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Estatuto de Otamendi, (sem) margem de erro e reação positiva: tudo o que disse Bruno Lage
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2 anos atrásem
Treinador do Benfica fez o lançamento do jogo com o Rio Ave e voltou a abordar exibição menos conseguida diante do Feyenoord, da Liga dos Campeões
– Naquele que será o regresso do Benfica aos jogos do campeonato como antecipa o jogo com o Rio Ave? Bah está disponível?
– Temos de reagir e fazer um grande jogo. Essa é a nossa determinação. Senti muita energia no treino estamos convictos que vamos fazer um grande jogo. É um adversário difícil, que já jogou com o FC Porto, com o Sporting, com o SC Braga, sempre com boas prestações. Joga numa linha de cinco, muito compactos, temos de encontrar o caminho do golo, e tem uma dinâmica interessante em termos ofensivos. Sobre o Bah, sim, está disponível.
– Haverá alterações em relação ao jogo com o Feyenoord, nomeadamente Otamendi? Vai sair do onze?
– Não vou individualizar. Não há lugares garantidos, nem lugares em risco. Estamos a falar do Nico [Otamendi], que se trata de um grande jogador com o passado que tem e campeão do mundo. Já venceu, tanto no Benfica como no FC Porto, também já venceu lá fora. Aquilo que toda a gente tem de fazer é trabalhar. É isso que tenho visto. As minhas decisões são em função do rendimento da equipa em termos coletivos de toda a gente e projetar o jogo seguinte. Perguntaram sobre o Nico, mas há várias situações que eu gosto de colocar na resposta para o jogo seguinte. Tenho repetido algumas vezes na equipa e tenho ficado satisfeito com muita gente que tem saltado do banco e ajudar a equipa a ser melhor. Quanto aos centrais, o António [Silva] não saiu por algum erro. Saiu por opção, por sentirmos que o Tomás [Araújo] em determinado jogo nos podia dar uma solução diferente. Resultou… A dinâmica será esta quando se joga de três em três dias. Ninguém tem lugar seguro nem o lugar em risco. É de três em três dias que vamos definido o onze. Se o Nico será titular? Não quero dizer o onze [risos].
– Como sente a equipa psicologicamente? Não teme que a equipa volte a entrar numa espiral negativa?
– A maior crítica é nossa e logo minha. Aquilo que quero a seguir aos jogos é entender o que se passou. Gosto de perceber como se ganha e como é que perdemos. Já transmiti isso aos jogadores. A melhor forma de crescermos é sermos honestos connosco mesmo. Transmitir essa mensagem aos jogadores. Não há tempo para voltar atrás. Vamos olhar para aquilo que temos de fazer amanhã para vencer e voltar a jogar bem. Preparar o jogo, motivar a equipa, com energia e a melhor estratégia, para marcarmos golos e vencer o jogo.
– Após o jogo com o Feyenoord disse que faltou alguma energia à equipa. Isso pode levar a mudanças na equipa em face do calendário carregado?
– Não temos margem de erro nas competições internas. Todos os jogos são importantes. Quando referi a questão da energia era o que via durante o jogo. Posso voltar a tocar nisso: senti que a equipa em termos ofensivos e defensivos correspondeu até sofrer o golo. Aí senti, falámos sobre isso, a equipa tentou fazer coisas à pressa. O nosso adversário a circular com muita gente no espaço interior, a vencer, levava para determinados espaços. Em vez de se manter compacta, a equipa tinha muita gente a correr. Com bola, era manter a tranquilidade, ter a posse e quisemos também fazer tudo à pressa. Esse foi o desgaste que tivemos, de manter a paciência. Sofremos um golo aos dez minutos, temos oitenta para jogar. Falámos isso ao intervalo. Nestes jogos podíamos ter feito o 2-1 aos oitenta minutos. Tínhamos dez minutos para virar. Quando falei em energia era isso. Fazer o que fizemos com Santa Clara e Gil Vicente, tínhamos de manter a tranquilidade suficiente para continuar a jogar em função do que acreditamos e criar oportunidades, que foi o que infelizmente não conseguimos. Não ganhámos três pontos aos seis que temos, agora amanhã é campeonato, senti que novamente a equipa recuperada com enorme determinação para dar uma resposta.
– O treinador do Sporting, Rúben Amorim, disse que tinha mais estabilidade. É uma desvantagem e torna o Sporting mais forte e principal favorito a vencer o campeonato?
– É muito interessante essa questão, mas não vou comentar as palavras do Rúben. Mas, o mais importante para nós é a reação. A equipa apresentar-se determinada a vencer o jogo.
– Já disse que não há intocáveis. É mais difícil retirar Otamendi do onze, tendo em conta o estatuto dele? Pode explicar o que valoriza num central?
– Estamos muito satisfeitos com a prestação dos centrais, porque qualquer um deles pode ter um desempenho muito bom. Individualizar um quando os dois têm de jogar coordenados é um exagero. O mais importante é corresponder. Se olharem para trás, quer aqui, no Wolverhampton ou no Botafogo, nunca olhei para estatutos. Tenho de tomar as decisões que acho mais indicadas a cada momento. Independentemente do estatuto, é o rendimento a cada momento.
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Revista da gestão de Guida Aquino registra legado de 8 anos — Universidade Federal do Acre
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7 de agosto de 2026A Ufac lançou a revista online “Avanços que Deixam Legado para o Futuro: 2018-2026” (124 p.). A publicação marca o encerramento da gestão da professora Guida Aquino à frente da Reitoria e reúne, em formato interativo, com dez capítulos, o balanço das principais conquistas e ações desenvolvidas pela administração superior nos últimos oito anos. O evento ocorreu nessa quinta-feira, 6, no Órgão dos Colegiados Superiores, campus-sede.
A revista serve como um registro de prestação de contas e memória institucional. O lançamento reuniu a equipe que esteve ao lado da gestão nesse período, num momento de agradecimento e celebração pelo trabalho realizado. “Agradeço o apoio e a colaboração de todos”, disse Guida.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Ufac registra fase final de construção do novo CAp no campus-sede — Universidade Federal do Acre
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7 de agosto de 2026A Ufac realizou a solenidade de registro da fase final das obras de construção do novo prédio do Colégio de Aplicação (CAp). O evento ocorreu nesta sexta-feira, 7, no campus-sede, marcando a entrega parcial do complexo educacional, que já atinge 90% de execução física. O projeto de transferência do colégio para o campus universitário foi priorizado em 2022 pela Reitoria.
A estrutura foi concebida para atender às exigências da educação básica, contando com salas de aula, refeitório, auditório, parque aquático, laboratórios de informática e pontos de acesso à internet com tecnologia wi-fi 7. Os recursos financeiros foram viabilizados por meio de emendas parlamentares do Orçamento Geral da União.
“Essa obra representa mais do que tijolos e concreto; é a realização de um compromisso com a qualidade da educação básica e com o futuro das nossas crianças no Acre”, disse a reitora Guida Aquino. Ela informou que o antigo prédio do colégio, localizado no centro da capital e tombado como patrimônio histórico da instituição, passará por revitalização para abrigar o Palácio da Cultura da Ufac.
A vice-reitora eleita, Almecina Balbino, reafirmou a continuidade dos projetos de expansão da infraestrutura da instituição. “Eu estarei sempre à disposição, de portas abertas, para seguir os mesmos passos que a professora Guida deixou.”
O diretor do CAp, Ceilton França, enfatizou a adequação do projeto arquitetônico às necessidades da educação básica. “Para nós o sonho já está acontecendo. Quando enxergamos que a construção existe, é uma construção adequada à nossa realidade da educação básica.”
A vice-diretora do CAp, Alessandra Perez Lima, destacou a relevância do novo espaço para a rotina pedagógica e acadêmica. “Muito em breve vamos deixar de ser nômades e teremos o nosso lugar. Eu olho para cada espaço aqui e já vejo essas crianças correndo e sendo felizes.”
Também participaram da cerimônia o pró-reitor de Planejamento, Alexandre Rid; o pró-reitor de Administração, Marcelo Cruz; o prefeito do campus, Artesson Cruz; além de professores, técnico-administrativos, estudantes e representantes da construtora responsável pela obra.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Reitora visita obra da passarela do curso de Medicina Veterinária — Universidade Federal do Acre
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6 de agosto de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, visitou, nesta quinta-feira, 6, a fase final da obra da passarela do curso de Medicina Veterinária, no campus-sede. A estrutura liga a Clínica de Medicina Veterinária ao Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) e deve ser entregue em duas semanas.
Segundo Guida, a construção da passarela atende a uma antiga reivindicação dos estudantes e integra os compromissos assumidos pela gestão. “Em breve estará pronta, em torno de duas semanas, e esse será mais um legado da nossa gestão”, afirmou. A reitora também agradeceu à equipe pelo trabalho, dedicação e compromisso ao longo dos últimos oito anos.
Além da passarela de Medicina Veterinária, a obra do novo Colégio de Aplicação da Ufac também está em fase de conclusão e deve ser entregue em breve.
Participaram da visita pró-reitores e membros da administração superior da Ufac.
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