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Em Rio Branco, mais de 50 lojistas são notificados por falta de preços em produtos em vendas on-line e em lojas

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Mais de 50 lojistas de Rio Branco foram notificados pelo Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor do Acre (Procon-AC) por omitirem os presos dos produtos para os clientes. A ação faz parte da ‘Operação Cadê o Preço?’ .

Equipes do Procon-AC receberam denúncias de que lojistas não estavam expondo preços e outras informações dos produtos em vendas on-line e também nas lojas. A prática é considerada ilegal pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC).

“Essa semana o Procon deu início à visitação de alguns lojistas, porque recebemos, por meio da nossa equipe de fiscalização, reclamações de consumidores de que os lojistas não estavam expondo os preços. É direito do fornecer, divulgar de forma clara as informações do produto. Isso é uma norma do CDC e precisa ser cumprida”, explicou a diretora-presidente do Procon-AC, Alana Albuquerque.

A diretora destacou que as vendas pela internet aumentaram durante a pandemia da Covid-19. Com essa grande procura, as lojas investiram mais nas publicações e divulgações dos produtores para atrair o cliente. Fornecendo promoções e benefícios.

Contudo, essas divulgações precisam ter todas as informações do produto oferecido e o preço não pode ser repassado por mensagem privadas de texto, das redes sociais ao cliente, para não gerar dúvidas sobre os valores repassados para cada cliente.

“Isso é uma prática equivocada e que fere o direito do consumidor. Passar o preço por mensagem pode ter preço divergente, precisa ser de forma clara distintamente. Por isso o CDC vem e obriga que os fornecedores e serviços sejam de forma clara para não lesar o consumidor”, afirmou.

A presidente revelou também que houve caso em que a cliente chegou na loja e o preço era diferente do valor divulgado nas redes sociais.

“Muitas vezes acontece da loja entrar em promoção e ficar a etiqueta errada. Precisam ter muito cuidado, e nosso papel é de orientar tanto o consumidor como o fornecedor para que não haja uma publicação enganosa ou desencontrada”, concluiu.

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