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‘Eu acertei o carro do operador da lança com uma flecha. Ele estava lá dentro’: como fizemos Robin de Sherwood | Cultura

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Interviews by Chris Broughton

Este Charkhamprodutor de elenco (série 1) (2 e 3)

Richard “Kip” Carpenter, o escritor, queria que nossos bandidos fossem jovens. Certa vez, dirigi Michael Praed e escalei Ray Winstone para Scum. Então Michael interpretou Robin e Ray foi seu companheiro irmão Will Scarlet. Então vi Clive Mantle e Phil Rose em uma festa de aniversário e disse: “Vocês dois – Little John e Friar Tuck!” Marion foi mais difícil de encontrar, até que sugeri torná-la ruiva e pensei em Judi Trott, que eu havia escalado para um terrível filme de TV americano sobre Charles e Diana. Eles partiram imediatamente. Ela parecia ter saído de uma pintura de Millais.

Um acordo entre a HTV e a Goldcrest nos proporcionou um orçamento decente. Fizemos usando filme 16mm e ficou ótimo. Nosso designer de produção, John Biggs, sabia que se você construísse uma vila saxônica em um lado do campo de um fazendeiro, poderia simplesmente movê-la para o outro lado para criar uma nova vila para um episódio diferente. E como a HTV estava sediada em Bristol, tínhamos acesso fácil a muitos castelos galeses. Convidaríamos atores famosos como convidados e estabelecêssemos uma taxa máxima de £ 3.000 – não houve negociação. Diríamos: “Venha e divirta-se!” Ninguém nunca recusou a oportunidade.

Mark Ryan deveria estar em apenas uma história, como Nasir, o Sarraceno, mas se deu tão bem com os meninos que nosso produtor, Paul Knight, disse: “Por que não o convidamos para se juntar aos Merries?” Alguns anos depois, nosso coordenador de dublês, Terry Walsh, trabalhou em Robin Hood: Príncipe dos Ladrões, de Kevin Costner. Ele me telefonou e disse: “Esta, eles têm um Sarraceno!” Não havia sarraceno nas lendas – eles estavam nos copiando. Nickolas Grace, nosso maravilhoso xerife de Nottingham, também parabenizou Alan Rickman por personificá-lo tão bem.

Assista aos créditos de abertura de Robin de Sherwood

Na noite em que Michael nos disse que estava indo embora, Paul, Kip e eu fomos jantar e dissemos: “Oh, Deus, como vamos sair dessa?” Mas lendo meus livros de Robin Hood, percebi as variadas histórias de origem do personagem. Pensei: “Tivemos Loxley – onde se encaixa Robert de Huntingdon?” E então fizemos com que Huntingdon assumisse o manto. Fiquei com um pouco de pena de Michael, porque estávamos exibindo Robins em potencial na frente dele, incluindo Neil Morrissey e Paul McGann. Foi minha irmã quem sugeriu Jason Connery.

Para a música tema, Paul queria algo muito diferente da abordagem de Dick James “cavalgando pelo vale”. Ele amou a música que Clannad compôs para a série Harry’s Game. É difícil pensar em Robin de Sherwood agora sem ouvir a música do Hooded Man. Kip era um místico – e o incidente incidental de Clannad música realmente melhorou a essência popular mágica e misteriosa que tornou a série única. Desde então, muitas séries de aventuras medievais foram influenciadas por seu estilo. Porém, não tínhamos consciência de abrir novos caminhos na época. Estávamos apenas nos divertindo.

Judi Trott, interpretada Senhora Marion de Leaford

Passamos duas semanas no Pinewood Studios tendo aulas de equitação, esgrima e arco e flecha, o que nos ajudou a entrar no personagem. Marion morava na floresta e lutava ao lado dos bandidos. Eu vivi uma vida bastante protegida e treinei como bailarina antes de me dedicar ao teatro. Estou surpreso por ter sido escalado, mas me dei bem imediatamente com o resto dos Merries. Eles eram como irmãos.

‘Nós o aceitamos rapidamente’… Judi Trott e Jason Connery. Fotografia: ITV/Shutterstock

Estávamos filmando um episódio da segunda série, apresentando Gemma Craven como uma feiticeira, quando Michael nos disse que estava partindo para Nova York para aparecer no musical Os Três Mosqueteiros. Houve uma cena em que Gemma seduzia Robin e os bandidos irrompiam e quebravam o feitiço – mas durante uma tomada, dançamos pelo set cantando Give My Regards to Broadway. Houve muitas pequenas acrobacias como essa ao longo dos três anos. Foi uma filmagem muito feliz.

Nunca gostei de atirar flechas com pontas ardentes. Quando os puxamos de volta, as chamas chegaram desconfortavelmente perto de nossos rostos. Depois que Robin de Michael é morto, há uma cena em que os Merries ficam em fila e disparam flechas em um lago. Fizemos isso de uma só vez e eu fui o último. Sob pressão, com a câmera rodando, minhas mãos tremiam e a flecha caía. Fora isso, minha técnica era muito boa – embora eu tenha começado a notar membros da equipe de filmagem construindo coisas para se protegerem. Certa vez, atirei uma flecha e acertei um carro. O operador da lança estava lá dentro almoçando. Depois disso, flechas com pontas de borracha passaram a ser obrigatórias.

Jason deve ter ficado nervoso ao assumir o controle, mas os roteiros incluíam habilmente cenas em que ele tinha que conquistar cada um dos bandidos individualmente. Nós o aceitamos rapidamente, e ter um novo Robin me deu mais para jogar na terceira temporada. Marion amou e perdeu e começa cautelosa. Embora ela se apaixone por Robert lentamente, a série terminou com ela indo para a Abadia de Halstead e se tornando freira. Eu tinha decidido passar para outras coisas.

Na época, talvez eu tenha levado isso muito a sério. Olhando para trás, me sinto incrivelmente abençoado por ter feito parte da série.

O álbum da trilha sonora da edição do 40º aniversário de Clannad, Legend, já foi lançado



Leia Mais: The Guardian

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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

Estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizaram oficinas de audiovisual na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A iniciativa ensinou técnicas de produção de vídeos a moradores da reserva, com atividades de roteiro, gravação e edição, para incentivar o registro da história, da cultura e do cotidiano das comunidades.

As oficinas começaram em 6 de outubro e ocorreram em duas escolas: José Siqueira dos Santos, na comunidade Cazumbá, e Francisco Siqueira Moura, no Seguro. As atividades tiveram duração de um dia e meio em cada local e reuniram 20 participantes por comunidade, entre crianças, adolescentes e adultos.

Estudantes do ensino médio, professoras, funcionárias e bolsistas participaram da capacitação na escola José Siqueira dos Santos, localizada no núcleo da reserva. 

Foto: Beatriz Guedes


A formação foi ministrada por sete estudantes do 4º período de Jornalismo da Ufac, que desenvolveram atividades teóricas e práticas de produção audiovisual. Durante as aulas, os participantes aprenderam técnicas de elaboração de roteiros, captação de áudio e imagem, gravação e edição de vídeos. Na etapa prática, dividiram-se em grupos para produzir conteúdos sobre temas relacionados à comunidade.

A equipe foi formada pela professora Aleta Dreves e pelos estudantes Beatriz Oliveira, Islana Wiciuk, Railan Costa, Gabriela Guedes, Lauana Brito, Beatriz Guedes e Joás Linhares. 

A atividade integra uma ação de extensão do curso de Jornalismo, desenvolvida em parceria com o projeto Tecendo Teias de Aprendizagem e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Demanda da comunidade

A oficina surgiu a partir de uma solicitação dos próprios moradores da reserva. Segundo a professora Aleta Dreves, responsável pela ação de extensão, a proposta inicial era oferecer uma atividade voltada à fotografia, mas a comunidade manifestou interesse em aprender também técnicas de produção audiovisual.

A intenção é ampliar o acesso ao conhecimento na área e incentivar os moradores a produzir registros sobre a própria realidade. A formação também busca contribuir para a criação de agentes comunicadores na reserva, capazes de compartilhar histórias, tradições e experiências sem precisar sair do território para adquirir esse conhecimento.

“Os objetivos são qualificar a população da Resex para despertar conhecimento nessa área, para que, somada a outras qualificações, possamos formar agentes comunicadores, visando à possibilidade de esses jovens e adultos não precisarem sair de dentro da reserva para obter o conhecimento”, explicou Aleta.

Para adaptar as aulas à realidade dos participantes, a equipe priorizou conteúdos básicos e ferramentas acessíveis, como celulares e tablets. 

Foto: Beatriz Guedes


A proposta também considerou a possibilidade de os moradores utilizarem a internet para aprimorar o aprendizado e divulgar as próprias produções.

Durante as oficinas, os estudantes da Ufac utilizaram exemplos próximos da rotina dos participantes para facilitar a compreensão das técnicas. A produção dos vídeos também permitiu que os moradores escolhessem temas ligados à cultura, ao trabalho e às experiências vividas na reserva.

Beatriz Guedes, uma das universitárias que ministraram as aulas, explicou que o foco foi ensinar a produção de vídeos curtos, desde a gravação até a edição. A proposta é que os participantes utilizem o conhecimento para registrar acontecimentos do cotidiano e desenvolver novas produções por conta própria.

“Estamos trabalhando com produção de audiovisual e tendo uma troca de conhecimento com os alunos. Ensinamos outros modelos, mas o nosso foco é vídeos curtos, para que eles registrem o seu cotidiano e publiquem nas redes sociais”, explicou Beatriz.

Entre os temas escolhidos pelos grupos estão a castanha e as lendas da comunidade. A estudante afirmou que a escolha de assuntos conhecidos pelos moradores ajuda a aproximar o conteúdo das oficinas das experiências de cada participante.

Um dos participantes da oficina é Kairo Siqueira, de 17 anos, que integra um grupo responsável pela produção de um vídeo sobre a seringueira, o látex e o artesanato. Para ele, a oficina permitiu conhecer novas técnicas de gravação e pensar em outras possibilidades de produção de conteúdo.

“Está sendo engraçado e bem produtivo. Nós estamos aprendendo mais sobre as filmagens, sobre as nossas formas de filmagem e sobre várias outras coisas”, relatou o estudante.

Kairo Siqueira, de 17 anos, participou da oficina de audiovisual e pretende utilizar o aprendizado para produzir vídeos próprios.

Foto: Beatriz Guedes

Kairo pretende aproveitar o aprendizado para criar vídeos sobre jogos, experiências pessoais e atividades realizadas na floresta. Segundo ele, a vontade de gravar já existia, mas a oficina apresentou conhecimentos que podem ajudar a desenvolver essas produções.

A experiência também pode ampliar o uso do audiovisual por quem já tinha contato com a fotografia e a gravação de vídeos. Keven dos Santos, de 19 anos, conta que acompanha registros da reserva desde a infância, quando o pai participava de projetos com fotógrafos de Brasília. Com o tempo, ele próprio passou a gravar momentos do cotidiano e publicar vídeos em uma conta privada.

Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações. 

Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações.
Foto: Beatriz Guedes

Troca de experiências

Além dos moradores, os estudantes da Ufac também aproveitam a experiência para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Para Railan Costa, as oficinas aproximam os conteúdos teóricos das situações que os futuros jornalistas encontram fora da universidade.

“A gente espera que fiquem boas sementes, pessoas interessadas em ser comunicadoras na questão de reproduzir tudo aquilo que a comunidade tem a oferecer. E que, assim como nós viemos ensiná-los a fazer, eles também possam ensinar as outras crianças, os outros jovens, que também possam somar junto com eles aqui na comunidade”, declarou.

A ação também prevê novas etapas de formação. Segundo Aleta Dreves, estão planejados um curso mais aprofundado de audiovisual em Rio Branco, oficinas de podcast e fotografia, além de uma atividade de fotografia na comunidade, voltada ao registro do artesanato local e à produção de fotografia artística.

Tecendo Teias de Aprendizagem

A oficina de audiovisual faz parte de uma iniciativa mais ampla de extensão universitária desenvolvida na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema. O projeto Tecendo Teias de Aprendizagem surgiu a partir de demandas da própria comunidade por ações nas áreas de educação, saúde e oportunidades para jovens e trabalhadores extrativistas.

Segundo a pedagoga Socorro Siqueira, que atua na coordenação local, o projeto foi elaborado em 2025 e assumido pela Ufac no fim do mesmo ano, como um programa de extensão. As ações começaram a ser executadas no início de 2026 e incluem atividades de apoio à educação, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e produção de materiais pedagógicos para as escolas da reserva.

Para Socorro, a oficina de audiovisual contribui para aproximar os jovens da comunidade dos universitários e incentivar a expressão de suas próprias ideias. A convivência entre os grupos também permite a troca de conhecimentos entre pessoas com experiências diferentes.

“Um dos objetivos é fazer com que os jovens da comunidade se sintam em pé de igualdade, apesar de terem saberes diferentes. Perder a timidez, conseguir expressar-se como eles querem. Então, a comunicação é de fundamental importância para eles poderem conquistar os objetivos que têm”, afirmou a pedagoga.

A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.

A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.
Foto: Beatriz Guedes

Participantes da primeira etapa do projeto na escola Francisco Siqueira Moura. 

Foto: Aleta Dreves



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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