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Trio é condenado a 131 anos de prisão por morte de sargento no Acre
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6 anos atrásem
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por intermédio da 12ª Promotoria de Justiça Criminal, obteve nesta quarta-feira (8) a condenação de três suspeitos envolvidos na morte de João Evangelista Barbosa de Souza, que era sargento da reserva do Exército Brasileiro. O promotor de Justiça Carlos Pescador atuou no Júri.
Os jurados acataram na íntegra a denúncia do Ministério Público e reconheceram a participação de Jairo França da Silva, Tiago Alves Barbosa e Witalo Carvalho da Costa nos crimes de homicídio qualificado e integração em organização criminosa, com penas que, somadas, chegam a mais de 131 anos de prisão.
De acordo com a denúncia do MPAC, o crime teria sido motivado porque Witalo e os outros integrantes da organização criminosa suspeitavam que a vítima passava informações sobre os membros da facção para a polícia.
Como consequência, segundo o texto da Promotoria, Witalo, que chefiava a facção, determinou aos réus Tiago e Jairo que matassem a vítima.
Na tarde de 22 de agosto de 2018, João encontrava-se em casa quando foi surpreendido pelos suspeitos, que o mataram com 5 disparos de arma de fogo e 12 facadas. Ainda conforme os autos, Tiago foi o autor dos disparos e Jairo desferiu as facadas.
O MPAC denunciou os três suspeitos por homicídio qualificado e por integrar organização criminosa. As qualificadoras apresentadas na denúncia foram motivo torpe, já que o crime foi cometido para manter a “lei do silêncio” e desencorajar a colaboração dos moradores com a polícia; meio cruel, pelo excessivo número de tiros e facadas pelo corpo da vítima; e recurso que dificultou a defesa da vítima, que foi pega de surpresa ante a rápida ação dos réus.
O corpo de sentença reconheceu os pedidos formulados pelo MPAC e condenou Witalo Carvalho a uma pena de 48 anos e 11 meses de prisão; Jairo França a 42 anos e 5 meses; e Tiago Alves a 41 anos e 11 meses.
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)