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entre treze e dezesseis anos de prisão criminal para os quatro principais acusados

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Pessoas seguram uma foto do professor de história Samuel Paty, durante uma marcha em sua homenagem, terça-feira, 20 de outubro de 2020, em Conflans-Sainte-Honorine, a noroeste de Paris.

Os dois amigos do assassino do professor Samuel Paty, Naïm Boudaoud e Azim Epsirkhanov, foram considerados culpados de cumplicidade no assassinato e condenados, sexta-feira, 20 de dezembro, a dezesseis anos de prisão criminal pelo tribunal especial de Paris.

Os dois autores da campanha de ódio contra o professor, Brahim Chnina e Abdelhakim Sefrioui, foram, por sua vez, considerados culpados de associação criminosa terrorista (AMT) e condenados respectivamente a treze e quinze anos de prisão criminal.

Os outros quatro réus receberam penas que variam de um ano a cinco anos de prisão.

A Procuradoria Nacional Antiterrorismo (PNAT) solicitou penas entre 18 meses de prisão suspensa e 16 anos de prisão criminal contra os oito arguidos, com idades entre os 22 e os 65 anos. Eles apareciam por seu envolvimento, em vários graus, no assassinato de Samuel Paty por Abdoullakh Anzorov, um jovem islâmico radical checheno, em 2020. As partes civis ficaram indignados com as requisições que consideravam “muito leniente”.

Na véspera do ataque, Naïm Boudaoud, 22 anos, Azim Epsirkhanov, 23 anos, e Abdoullakh Anzorov foram a Ruão comprar uma faca (não a usada para decapitar Samuel Paty) que será encontrada na cena do crime. Na audiência, Naïm Boudaoud e Azim Epsirkhanov repetiram que Abdoullakh Anzorov lhes tinha explicado que esta faca era “um presente” para seu avô. No dia do ataque, 16 de outubro de 2020, Naïm Boudaoud, o único que sabia dirigir, acompanhou o assassino até uma loja de armas de airsoft e o deixou perto da faculdade onde Samuel Paty lecionava.

O mundo com AFP

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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre

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2026.09.24 Visita ao laboratório Charles Mérieux (2).jpg

A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.

O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.

A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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