocado pelas incertezas da pandemia, pode abalar a saúde emocional dos colaboradores, houve ampliação do horário de atendimento do Programa de Apoio Pessoal para 24 horas, durante todos os dias da semana. A iniciativa oferece assessoria psicológica, jurídica, financeira, nutricional, fisioterápica e até personal trainer para funcionários e familiares.

Clientes

  • Concessão de bônus de internet de até 2GB para usuários de todos os segmentos (pré-pago, pós-pago e controle).
  • Liberação do dobro de dados em roaming internacional nos Estados Unidos e na Europa para clientes que, por ventura, estejam fora do Brasil, em um período de grande dificuldade nos deslocamentos internacionais.
  • Para incentivar o trabalho remoto, o serviço de ultra banda larga fixa TIM Live entrega internet fixa ilimitada com taxas de velocidade de download e upload na ultra banda larga (UBB) muito acima da média do mercado. Além disso, no segmento móvel, não há desconto do tráfego de dados das ferramentas do Microsoft Office 365 de todos os clientes pós-pagos, liberando acesso a serviços como o Outlook e o Microsoft Teams. Diversos planos contam também com o TIM Protect Backup, permitindo aos usuários salvar e compartilhar dados na nuvem.
  • Reforço de conteúdos de entretenimento, com inclusão gratuita nas ofertas de apps dedicados às crianças (TIM Games e Playkids). Eles se somam aos conteúdos já disponíveis nos planos atuais da operadora: assinatura Netflix inclusa no TIM Black Família; TIM Banca Virtual para leitura de jornais e revistas; aplicativos para leitura de livros, como o E-book by Skeelo e o TIM Globo Livros; e Esporte Interativo, Cartoon Network, Looke e os canais da FOX Networks Group nos pacotes de ultra banda larga fixa TIM Live.
  • Ajustes temporários nas regras de cobrança e condições de pagamento. Os clientes de planos pós-pagos, controle, segmento corporativo e ultra banda larga fixa TIM Live que entrarem em contato com a operadora no mês de abril poderão negociar o parcelamento das faturas em aberto – que hoje é de até seis meses – para até 10 vezes, isentando multa e juros.
  • A empresa tem ainda o prazo de seis dias do chamado “religa em confiança”, desbloqueando nesse período os serviços interrompidos por inadimplência para os clientes que comunicarem a quitação do débito.
  • Para os clientes da ultra banda larga fixa TIM Live em regime de suspensão parcial é garantido um período adicional de conexão em velocidade reduzida.
  • TIM auxilia também os clientes pré-pagos de menor renda e, a partir de 06 de abril, os novos créditos de até R$ 20, que têm duração de 30 dias, terão a validade dobrada, estendida para 60 dias.
  • Incentivo ao atendimento digital com uma campanha educativa nas redes sociais e na TV para auxiliar os clientes nesta jornada. No app MEU TIM, por exemplo, é possível acessar a segunda via da conta, realizar recargas, controlar o consumo dos pacotes e ativar novas ofertas, dentre outros. Na quarentena, os clientes de planos pós e controle ganharão bônus de internet ao fazerem o primeiro login no aplicativo.
  • Evolução do relacionamento e comunicação com o cliente por meio da inovadora Central de Atendimento Cognitiva baseada em Inteligência Artificial, além de outros canais digitais de atendimento como SMS, Chat TIM e WhatsApp.
  • Acesso para todos os clientes do aplicativo Coronavírus SUS e respectivo hotsite do Ministério da Saúde sem consumir dados da franquia de internet.

Instituições e sociedade

  • A TIM foi a primeira operadora do Brasil a fechar uma parceria tecnológica de apoio ao combate da COVID-19. Utilizando o conhecimento adquirido em projeto semelhante utilizado no período das Olimpíadas de 2016, a empresa desenvolveu com a Prefeitura do Rio de Janeiro uma metodologia de análise de dados agregados e anônimos.
  • Ao mesmo tempo, em parceria com as principais operadoras do Brasil, foi fechado um acordo setorial – assinado na quinta-feira (02/04) – que oferece ao MCTIC uma solução única de dados anonimizados para entender a mobilidade populacional. Os dados originados pelas redes móveis permitirão aos órgãos governamentais avaliar a eficácia das medidas de restrição implementadas e facilitar a tomada de novas decisões.
  • Visando uso consciente das redes, a TIM notificou as OTTs, especial os serviços de streaming, para a tomada de medidas efetivas de redução da resolução dos conteúdos apresentados, a fim de conter o aumento significativo do tráfego de dados por conta das medidas de isolamento social sem nenhum impacto para usuários de smartphones.
  • A TIM está priorizando as demandas dos seus Assinantes Corporativos do segmento Governo (nas esferas federal, estadual ou municipal) e todos os esforços estão sendo tomados para garantir o maior nível possível de disponibilidade, sobretudo para instituições de saúde e hospitais. É o caso do Hospital de Campanha do Estádio do Pacaembu, na cidade de São Paulo, para o qual a TIM Live está disponibilizando gratuitamente acesso em banda larga de alta velocidade para garantir a conectividade dos profissionais de saúde.
  • A operadora enviou até dia 02 de abril, cerca de 20 milhões de SMS para usuários de 16 Estados e continuará disponível nesta fundamental campanha de informação à população em estrita coordenação com as Autoridades federais e locais.
  • A empresa disponibilizou ainda, em seu site, um vídeo em libras para orientar usuários com deficiência sobre a COVID-19.
  • A TIM participa da campanha #FiqueBemFiqueEmCasa, iniciativa realizada em conjunto com Claro, Oi e Vivo. A ação, além de apresentar as iniciativas em comum das empresas para manter todos conectados, traz uma mensagem de força para a população brasileira e incentiva todos a manterem o isolamento social para controlar a pandemia.

Instituto TIM

  • O Instituto TIM disponibiliza 30 cursos livres, gratuitos e à distância com a plataforma TIM Tec. O vasto conteúdo é voltado a diversas áreas como empreendedorismo, estruturação web, programação, produção de texto, programação em linguagem java, programação de games, entre outros.
  • Apesar das dificuldades deste momento de crise, o Instituto resolveu manter o programa de empreendedorismo universitário Academic Working Capital, que terá a edição de 2020 adaptada para uma modalidade remota. A iniciativa atua junto a universitários em final de graduação, uma abordagem única no universo dos programas de fomento: cerca de 400 estudantes já participaram e mais de 30 startups foram constituídas.

A experiência do Grupo TIM na Itália vem sendo importante para antecipar e adaptar as ações necessárias e ir ao encontro das exigências do período de combate ao coronavírus no Brasil. A TIM está confiante de que toda a sociedade estará unida e sairá ainda mais fortalecida desta situação.

Sobre a TIM

A TIM segue com sua missão de conectar e cuidar de cada um para que todos possam fazer mais. Para isso, atua focada nos pilares estratégicos de oferta, infraestrutura, eficiência e experiência do cliente, com base em uma cultura interna de accountability e na mudança de processos e plataformas que permitam a transformação digital. A empresa é desde 2015 líder em cobertura 4G no País e referência nas tendências do mercado, em linha com a assinatura da marca: “A inovação não para”.

A companhia é a única do setor de telecomunicações a integrar o Novo Mercado da B3, reconhecido como nível máximo de governança corporativa, além de estar há 12 anos seguidos no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE): é a operadora por mais períodos consecutivos nesta carteira. Também é primeira empresa de telefonia reconhecida pela Controladoria-Geral da União (CGU) com o selo Pró-Ética, iniciativa que existe com o objetivo de promover um ambiente corporativo mais íntegro, ético e transparente. Para mais informações, acesse: www.tim.com.br.

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