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Erdogan, da Turquia, oferece-se para mediar disputas entre Sudão e Emirados Árabes Unidos | Notícias

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O exército sudanês acusa os Emirados Árabes Unidos de fornecer armas ao seu rival, o grupo paramilitar Forças de Apoio Rápido.

Turkiye pode intervir para resolver disputas entre o Sudão e os Emirados Árabes Unidos, disse o presidente Recep Tayyip Erdogan ao chefe do Conselho Soberano do Sudão, general Abdel Fattah al-Burhan.

O exército sudanês, liderado por al-Burhan, acusa os Emirados Árabes Unidos de fornecer armas ao seu rival, o grupo paramilitar Forças de Apoio Rápido (RSF), e de prolongar a guerra no Sudão. O Emirados Árabes Unidos rejeitaram as acusações e acusou o exército de se recusar a negociar a paz com o seu inimigo.

Erdogan sugeriu na teleconferência de sexta-feira que Turkiye interviesse para resolver as disputas entre o Sudão e os Emirados Árabes Unidos, assim como mediou uma disputa entre os vizinhos do Chifre da África, Somália e Etiópia, disse a presidência turca em um comunicado sem dar mais detalhes.

Pessoas se reúnem perto de um veículo destruído após bombardeio da RSF em Omdurman, Sudão, em 10 de dezembro de 2024 (Governo do Estado de Cartum/Divulgação via Reuters)

O presidente turco também enfatizou a al-Burhan Turkiye os princípios fundamentais de proteger a integridade territorial e a soberania do Sudão e evitar que o país se torne uma arena de intervenção estrangeira, disse a presidência.

Numa declaração separada do Conselho Soberano do Sudão, al-Burhan disse que saudou qualquer papel que Turkiye pudesse desempenhar no fim da guerra e apelou a um maior investimento turco no Sudão.

“Ele expressou a sua confiança na posição do presidente e do governo turcos em apoio ao povo sudanês e às suas escolhas”, afirmou o comunicado.

O Sudão está atolado numa guerra desde meados de Abril de 2023, quando tensões de longa data entre os seus líderes militares e paramilitares eclodiram na capital, Cartum, e se espalharam para Darfur e outras regiões.

Mais de 13 milhões de pessoas foram forçadas a fugir das suas casas desde o início do conflito.

Insegurança alimentar

Cerca de 25 milhões de pessoas no Sudão devastado pela guerra enfrentam uma grave escassez de alimentos, com a fome declarada no enorme campo de Zam Zam para pessoas deslocadas, no oeste de Darfur.

Numa entrevista à agência de notícias Associated Press na quinta-feira, Carl Skau, funcionário do Programa Alimentar Mundial (PMA), citou o progresso no mês passado na obtenção de autorizações para entregar ajuda através das linhas de conflito e da fronteira do Chade. E com as estradas secando no final da estação chuvosa, o PMA consegue entregar “muito mais alimentos”, disse Skau.

Um comboio chegou a Zam Zam e outros dois estavam a caminho, mas foram retidos devido aos combates nos últimos 10 dias em el-Fasher, capital do Norte de Darfur, disse Skau.

É a única capital de Darfur ainda controlada pelas forças sudanesas. Os demais são detidos pela RSF.

A ajuda do PAM chegou a cerca de 2,6 milhões de pessoas este mês, disse Skau, sublinhando que a comunidade internacional deveria ter feito mais para resolver a crise do Sudão “e precisa de fazer mais no futuro”.



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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

Mais informações

 



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