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Em viagem ao Rio com novo namorado, Wanda Nara envia mensagem para ex, Icardi, que sofreu grave lesão: ‘Conte comigo’

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Em plenas férias no Rio de Janeiro com seu novo companheiro, o rapper L-Gante, Wanda Nara compartilhou neste sábado em seus stories do Instagram uma captura de tela de um bate-papo com seu ex, o jogador Mauro Icardi. Ele mostrou a mensagem que lhe enviou nesta sexta-feira, depois que o argentino sofreu uma lesão em uma partida, tendo rompido os ligamentos e o menisco do joelho direito.

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Na publicação de Wanda Nara, além disso, ela revelou parte de uma mensagem anterior que o jogador de futebol lhe havia enviado, na qual fala sobre querer reatar o relacionamento. Na sexta-feira, às 14h04, Wanda Nara enviou ao agora ex-marido a seguinte mensagem:

“Mauro, sinto muito pelo que aconteceu com você, esse joelho estava ruim há um tempo. Agora acabou, recupere-se, e o que precisar, conte comigo, os melhores [médicos] são os de Roma.” Ela continuou: “Não hesite em procurar os melhores cuidados e a recuperação é importante. Tudo vai ficar bem.”

Print publicado por Wanda Nara em suas redes sociais mostra última tentativa de Icardi de se reaproximar dela — Foto: Reprodução

Três minutos depois, ela escreveria nova mensagem: “Diga-me como posso ajudá-lo” e finalizou com “você pode contar comigo”. No entanto, embora tenha mostrado que enviou uma mensagem a Icardi após a lesão, não demonstrou se recebeu uma resposta do jogador do Galatasaray a essas mensagens.

Os seguidores dela, no entanto, se concentraram na última mensagem que ela recebeu de Icardi naquele chat, que embora não se saiba quando ele a enviou, mostra que ele estava tentando reconquistá-la: “Meu único objetivo é viver minha vida em paz, aproveitar minha vida, minha família, meus filhos, aproveitar tudo que conquistamos e construímos nesses anos e ninguém nos deu nada”.

Ele seguiu: “Valorize-se, valorize-nos e deixe-se ser feliz. Volto a repetir para você, quero tudo isso com a mulher da minha vida, que amo mais que tudo nesse mundo. Você é meu ponto fraco, minha força, minha linda princesa que amo e como prometi a sua avó no dia do nosso casamento, cuidar de você para sempre”. Wanda Nara, no entanto, não respondeu à extensa mensagem enviada pelo ex.

Por outro lado, a apresentadora da versão argentina do Bake Off fez uma segunda postagem em seus stories do Instagram, no qual desabafou sobre alguém que a questionou sobre suas ações nos últimos dias. Embora não tenha divulgado nomes, especula-se que a mensagem seria dirigida a Yanina Latorre, já que na sexta-feira a palestrante lhe disse para ir “dar uma mão” ao pai de suas filhas após a lesão que ele sofreu.

Wanda Nara enviaria outra mensagem mais tarde, após ser alvo de críticas pela publicação sobre o ex — Foto: Reprodução
Wanda Nara enviaria outra mensagem mais tarde, após ser alvo de críticas pela publicação sobre o ex — Foto: Reprodução

“A senhora que ensina a vida é informada de que desta vez enfrentará outra provação. E desta vez com alguém que vai gastar o que for preciso até aprender a falar com provas e sobretudo a pensar mil vezes antes de dar a sua opinião sobre mim como mãe, mulher ou pessoa”, escreveu Wanda Nara. “É fácil ser jornalista fingindo que é sempre o dono da verdade com mentiras ou testemunhas inventadas”, afirmou.

Na quinta-feira, Mauro Icardi deixou o campo em uma maca no meio de uma partida que disputava em Istambul. Na sexta-feira, o próprio jogador confirmou que, após os exames que realizou, foi confirmado que sofreu uma ruptura de ligamento e menisco no joelho direito.

“É hora de ficar alguns meses afastado, com um sorriso, trabalhando muito e voltando melhor. Desejo uma temporada cheia de conquistas e sucessos aos meus companheiros e a toda a família Galatasaray”, publicou nas redes sociais, também agradecendo “a todos que se preocuparam e estão próximos neste momento”.

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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