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Estado entrega alimentos a venezuelanos abrigados na Cidade do Povo
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7 anos atrásem
O governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres (SEASDHM), em parceria com a Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio (Sepa), entregou aproximadamente 350 quilos de alimentos aos imigrantes venezuelanos que estão abrigados na Cidade do Povo.
A entrega aconteceu na tarde desta quinta-feira, 2, na Escola Campos Pereira, onde os imigrantes estão abrigados. Os produtos entregues fazem parte do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), um investimento do governo federal para que os governos estaduais comprem produção familiar e distribuam para entidades assistenciais. A ação foi de caráter emergencial devido à situação de isolamento vivenciada.
Atualmente vivem 70 venezuelanos no abrigo Foto: Neto Lucena
Estão vivendo no abrigo 70 venezuelanos indígenas da etnia Warao. Os alimentos serão entregues conforme a necessidade apresentada e a SEASDHM está buscando parcerias que garantam esse abastecimento. Desde o dia 26 de março, o Gabinete da Primeira-Dama e a secretaria, em parceria com a Fecomércio, está entregando sopas aos imigrantes e às pessoas em situação de vulnerabilidade social.
“O governo está buscando alternativas para o acolhimento dos índios venezuelanos Warao. Estamos procurando manter as tradições alimentares e sabemos que as frutas fazem parte dessa tradição. Por isso essa parceria com a Sepa, por meio do PAA, de produtos da agricultura familiar”, destacou a secretária de estado, Claire Cameli.
Aproximadamente 350 quilos de alimentos, entre frutas e verduras, foram entregues Foto: Neto Lucena
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Ciências Contábeis debate auditoria e perícia em semana acadêmica — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
5 de novembro de 2026O curso de Ciências Contábeis da Ufac realizou, na terça-feira, 3, no anfiteatro Garibaldi Brasil, a abertura da sua 3ª Semana Acadêmica (Semacon), com o tema “Auditoria e Perícia Contábil: Conectando Conhecimentos e Práticas Profissionais”. O evento continua até sábado, 7, com palestras, mesa-redonda, atividades práticas e oficinas. A programação visa aproximar a teoria acadêmica das demandas reais do mercado.
“Preparamos uma programação diversificada para ampliar as perspectivas de nossos acadêmicos e reforçar o compromisso da universidade”, disse o coordenador do evento, Marconde Silva. “Queremos que essa semana seja um marco de valorização do curso e da profissão.”
Também compuseram o dispositivo de honra na abertura do evento o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro (representando o reitor Josimar Ferreira); a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o diretor do CCJSA, Francisco Raimundo Neto; a coordenadora do curso de Ciências Contábeis, Oleides de Oliveira; a presidente do CA de Ciências Contábeis, Hanara Ferreira; e o presidente do CRC-AC, Edberto Gomes.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

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Extensão do PZ da Ufac conquista 1º e 2º lugares em Feira do Mel — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
4 de novembro de 2026Meliponicultores dos seringais Porongaba e Filipinas, na reserva extrativista (Resex) Chico Mendes, obtiveram o 1º e o 2º lugares na 1ª Feira do Mel, ocorrida de sábado, 31, a segunda-feira, 2, no Horto Florestal, em Rio Branco. Os premiados participaram de atividades de extensão desenvolvidas pelo Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac para implantação e manutenção de meliponários em propriedades rurais na Resex.
A premiação ocorreu na categoria Melhor Mel de Abelha sem Ferrão. O 1º lugar foi concedido ao mel da espécie ‘Melipona crinita’, conhecida como uruçu-amarelo; o 2º lugar ficou com o mel de ‘Melipona eburnea’, conhecida como uruçu-roxo. No concurso, também houve participação de outras duas variedades de mel de abelhas sem ferrão, provenientes do meliponário didático do PZ, das espécies ‘Melipona titania’ (uruçu-boi) e ‘Melipona grandis’ (uruçu-cinzenta).
O trabalho da equipe do PZ teve início no seringal Porongaba, foi ampliado para o seringal Filipinas e, atualmente, também alcança o seringal Venezuela. As ações envolvem acompanhamento técnico e troca de conhecimentos com os produtores. Na feira, foram expostos méis de abelhas ‘Apis mellifera’, com ferrão, e de abelhas sem ferrão, além de outros produtos.
A diferença de preço entre os tipos de mel evidencia o potencial econômico da meliponicultura. Na feira, o mel de ‘Apis mellifera’ foi comercializado de R$ 100 a R$ 120 por litro, enquanto o mel do gênero ‘Melipona’ alcançou média de R$ 300 por litro. A valorização varia conforme a produtividade entre os tipos comercializados. Uma colônia de abelhas ‘Apis mellifera’, como as italianas, pode alcançar aproximadamente 50 quilos anuais em condições favoráveis. Já para as melíponas abordadas, uma colônia pode produzir cerca de dois a quatro litros de mel por ano.
Estiveram presentes na 1ª Feira do Mel os servidores do PZ Nilson Alves Brilhante, responsável pelo setor de Entomologia e pelo Meliponário Didático; Plínio Carlos Mitoso; e Wanderson da Silva Gomes, coordenador administrativo.
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