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Enquanto Trump sacode as bolsas de valores, os investidores NAB lucram na defesa da Europa | Militares

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Enquanto Trump sacode as bolsas de valores, os investidores NAB lucram na defesa da Europa | Militares

Como as tarifas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e sua mudança na política da Ucrânia de Washington enviam arrepios através de mercados globais de ações, as empresas de defesa da Europa estão voando alto quando os investidores apostam no continente que se encarrega de sua própria defesa.

Com o alcance de Trump para a Rússia e sua suspensão de ajuda militar à Ucrânia levantando dúvidas sobre o compromisso dos EUA com a segurança da Europa, os líderes europeus estão correndo para aumentar os gastos com defesa.

Depois de conquistar ganhos de dois dígitos nesta semana, as ações das principais empresas de defesa européia estão navegando em máximos de todos os tempos, à medida que os investidores procuram lucrar com a abalo “America First” de Trump da Ordem Internacional.

O Rheinmetall e o Hensoldt da Alemanha, que subiu até 9 % na quarta -feira, subiram mais de 90 % e 100 %, respectivamente, desde o início do ano.

Leonardo, da Itália, e Thales, da França, ganharam mais de 70 %, enquanto os sistemas BAE do Reino Unido subiram cerca de 40 %.

Em contraste, o referência S&P 500, que acompanha o desempenho de 500 das maiores empresas americanas, caiu quase 5 % durante o mês passado e caiu 1,5 % em comparação com o início de 2025.

“Em resposta a Trump e (presidente russo Vladimir) Putin, a Europa aumentará sua defesa gastos significativamente. Isso é muito positivo para suas empresas de defesa ”, disse Holger Schmieding, economista -chefe do Berenberg Bank, à Al Jazeera.

“Suas perspectivas de longo prazo são brilhantes. Eles também acharão mais fácil atrair talentos. ”

Declarando que a Europa havia entrado em uma “Era do Rearmamento”, o presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou na terça -feira planos de mobilizar até 800 bilhões de euros (US $ 854 bilhões) em novos gastos com defesa em quatro anos.

Von der Leyen disse que 650 bilhões de euros (US $ 694 bilhões) dos gastos podem ser alcançados pelos Estados -Membros, elevando seus orçamentos de defesa em 1,5 % do Produto Interno Bruto (PIB) – uma quase duplicação das despesas atuais.

Os planejadores militares da OTAN trabalharam na suposição de que, se a Rússia atacar a Europa, os EUA aumentariam rapidamente seus 100.000 soldados estacionados no continente para 300.000. No entanto, o governo Trump deixou claro que deseja que a Europa lidere sua defesa – questionando o quanto os EUA podem apoiar a Europa nesse cenário.

O think tank Bruegel, com sede em Bruxelas, estimou que, se a Europa não tivesse o guarda-chuva de segurança dos EUA sob a OTAN, precisaria reunir uma força de combate adicional de 300.000 soldados para repelir um ataque russo a um país europeu. Os membros europeus da OTAN têm um combinados dois milhões de soldados ativos Atualmente.

Apesar de aumentar em quase um terço de 2021 a 2024, os gastos com defesa combinados da União Europeia estão muito atrás dos EUA e ficam aquém do alvo da OTAN para gastos com 2 % do PIB.

As despesas militares da UE em 2024 chegaram a 326 bilhões de euros (US $ 348 bilhões), ou cerca de 1,9 % do PIB combinado, de acordo com a Agência de Defesa Européia.

O secretário -geral da OTAN, Mark Rutte, fala durante uma conferência de imprensa na sede da OTAN em Bruxelas, na Bélgica, em 3 de fevereiro de 2025 (Omar Havana/Pool via Reuters)

O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, disse que os membros da aliança, que incluem todos os estados, exceto quatro da UE, assim como os EUA, o Canadá e o Reino Unido, precisariam aumentar os orçamentos de defesa para “consideravelmente mais” que 3 % do PIB.

Trump, que acusou repetidamente a Europa de carregar freelações nas garantias de segurança dos EUA, pressionou para que os membros da OTAN gastassem 5 % do PIB.

“Prevemos que as despesas de defesa européia atinjam 3,1 % do PIB até 2029 e subirão mais a 3,5 % até 2032”, disse à Aledana Muharremi, analista de ações da Morningstar, à Al Jazeera.

“Se a Europa atingir 3,5 % do PIB até 2032, isso se traduziria em média para US $ 300 bilhões por ano, marcando um aumento de 70 % em relação aos níveis de 2024”.

A maior parte desse aumento dos gastos deve beneficiar os empreiteiros de defesa europeia por meio de “aumento da consolidação intra-européia de compras e indústria”, disse Muharremi.

Muharremi disse que o setor de defesa europeu também se beneficia de economias maiores de escala.

“Atualmente, a Europa importa 26 % de seus equipamentos de defesa, com 60 % dessas importações vindas dos EUA. Embora não esperemos que a Europa interrompe a compra dos EUA-dada a necessidade imediata de capacidades prontas para uso e sinergias tecnológicas de longo prazo-prevemos uma mudança significativa em direção a compras intra-européias ”, disse ela.

A indústria de defesa da Europa gerou um faturamento de 158,8 bilhões de euros (US $ 169,5 bilhões) em 2023, um aumento de 17 % em relação ao ano anterior, de acordo com a Associação de Indústrias Aeroespaciais, Segurança e Defesa da Europa.

Ainda assim, o setor de defesa do continente há muito tempo ficou para trás de sua contraparte nos EUA em termos de negócios. As empresas americanas conquistaram sete pontos na lista dos 10 empreiteiros de defesa com maior bilheteria em 2024, incluindo os cinco primeiros.

De acordo com um relatório de 2021 da Strategy &, uma unidade da PricewaterhouseCoopers, as empresas de defesa dos EUA aumentaram suas receitas 20 % para US $ 277 bilhões de 2014 a 2019, enquanto as receitas das empresas européias estagnaram no período em cerca de US $ 100,4 bilhões.

“Até agora, a indústria de defesa européia não tinha a escala de seus colegas dos EUA e foi caracterizada por um alto nível de fragmentação em termos de variedade de sistemas de armas”, disse Tobias Muller, especialista em defesa da Strategy &.

“No futuro, eles precisam impulsionar a consolidação da indústria, aumentar a eficiência e a eficácia, investir em tecnologias inovadoras de defesa e melhorar a resiliência da cadeia de suprimentos e investir em parcerias públicas-privadas”.

Muller disse que a atitude ambivalente de Trump em relação à segurança da Europa pode ser uma oportunidade de ouro para o setor de defesa europeu subir de nível.

“Esta é a ‘última chamada’ para a Europa investir em mais capacidades de defesa”, disse ele.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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