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Escolas da rede estadual continuam aplicação do Simula Enem com Dia D de Mobilização

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Dayana Soares

As escolas da rede estadual do Acre estão aplicando o 4° Simula Enem do programa Pré-Enem Legal. Este é o último, de uma série de simulados que foram aplicados ao longo do segundo semestre de 2024 para os 9.859 estudantes da terceira série do ensino médio da rede. 

Todas as escolas da rede estadual mobilizaram os estudantes para participar do Dia D do Simula Enem. Foto: Dayana Soares/SEE

Como parte da atividade, cada escola está promovendo o Dia D, uma ação que visa mobilizar e engajar os alunos para as provas. Desta vez, a aplicação é realizada em formato físico, com a finalidade de recriar as condições reais do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), oferecendo aos estudantes uma experiência mais próxima ao dia da prova oficial. 

A escola Professora Clícia Gadelha, situada na região do São Francisco, em Rio Branco, foi uma das unidades da rede que aplicou as provas do simulado nesta sexta, 25, e ofereceu um ambiente focado para que os estudantes pudessem vivenciar essa fase final de preparação.

Coordenador pedagógico, Jessé Lima, disse que a ação foi pensada para com base no ENEM real. Foto: Dayana Soares/SEE

“Nós organizamos tudo com base no Enem real, seguindo todas as regras e passos, desde a divulgação das provas,  identificação das salas, o que cada aluno poderia trazer, como ele deveria se portar, documentos de identificação, enfim, tentamos fazer o mais realista possível”, explicou o coordenador pedagógico da escola, Jessé Lima. 

Para Danilo Souza, aluno que sonha em conquistar a pontuação necessária para cursar Direito, o objetivo da escola foi alcançado, pois, segundo o estudante, o Dia D realizado na Clícia Gadelha foi bem semelhante ao da prova real. “Fiz Enem ano passado como treineiro e hoje aqui os padrões da prova foram seguidos. Além disso, o Pré-Enem Legal tem me ajudado com a redação”, avalia. 

Estudante Danilo Souza aprovou a metodologia adota do Simula Enem. Foto: Dayana Soares/SEE

A coordenadora pedagógica do Pré-Enem Legal, Cleice Oliveira, explica que os simulados anteriores a este foram aplicados em formato digital. “A sequência foi estruturada para permitir que os estudantes se familiarizassem gradativamente com o formato e a dinâmica das provas do Enem, possibilitando que equipes pedagógicas realizassem intervenções e acompanhamentos direcionados ao longo do processo”, pontua.

O secretário de Estado de Educação, Aberson Carvalho, ressalta que o Simula Enem é mais uma ferramenta estratégica para a melhoria da educação pública do Acre. “É uma oportunidade para que os nossos alunos tenham uma preparação sólida e direcionada para o Enem, além de promover equidade no acesso aos recursos educativos”, destaca.

Sobre o Pré-Enem Legal

O Pré-Enem Legal é um programa do governo do Acre, gerido pela Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), voltado para os alunos da rede estadual e a comunidade, com foco em ex-alunos, principalmente naqueles que concluíram os estudos no período pandêmico, oferecendo suporte gratuito e de alta qualidade.

O programa oferece a todos os estudantes da rede que estão concluindo o ensino médio e à comunidade inscrita, videoaulas produzidas e gravadas por professores especializados com conteúdos alinhados ao Enem, e garante materiais didáticos de qualidade e exercícios semelhantes à prova oficial.

Além das videoaulas, o programa também oferece aulões revisionais e podcasts, os quais são disponibilizados em diversas plataformas, desde as mais tradicionais, como TV, pelo canal Amazon Sat, até plataformas digitais YouTube e na plataforma digital CEMEAC.

Outra frente do programa são os aulões presenciais. A itinerância do Pré-Enem Legal passou, em 2024, por todas as cidades do estado, momento em que todos os alunos tiveram contato direto com professores do programa, que também oferece suporte via WhatsApp, outra interação direta com os professores.  

Nas semanas que antecederão as provas no Enem, o Pré-Enem Legal promoverá o Aulão de Véspera, que será transmitido ao vivo pelo Canal do  Youtube da Secretaria (YouTube.com/@educacaodoacre) nos  dias 1º e 7 de novembro e permitirá que estudantes de todo o Acre, incluindo os mais distantes, participem de uma revisão completa e interativa.

Veja as escolas que realizaram o Dia D do Simula Enem nesta sexta:

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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