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Estudantes no Paquistão continuam protestos contra suposto estupro no campus de Lahore | Notícias
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2 anos atrásem
Estudantes se manifestam depois que um estupro é relatado nas redes sociais no fim de semana.
Estudantes da cidade de Lahore, no leste do Paquistão, continuaram os seus protestos após relatos de uma violação num campus universitário.
As manifestações de terça-feira, incluindo a realização de um comício anti-assédio, ocorreram um dia depois dos protestos terem ocorrido em dois campi da faculdade, que desde então foi fechada pelo governo provincial. Pelo menos 28 estudantes ficaram feridos em confrontos com a polícia na segunda-feira.
Os protestos eclodiram em Lahore depois que se espalharam online relatos de que uma estudante foi estuprada por um segurança no campus do Punjab College for Women.
O incidente foi compartilhado pela primeira vez nas redes sociais no fim de semana. Vários relatos afirmam que o estupro ocorreu na noite de quinta ou sexta-feira no porão do campus.
Segundo o colégio, a vítima não foi identificada porque ninguém se apresentou para apresentar queixa formal, acrescentando que não foi registado nenhum incidente. denunciados à polícia e informações falsas se espalharam online.
Na segunda-feira, a polícia também inicialmente rejeitou os relatos online como “falsos”, mas depois disse que um guarda tinha sido acusado de violação, estava sob custódia e uma investigação estava em curso.
Na terça-feira, a polícia apelou novamente às pessoas com “qualquer informação sobre a alegada violação” em Lahore para informarem imediatamente as autoridades.
Uma estudante foi violada no PGC e estas pessoas estão a protestar para obter justiça para ela, mas em vez disso este governo liderado por uma “mulher” está a usar a força contra elas. Acho que protestar contra o estupro também é crime agora. pic.twitter.com/0zYmAoUx81
– Mahnoor (@_atiredsoul) 14 de outubro de 2024
Também na terça-feira, o diretor do Grupo de Faculdades de Punjab disse que as imagens do CCTV foram verificadas e não houve registro do incidente.
“Nós próprios fomos a várias esquadras de polícia, mas nenhum caso foi relatado”, disse Agha Tahir Ijaz, citado pelo jornal Dawn. Ele acrescentou que as imagens do CCTV foram compartilhadas com a polícia.
O Coletivo de Estudantes Progressistas, o grupo que convocou o protesto de terça-feira, exigiu a formação de um comitê que inclua organizações independentes de direitos humanos, representantes estudantis e juízes.
Além de uma investigação sobre o estupro relatado, eles também exigiram que o comitê investigasse a violência que eclodiu durante os comícios e o assédio de segunda-feira no Lahore Women’s College.
Os estudantes prometeram que continuariam a protestar até que a segurança fosse trazida aos campi universitários.
“Mesmo que demore um mês, continuaremos a vir para cá”, disse Adeel, um estudante de 18 anos de uma faculdade próxima que se juntou ao protesto de segunda-feira. “Feche o campus. Pendure esse guarda aqui.”
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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