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Em Paris, o declínio populacional continua

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Durante anos, os estudos demográficos do Instituto Nacional de Estatística e Estudos Económicos (Insee) repetiram incansavelmente: Paris está a perder habitantes. Dados mais recentespublicado quinta-feira, 20 de dezembro pelo INSEE, confirmam mais uma vez esta tendência, que não está prestes a ser revertida: em 1é Em janeiro de 2022, a capital tinha 2.113.705 habitantes, menos 19.406 que no ano anterior, uma queda de 0,9%, uma das mais fortes dos últimos anos.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes As pretensões do declínio histórico da população parisiense

Em seis anos (intervalo de referência do INSEE), a população diminuiu 76.622 pessoas e, se nos referirmos ao pico de 2011, a queda é de 136.270 habitantes, o que representa uma diminuição de 6% em onze anos. Por outras palavras, Paris faz com que o equivalente à cidade de Provins, em Seine-et-Marne, fuja todos os anos (12.400 pessoas por ano, em média). Porque se trata de facto de uma questão de fuga e não de um declínio ligado a nascimentos e mortes. Pelo contrário, Paris goza de um equilíbrio natural favorável (+0,58% ao ano em média, entre 2016 e 2022), mas o número de recém-nascidos parisienses não compensa o facto de haver sempre mais pessoas que saem da cidade do que há pessoas que se mudam. De todos os municípios franceses com mais de 100.000 habitantes, apenas Mulhouse apresenta pior desempenho em termos de redução populacional.

Nem é um fenómeno regional. Se a população estagnou em cinco regiões entre 2016 e 2022 (Hauts-de-France, Grand-Est, Normandia, Bourgogne-Franche-Comté, Centre-Val de Loire), aumentou 0,36% ao ano em média em Ile-de -França, uma taxa semelhante à de toda a França, excluindo Mayotte. Essonne e Seine-Saint-Denis são os campeões do crescimento (+1%) e apenas um departamento da Ile-de-France está a perder habitantes: Paris. Ao ampliar os distritos, verifica-se que os 2e4e e 14e estão em aumento muito ligeiro (entre + 0,1% e + 0,3%), quando o 7e e 10e são os que mais perdem (respectivamente − 1,4% e − 1,9%).

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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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