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Em nova entrevista, JD Vance evita perguntas sobre a derrota de Trump em 2020 | Notícias das Eleições de 2024 nos EUA

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O candidato à vice-presidência dos EUA ignorou o escrutínio do histórico de negação eleitoral de Trump, chamando-o de “obsessão”.

O senador dos Estados Unidos JD Vance já levantou sobrancelhas na semana passada debate vice-presidencialquando se recusou a reconhecer que o seu companheiro de chapa, o candidato presidencial republicano Donald Trump, perdeu as eleições de 2020.

Mas Vance continuou a contornar a questão, mais recentemente durante uma entrevista em podcast com O jornal New York Times.

Em trechos divulgados na sexta-feira, Vance evitou perguntas sobre a derrota de Trump em 2020 pelo menos cinco vezes, segundo o jornal.

“Há uma obsessão aqui em focar em 2020”, disse Vance ao podcast The Interview, programado para ir ao ar no sábado. “Estou muito mais preocupado com o que aconteceu depois de 2020, que é uma fronteira aberta, mantimentos inacessíveis.”

Quando pressionado sobre o resultado das eleições de 2020, Vance afirmou que a censura pode ter custado milhões de votos a Trump.

“Estou falando de algo muito discreto – um problema de censura neste país que acho que afetou as coisas em 2020”, disse Vance.

Ele acusou, por exemplo, empresas de mídia social de bloquearem histórias negativas sobre o filho do presidente Joe Biden, Hunter Biden.

A apresentadora do podcast, Lulu Garcia-Navarro, apontou que “não havia provas” da ocorrência de fraude eleitoral, uma realidade que Vance descartou como um “slogan”.

A recusa de Vance em reconhecer a legitimidade dos resultados de 2020 reflecte a retórica do próprio Trump, que afirmou repetidamente que as eleições foram roubadas.

Trump, o titular na época, perdeu a corrida para Biden, um democrata e ex-vice-presidente. Biden obteve 306 votos no Colégio Eleitoral, de um total de 538, o que lhe valeu a presidência. Trump prendeu apenas 232.

Após os resultados, Trump classificou a eleição como “roubada”. Em 6 de janeiro de 2021, ele realizou um comício em Washington, DC, para encorajar seus seguidores a “parar com o roubo” e manifestar-se em frente ao Capitólio dos EUA.

Milhares de pessoas o fizeram, e a violência eclodiu dentro e ao redor do edifício do Capitólio, onde os votos do Colégio Eleitoral estavam sendo certificados pelo Congresso.

Trump também foi acusado de pressionar o seu então vice-presidente, Mike Pence, a não certificar os votos, conforme manda a Constituição. Pence desempenhou um papel cerimonial em 6 de janeiro, supervisionando a contagem dos resultados.

Quando Pence se recusou a atender ao apelo de Trump para contornar a votação, Trump criticou o seu segundo em comando por falta de “coragem”.

)Depois de deixar a Casa Branca, a campanha e aliados de Trump perderam dezenas de ações judiciais alegando fraude nas eleições de 2020. O próprio Trump enfrenta acusações criminais por supostamente interferir na eleição, sendo os acontecimentos de 6 de janeiro incluídos como prova.



Leia Mais: Aljazeera

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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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