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DESCASO

Em Tarauacá, ônibus escolar é flagrado em situação de descaso

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Neste domingo, 01, um ônibus escolar da Secretária Municipal de Educação de Tarauacá foi flagrado em situação de descaso.

A Reportagem do Acre.com.br apurou que, segundo informaram transeuntes que frequentam o local onde o ônibus está estacionado, há vários dias o ônibus escolar encontra-se em frente a SEME, com portas abertas, teto sem proteção, exposto à chuva, e com peças danificadas.

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Nesta tarde, após a chuva que caiu no município, o ônibus escolar estava encharcado de água em seu interior. A Reportagem fez o registro fotográfico.

Além desses ônibus, em situação de descaso, existem outros três possíveis ônibus escolares na mesma condição, no pátio do auto posto Estradão. O Secretário Municipal de Educação, Orlando Bezerra, não foi encontrado para comentar as providências que a SEME pretende realizar no sentido de consertar os veículos e não prejudicar o transporte escolar.

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ACRE

Mais um protesto contra a Prefeitura de Rio Branco: moradores ‘pescam’ em ruas esburacadas no Edson Cadaxo 

Folha do Acre, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Um grupo de moradores do conjunto Edson Cadaxo, localizado na capital acreana, fizeram um protesto inusitado no sábado (10) contra a falta de saneamento e manutenção das ruas da região.

O protesto foi contra a Prefeitura de Rio Branco que, de acordo com os moradores, não realiza nenhum tipo de manutenção no bairro há 5 anos.

“Nenhuma operação tapa-buracos foi realizada no conjunto Edson Cadaxo nos últimos cinco anos. As ruas estão intrafegáveis”, diz um dos manifestantes.

As ruas mais problemáticas do conjunto são a Bebeto Alves e Antônio Carlos, locais onde os moradores resolveram fazer o protesto simulando uma ‘pescaria’ nos buracos cheio de lamas. Os moradores também pintaram os buracos das ruas durante o protesto.

Os manifestantes afirma que a vereador Lene Petecão (PSD) já solicitou à prefeitura a recuperação das ruas do conjunto, mas até hoje nenhum serviço foi realizado no local.

De acordo com cronograma divulgado pela prefeitura, o conjunto Edson Cadaxo não está incluíndo no plano de recuperação da Operação Verão, onde serão gastos mais de R$ 50 milhões de reais.

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CIDADES

DESCASO: Prefeitura de Feijó e Governo do Estado omitem educação de qualidade para indígenas de Feijó; veja vídeos

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Veja o vídeo:

Em Feijó, professores de aldeia relatam esquecimento com a educação indígena. Advogada Laiza dos Anjos Camilo visitou aldeia e ficou estarrecida com o que viu. Sem estrutura, sem merenda, sem fogão e sem gás, com cadeiras reutilizadas e chão de barro, é assim que funciona a escola infantil Francisco Barbosa Hunikui. 

Escola Infantil Francisco Barbosa Hunikui foi construída pela própria comunidade, e desde então não recebe apoio do poder público municipal, estadual ou federal.

No município de Feijó, interior do acre, a Escola Infantil Francisco Barbosa Hunikui é negligenciada pelas secretarias de governo. Presidente da Associação Indígena e professores denunciam o esquecimento por parte do poder público. 

Localizada na aldeia São Francisco, a Escola Infantil Francisco Barbosa Hunikui, enfrenta dias difíceis. O relato do líder indígena Rui, Presidente da Associação Indígena, filho do cacique, que também é professor, é impressionte sobre o local: “Há absoluta ausência de saneamento básico e falta de água. Com a enchente do rio, o poço desapareceu, a única fonte de água fica há 30 minutos de distância da aldeia“.

E prossegue “Os professores e líderes indígenas já tentaram de tudo dentro de Feijó para solucionar os problemas da aldeia. Secretaria de Educação Municipal, pessoal da educação indígena. A falta de transporte, a insegurança e os crimes praticados contra os indígenas são alguns dos problemas mais graves“. 

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Ao Portal Acre.com.br, o Professor Alberto Nunes Barbosa, também morador da aldeia São Francisco, relatou que trabalha há sete anos como educador na aldeia, e que são muitas as dificuldades na aquisição de material didático e infraestrutura da escola, o que inviabiliza uma educação diferenciada e de qualidade. Disse que a qualidade da escola é proveniente do esforço da comunidade, e criticou a lentidão do poder público. 

Veja o vídeo:

A merendeira da escola, cujo salário nunca foi pago pelo governo, afirmou que “Não ganho pelo estado, são os professores que estão me ajudando, não temos um fogão a gás, não temos botija, não temos uma escola de qualidade, precisamos de merenda, e queria pedir apoio. Até água é difícil aqui“. 

Veja os vídeos:

Veja o vídeo:

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