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Equipes de resgate recuperam 36 corpos e 82 sobreviventes da mina de ouro sul-africana | Notícias sobre mineração
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Mais centenas de sobreviventes e dezenas de corpos ainda no subsolo, de acordo com um grupo de direitos dos mineiros.
As equipes de resgate sul-africanas retiraram 36 corpos e 82 sobreviventes de uma mina de ouro em dois dias de operações, disse a polícia, acrescentando que os sobreviventes enfrentariam acusações de mineração ilegal e imigração.
Depois que nove corpos foram recuperados na segunda-feira, mais 27 foram retirados do subsolo na terça-feira, disse o brigadeiro da polícia Athlenda Mathe em um comunicado.
A polícia começou a colocar cerco à mina cerca de 150 km (90 milhas) a sudoeste de Joanesburgo, na cidade de Stilfontein, em agosto e cortar comida e água durante meses para forçar os mineiros a irem à superfície e prendê-los como parte de uma repressão à mineração ilegal.
Mais centenas de sobreviventes e dezenas de corpos ainda estão no subsolo, de acordo com um grupo de direitos dos mineiros que divulgou imagens na segunda-feira mostrando cadáveres e sobreviventes esqueléticos na mina.
Resgatar operaçõesque envolvem o uso de uma gaiola de metal para recuperar sobreviventes e corpos de um poço de mina a mais de 2 km (1,2 milhas) de profundidade, continuarão por dias. A polícia disse que forneceria uma atualização diária sobre os números.
Normalmente, a mineração ilegal ocorre em minas que foram abandonadas pelas empresas porque não são mais comercialmente viáveis em grande escala.
Mineiros não licenciados, muitas vezes imigrantes de outros países africanos, vão extrair o que resta.
‘Uma guerra à economia’
O governo sul-africano afirmou que o cerco à mina de Stilfontein é necessário para combater a mineração ilegal, que o ministro das Minas, Gwede Mantashe, descreveu como “uma guerra à economia”.
Ele estimou que o comércio ilícito de metais preciosos valia 60 mil milhões de rands (3,17 mil milhões de dólares) no ano passado.
O Ministro da Presidência, Khumbudzo Ntshavheni, disse em Novembro: “Não estamos a enviar ajuda aos criminosos. Nós vamos fumá-los.”
Mas um tribunal decidiu em Dezembro que os voluntários deveriam ser autorizados a enviar mantimentos aos homens presos, e outro decreto da semana passada ordenou que o estado lançasse uma operação de resgate, que começou na segunda-feira.
“Todos os 82 que foram presos enfrentam acusações de mineração ilegal, invasão de propriedade e violação da Lei de Imigração”, disse a polícia em um comunicado, referindo-se a todos os que foram retirados com vida na segunda e terça-feira.
O comunicado acrescentou que dois deles enfrentariam acusações adicionais de posse de ouro.
A repressão governamental, parte de uma operação chamada “Vala Umgodi” ou “Fechar o Buraco” na língua isiZulu, atraiu críticas de organizações de direitos humanos e de residentes locais.
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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