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“ESCAPOU FEDENDO”: Prefeito de Rio Branco Marcus Alexandre escapou de ser atraído para a empresa R12.

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Na foto, publicada no Facebook e vários grupos de WhatsApp dos divulgadores da R12, o Prefeito de Rio Branco Marcus Alexandre, ao lado de um dos divulgadores da empresa R12 Investimentos. O Prefeito, abençoado seja, se livrou de ser atraído e investir dinheiro na empresa R12 Investimentos.  

O escândalo milionário envolvendo a empresa R12 Investimentos continua rendendo nas redes sociais e grupos de WhatsApp.

Segundo apurou a reportagem, o Prefeito de Rio Branco Marcus Alexandre NÃO fez investimento financeiro junto à empresa. Conforme informações não oficiais, o Prefeito de Rio Branco Marcus Alexandre apenas teve uma reunião com um grupo de investidores da empresa R12 Investimentos. Entretanto, não se associou ao empreendimento, para o qual foi formalmente convidado, inclusive para o evento da empresa realizado no Hotel Terra Verde, em Rio Branco. 

A mesma sorte não teve o empresário Roberto do Restaurante Princesinha. Segundo consta pelas redes sociais, Roberto fez vultuosa aplicação financeira junto à empresa R12 Investimentos, acreditando na seriedade do empreendimento, representado no Acre pelo jovem Gerson Costa Lima, que se apresenta ao público como o Presidente da Empresa R12 Investimento. 

Na primeira foto, divulgada nas redes sociais, Gerson Costa Lima, apresentado como o Presidente da Empresa R12 Investimentos, convence Roberto da Princesinha à aderir e investir dinheiro na empresa R12, acusada de fazer pirâmide financeira. Na segunda fotoGerson Costa Lima, com chaves de carro na cintura, comemora e ostenta a quantidade de divulgadores atraídos para o negócio da empresa R12 Investimentos. 

As vítimas da suposta fraude e negócio milionário, contrataram os advogados do ESCRITÓRIO ARAÚJO ADVOCACIA, que concederam entrevista para o canal Tv 5, de Rio Branco, explicando algumas situações sobre o caso. 

Na foto, os advogados reunidos com o empresário Roberto do Restaurante Princesinha. 

Os investidores, supostamente ludibriados, fizeram um grupo de whatsapp, denominado “DEVOLUÇÃO DO INVESTIMENTO”, administrado pelas vítimas do suposto golpe. 

Outros investidores lesados, poderão ingressar no grupo de whatsapp pelo seguinte link: https://chat.whatsapp.com/256ntHkBQLe7C6u0ABPcKI

Para mais informações:

Leia: http://www.tarauaca.net.br/empresa-de-piramide-r12-investimentos-da-o-golpe-do-seculo-diz-um-dos-investidores/

Compartilhe: http://www.tarauaca.net.br/caso-de-policia-acreanos-denunciam-possivel-piramide-financeira-da-r12/

 

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Moradores dizem que estudantes transformaram área de lazer do bairro Tangará em ponto de consumo de maconha

Contilnet, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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De manhã, à tarde e à noite, nos três turnos. Essa é frequência com que adolescentes se reúnem para consumir maconha na praça do Conjunto Tangará, em Rio Branco.

É o que denunciam moradores do entorno do lugar, que afirmam já ter comunicado o caso diversas vezes à polícia, mas que até agora, nenhuma ação foi tomada.

A praça está localizada à uma quadra da escola Lourival Sombra, de onde, segundo os moradores, vem a maioria dos estudantes que frequentam o espaço.

O diretor da escola, Josemir Raulino, disse que já recebeu informações de que estudantes de fato se concentram na praça, mas disse que não pode afirmar se eles estariam consumindo maconha.
“Eu não posso afirmar que tem aluno nosso lá usando droga porque eu nunca vi. Nós já detectamos problemas nessa ordem, mas não houve nenhuma comprovação.

Já comunicamos isso à polícia. Eles já sabem que os alunos ficam lá, não é novidade. Mas aqui dentro, posso garantir que isso não ocorre”, garantiu o educador.

Os moradores que encaminharam a denúncia dizem que a presença dos adolescentes, na maioria das vezes acompanhados por adultos, tem afugentado as famílias do espaço. Eles também afirmam que por várias vezes acionaram o 190, mas a situação não mudou.

Pelotão Escolar não atua nesses casos
O coordenador do Pelotão Escolar, unidade da Polícia Militar que atua nas escolas, tenente Carlos Nobre, disse que nesse caso específico a competência é das equipes de Rádio Patrulha, as RPs.

Ele esclareceu que o Pelotão Escolar atua de forma preventiva dentro das escolas, com palestras e acompanhamentos, mas que a ação ostensiva deve ser feita pelo 4º Batalhão, área a qual a região está subordinada.
“Se for um aluno fardado usando drogas, a gente aborda. Mas no caso que está sendo relatado, a população tem que acionar o 190”, orienta Nobre.

O oficial ainda sugeriu que a Associação de Moradores encaminhe um ofício ao comando do 4º Batalhão, cobrando rondas ostensivas na área.

A reportagem tentou sucessivos contatos com o comandante do 4º Batalhão, major Felipe Russo, mas o telefone informado estava desligado.

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MPAC denuncia 25 pessoas por tráfico tráfico de drogas e organização criminosa

Ac24horas, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por intermédio da 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Cruzeiro do Sul, ofereceu denúncia contra 25 pessoas pela prática de tráfico de drogas, associação para o tráfico, integração e comando individual ou coletivo em organização criminosa.

A operação, deflagrada pela Polícia Federal em fevereiro deste ano em Cruzeiro do Sul, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo, teve como objetivo combater o tráfico de drogas e atividades de organizações criminosas.

Na denúncia, assinada pelo promotor de Justiça substituto Júlio César de Medeiros, foram descortinados diversos crimes praticados pelos acusados, em especial relacionados ao tráfico de drogas, seja armazenando, transportando, negociando ou fornecendo substância entorpecentes.

Além da denúncia, o MPAC requereu a incineração dos entorpecentes apreendidos, com a ressalva da coleta de amostra da droga apreendida para fins de eventual contraprova, o compartilhamento de provas com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do MPAC, bem como a realização de instrução conjunta dos acusados.

O MPAC requereu ainda a manutenção das prisões preventivas já decretadas durante o processo, com o intuito de garantir a ordem pública, a conveniência da instrução criminal, além de assegurar a aplicação da lei penal.

“Encontra-se em jogo neste caso não apenas a apuração do ilícito penal perpetrado pelo representado, mas, sobretudo, a possibilidade de impedir que novos delitos venham a acontecer em Cruzeiro do Sul/AC, ainda mais quando considerado o modus operandi da conduta dos denunciados”, justifica o promotor de Justiça no pedido.

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