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Estudante que viralizou por temer 10º ano de cursinho – 11/01/2025 – Você viu?
PUBLICADO
1 ano atrásem
Anahi Martinho
São Paulo
Após nove anos consecutivos de cursinho pré-vestibular, Ana Laura Ramazotti finalmente foi aprovada em uma faculdade pública de medicina.
A estudante viralizou no Tiktok após publicar um vídeo em que desabafava sobre seu medo de ter que fazer mais um ano de cursinho. “Esse ano, se eu não passar, vai ser meu décimo ano de cursinho e eu nunca fiquei com tanto medo na minha vida. Não aguento mais um ano. Ao mesmo tempo, não tenho uma segunda opção”, dizia ela no vídeo, publicado há uma semana.
O desabafo de Ana Laura viralizou na internet e levantou vários debates, como a defasagem da educação de base no Brasil, métodos de estudo, escolha profissional, desistência versus persistência e saúde mental de vestibulandos.
“Eu tinha muita vergonha antes. Hoje, não tenho vergonha, porque reconheço que é um privilégio ter condições de fazer cursinho. Mas não tenho mais condições psicológicas. Estou com muito medo de não passar”, disse. “Essa semana vêm os resultados e vai ser a definição de toda a minha vida.”
Após suscitar os debates, ela fez outros vídeos contando sua história. Ana Laura disse que já foi aprovada em cursos particulares por meio do Prouni (Programa Universidade para Todos) com bolsa de 50%, mas não conseguiria pagar a outra metade.
“Eu tenho nota para o Fies e para o Prouni, já consegui bolsa, mas ainda teria que pagar cerca de R$ 5 mil a R$ 6 mil, e meus pais são aposentados, então está fora de cogitação.”
Na última sexta-feira (10), a estudante fez um vídeo ao vivo conferido a lista de aprovados em medicina da UEL (Universidade Estadual de Londrina), no Paraná. Ao ver que seu nome consta na lista, a estudante chora, ajoelha no chão e é abraçada pelo namorado e pela mãe.
O vídeo já tem mais de 12 mil comentários, a maioria parabenizando a vitória da estudante. “Quando um vestibulando vence, todos os vestibulandos vencem”, escreveu uma usuária da rede. “Calando a boca de todos! Que os frustrados aprendam que para sonho não há prazo de validade. Sucesso, Ana!”, comemorou outra. “O primeiro plot de 2025, calou a boca dos juízes da internet”, brincou outro.
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PUBLICADO
23 minutos atrásem
12 de maio de 2026Notícias
publicado:
12/05/2026 05h40,
última modificação:
12/05/2026 05h49
TEMA: (IN)JUSTIÇA CLIMÁTICA: IMPACTOS NA AMAZONIA







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As melhores seguradoras do Brasil se destacam pela capacidade de cumprir obrigações, atender aos clientes e oferecer soluções adequadas aos riscos das empresas. No entanto, não existe uma única resposta universal. A escolha depende de critérios técnicos, regulatórios e operacionais que variam conforme a necessidade do contratante.
Como identificar as melhores seguradoras do Brasil
As melhores seguradoras devem atender a requisitos objetivos. Primeiro, precisam estar autorizadas pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Em seguida, devem demonstrar capacidade financeira para cumprir as indenizações.
Além disso, indicadores como o volume de prêmios, o índice de sinistralidade e o nível de reclamações ajudam a avaliar o desempenho.
Critérios técnicos de avaliação
Para selecionar uma seguradora, a empresa deve considerar critérios específicos:
- Solidez financeira: capacidade de pagamento de sinistros;
- Especialização: atuação em ramos como garantia ou engenharia;
- Estrutura operacional: atendimento e gestão de sinistros;
- Conformidade regulatória: adequação às normas da SUSEP.
Além disso, a aderência ao tipo de risco é determinante. Por exemplo, empresas que contratam seguro empresarial precisam avaliar se a seguradora compreende o setor em que atuam.
Segmentos relevantes no mercado brasileiro
O mercado de seguros no Brasil se divide em diferentes segmentos. Cada um atende necessidades específicas:
- Seguros patrimoniais e operacionais;
- Seguros de responsabilidade civil;
- Seguros de garantia;
- Seguros de engenharia.
Nesse contexto, o seguro-garantia se destaca em contratos públicos e privados. Ele assegura o cumprimento de obrigações contratuais.
Por outro lado, o seguro de risco de engenharia cobre danos ocorridos durante a execução das obras. Assim, ele atende empresas que atuam em construção e infraestrutura.
Ranking e indicadores do setor
Os rankings variam conforme o critério utilizado. Alguns consideram o volume de prêmios, enquanto outros analisam a satisfação do cliente ou a solvência.
Por isso, a empresa deve evitar decisões baseadas apenas no posicionamento no ranking. Em vez disso, deve analisar dados consistentes e compatíveis com sua necessidade.
Além disso, relatórios da SUSEP e de entidades do setor oferecem informações confiáveis sobre desempenho e participação de mercado.
Como escolher a seguradora adequada
Para escolher entre as melhores seguradoras do Brasil, a empresa deve seguir um processo estruturado.
Primeiro, identificar os riscos que se deseja cobrir. Em seguida, comparar coberturas disponíveis. Depois, avaliar as condições contratuais, os limites e as exclusões.
Além disso, a análise deve incluir suporte técnico e capacidade de atendimento. Isso garante que a seguradora responda adequadamente em caso de sinistro.
Portanto, a escolha não depende apenas do custo, mas da capacidade de resposta e da aderência ao risco.
Papel das seguradoras na gestão de riscos empresariais
As melhores seguradoras do Brasil atuam como parte da estratégia de gestão de riscos das empresas. Elas oferecem cobertura e transferem os impactos financeiros decorrentes de eventos inesperados.
Além disso, ao contratar seguros adequados, a empresa reduz a exposição a perdas que podem afetar sua operação. Por isso, a escolha da seguradora influencia diretamente a continuidade do negócio.
Consequentemente, avaliar a capacidade técnica e financeira da seguradora torna-se um passo necessário para garantir proteção efetiva e previsibilidade operacional.
Como escolher entre as melhores seguradoras com foco em risco e cobertura
As melhores seguradoras do Brasil se definem pela capacidade de atender às necessidades específicas de cada empresa. Ao considerar critérios técnicos e regulatórios, é possível estruturar uma proteção alinhada aos riscos e garantir maior estabilidade operacional.
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