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Empresária acha caramujo dentro de tacacá no Acre: ‘fiquei desesperada e quis vomitar’
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5 anos atrásem
A empresária Samara Sarkis passou por uma experiência nada agradável na última terça-feira (8) após comprar um tacacá em um estabelecimento de Rio Branco. Ela achou um caramujo dentro do alimento quando estava terminando de tomar o alimento.
Samara só descobriu que era um caramujo depois que sentiu algo estranho na boca e colocou no garfo para ver o que era. Ela falou que ficou desesperada e tentou vomitar, mas não conseguiu. A empresária gravou vídeos mostrando o animal na comida e também alertando outros clientes sobre a situação.
Ela não revelou o nome do estabelecimento, mas garantiu que o marido ligou para o local e os donos pediram desculpa pela situação. “Falaram que tem uma pessoa exclusivamente para cuidar do controle de qualidade das folhas, mas passou. Ofereceram o dinheiro de volta, mas eu não quis. Também não quis outro tacacá”, relembrou.
Fã de tacacá, Samara destacou que sempre compra o alimento deste estabelecimento por confiar nas equipes que preparam. Após expor o caso nas redes sociais, ela disse que vários seguidores relataram que encontraram baratas, rã e até um carrapato em alimentos vendidos em outros estabelecimentos.
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Animal foi achado quando empresária estava terminando de comer — Foto: Reprodução
“Deste estabelecimento também ouvi outros relatos. Achei por bem fazer uma matéria educativa, tanto para o consumidor quanto para o estabelecimento. A ideia é não expor o local, nem funcionários e não vou entrar com ação porque acaba sobrando para o empregado que perde o emprego e o dono do estabelecimento continua fazendo a mesma coisa. Quero alertar a população que tenha esse critério de quando terminar de comer dar um feedback para o restaurante”, complementou.
Com a experiência traumática, a empresária revelou que só voltará a tomar tacacá quando ela mesma fizer em casa. “Criou um trauma grande e o que me entristece mais é que é uma comida regional, todo acreano gosta de tacacá. Faz parte da nossa rotina e ficamos reféns de estabelecimentos que não prezam pela higiene das folhas, que sabemos que vem com tudo. Fiquei desesperada e quis vomitar”, concluiu.
com informações de G1Acre
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)