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Empréstimos de governos devem ir a recorde de US$ 12,3 tri – 04/03/2025 – Mercado
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Ian Smith
O empréstimo global dos governos deverá alcançar um recorde de US$ 12,3 trilhões este ano, com o aumento dos gastos com defesa e outros setores pelas principais economias, combinado com taxas de juros mais altas, pressionando os níveis de endividamento.
O aumento de 3% na emissão de títulos soberanos em 138 países deve levar o estoque total de dívida —que foi elevado pela crise financeira global, pela pandemia de coronavírus e agora pela necessidade de maiores gastos com defesa na Europa — a um recorde de US$ 76,9 trilhões, de acordo com estimativas da S&P Global Ratings.
O foco das grandes economias na política fiscal para “lidar com crise após crise continua, e o resultado é que temos um quadro soberano muito mais endividado”, afirmou Roberto Sifon-Arevalo, chefe global de soberanos da S&P.
Isso foi agravado, acrescentou ele, por um aumento nos custos de serviço da dívida, já que os rendimentos dos títulos aumentaram consideravelmente desde o fim dos programas de compra de títulos pelos bancos centrais.
Empréstimos para financiar o aumento dos gastos “era viável e sustentável enquanto os custos de empréstimos eram os mesmos de antes da pandemia, agora isso apresenta um problema muito maior”, disse Sifon-Arevalo.
As finanças públicas em deterioração são uma preocupação crescente entre grandes investidores, com o gigante dos títulos Pimco alertando em dezembro que planejava reduzir sua exposição à dívida de longo prazo dos EUA, em parte por causa das “questões de sustentabilidade da dívida”. O investidor bilionário Ray Dalio alertou que o Reino Unido corre o risco de entrar em uma “espiral de morte da dívida”, onde precisa emprestar cada vez mais em uma venda de títulos que se autoalimenta.
Nos EUA, o maior tomador de empréstimos do mundo, “déficits fiscais elevados, altos gastos com juros e requisitos substanciais de refinanciamento da dívida” levariam a emissão de longo prazo a US$ 4,9 trilhões, disse a S&P, cujos números excluem os títulos do Tesouro de curto prazo e outras formas de empréstimos públicos, como a dívida dos governos locais.
A agência espera que o déficit fiscal do governo dos EUA permaneça acima de 6% do PIB até 2026, mas argumenta que o status do dólar como a moeda de reserva mundial de fato continuará a proporcionar aos EUA “significativa flexibilidade” em suas finanças públicas.
Folha Mercado
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A China, o segundo maior tomador de empréstimos do mundo, deve aumentar sua emissão de longo prazo em mais de US$ 370 bilhões, chegando a US$ 2,1 trilhões, à medida que gasta pesadamente para tentar reanimar sua economia doméstica. Fora dos países do G7 e da China, o empréstimo no resto do mundo deve permanecer em grande parte estável.
No geral, o estoque de dívida atingirá 70,2% do PIB global, de acordo com a S&P. Esse valor subiu constantemente desde 2022, mas está abaixo dos 73,8% alcançados em 2020, quando os governos responderam à pandemia com grandes programas de gastos.
A S&P também destacou uma deterioração substancial na qualidade de crédito de várias grandes economias desde a crise financeira global. A participação do estoque de dívida proveniente de tomadores com a classificação máxima de AAA diminuiu à medida que países como os EUA e o Reino Unido caíram da faixa superior.
O recente aumento na oferta de dívida governamental estava se combinando com a preocupação dos investidores sobre as perspectivas econômicas, criando “rendimentos mais elevados e renovadas preocupações dos investidores sobre as fracas posições fiscais em muitas economias avançadas”, disse a S&P.
Sifon-Arevalo afirmou que havia apetite dos investidores para absorver a emissão de dívida, já que os fundos de títulos viram os ativos sob sua gestão crescerem. No entanto, o custo de servir as crescentes dívidas atingiria outras ambições dos governos, como os gastos com infraestrutura, acrescentou. Isso está alimentando “mudanças nas cores políticas” ao redor do mundo.
“O crescimento de movimentos políticos mais fiscalmente conservadores não está desvinculado do fato de que você viu esse crescimento maciço nos déficits fiscais e na dívida”, disse ele.
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Atletas que participarão dos Jubs em GO recebem bandeira da Ufac — Universidade Federal do Acre
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21 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, entregou a bandeira institucional aos atletas que participarão dos Jogos Universitários Brasileiros (Jubs), que ocorrem de domingo, 23, a 5 de setembro, em Goiânia e Trindade (GO), com organização da Confederação Brasileira do Desporto Universitário. A entrega ocorreu nessa quinta-feira, 20, no hall da Reitoria, campus-sede.
“As oportunidades nascem a partir do momento em que dialogamos e temos compromisso. Quero transmitir a toda a equipe o nosso empenho de trabalhar o fortalecimento do esporte”, disse Josimar. “Eu estou neste momento como reitor por vocês, estudantes, e é com vocês que eu quero honrar esse compromisso todos os dias da minha vida, com o sentimento de união e diálogo.”

Também participaram do ato o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro; e o diretor de Arte, Cultura e Integração Comunitária, Givanildo Pereira Ortega.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Participe da Autoavaliação do Curso de ciências contábeis — Universidade Federal do Acre
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20 de agosto de 2026
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Ufac retoma reuniões presenciais dos conselhos superiores após 6 anos — Universidade Federal do Acre
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19 de agosto de 2026A Ufac retomou as sessões presenciais dos seus órgãos colegiados após quase seis anos. O retorno foi marcado pela 2ª reunião ordinária do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepex) de 2026, a qual ocorreu nesta quarta-feira, 19, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede.
As sessões passaram a ser remotas devido à pandemia da covid-19, em 2020. Depois, foram impactadas por paralisações dos servidores, crise no transporte público de Rio Branco e greve dos estudantes. “É um recomeço e o cumprimento de um dos principais compromissos assumidos durante nossa campanha eleitoral”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Este anfiteatro foi arena de grandes lutas do movimento sindical e dos próprios conselhos universitários.”
Segundo o servidor Jairo Nogueira, que atuou na intermediação do encontro com a Reitoria, a volta do formato presencial é fundamental para resgatar a interação direta entre os colegas e destravar os processos acumulados do Cepex. A sessão serviu de preparo para a reunião do Conselho Universitário (Consu), agendada para esta quinta-feira, 20.
Entre as propostas para a sessão do Consu, destacam-se reformulações no organograma da universidade, como a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, a reestruturação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, que passará a incorporar ações de inovação e o fortalecimento da autonomia do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, com a criação da figura do diretor do campus e de duas diretorias administrativas de suporte.
Por conta dos custos operacionais para o deslocamento dos 21 conselheiros de Cruzeiro do Sul, o modelo no campus do interior seguirá de forma híbrida temporariamente. A gestão está estruturando uma sala com suporte tecnológico para garantir a transmissão em tempo real, sem prejuízos aos participantes remotos. Paralelamente, nos próximos cem dias, a Reitoria pretende adaptar um espaço definitivo para as reuniões dos órgãos colegiados no campus-sede.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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