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‘Eu gosto de Nigel Farage’: Runcorn e Helsby ByElection pode ser um grande teste para Starmer | ByElection
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2 anos atrásem
Hannah Al-Othman North of England correspondent
ONa manhã de dia da semana, uma van de publicidade está tecendo pelas ruas estreitas do Runcorn Town Center. Do lado há uma imagem em preto e branco de Nigel Farage Com uma citação do líder do Reform UK: “Teremos que mudar para um sistema de saúde baseado em seguros”.
A arma inicial foi demitida Na seleção que está no horizonte desde que o deputado Mike Amesbury anunciou sua intenção de renunciar e que poderia ser um enorme teste para o governo de Keir Starmer.
Embora uma data ainda não tenha sido marcada para a votação, na quinta -feira à noite Trabalho Karen Shore selecionado, professor e vereador local, para ser seu candidato. Uma fonte da reforma, o principal desafiante do trabalho, disse que seu candidato seria anunciado no início da próxima semana.
Em julho do ano passado, a Labour venceu facilmente o assento, garantindo mais de 50% dos votos, mas agora as coisas parecem mais difíceis para o partido. Dependendo da pesquisa em que você optar por confiar, o Partido Trabalhista se apega ao assento ou perde para reformar.
A eleição foi desencadeada pela suspensão de Amesbury do Partido Trabalhista depois que ele foi filmado perfurando um constituinte em uma briga noturna em Frodsham, uma cidade em seu círculo eleitoral.
Ele recebeu uma sentença de 10 semanas de prisão e foi brevemente preso antes de sua pena de prisão ser suspensa em recurso. Logo após sua libertação, ele anunciou sua intenção de encerrar seu cargo e renunciar ao Parlamento.
No entanto, apesar das razões por trás da eleição, não é o nome de Amesbury que os eleitores descontentes aqui citam mais frequentemente entre os motivos para não votar no trabalho, mas no Starmer.
Uma fonte de reforma disse que as chances do partido provavelmente serão impulsionadas, pois também estão recebendo apoio dos eleitores conservadores de maneira semelhante em seu próprio partido. “Acho que nossa mensagem ressoa para ambos”, disseram eles.
Em Runcorn, Ruth Hayter, 76 anos, parece falar por um pedaço do eleitorado quando diz que votou em trabalho, mas achou que o partido é um “pouco decepção”.
“Eu pensei que eles eram mais para a classe trabalhadora, mas eles não parecem mais ser mais”, disse ela.
Andrew McClean, 80 anos, disse que não estaria votando. Ele votou em trabalho nas eleições gerais, mas disse: “Eles tiraram tudo de nós, o combustível de inverno, a economia e a licença de TV”.
Lynne Bennett, 70 anos, votou em julho em julho, mas desta vez ela disse que votaria na reforma, acrescentando: “Muita de nossa família fará o mesmo”.
“Não vou votar no trabalho, coloque dessa maneira”, disse ela. “E minha família (tem sido) trabalhista, todas as nossas vidas.”
Os eleitores da reforma de Runcorn não parecem ter sido adiados pela última questão do partido, com o grande deputado de Yarmouth Rupert Lowe suspenso e relatado à polícia depois que o partido alegou que ele havia feito ameaças contra sua cadeira.
Lowe disse que havia instruído advogados e sugeriu “alegações falsas e falsas” haviam sido feitas sobre ele depois que ele criticou Farage.
“Essa é uma das coisas que não me afastou”, disse Helen, uma empresária de 32 anos, acrescentando que ela votará na reforma porque: “Estou convencido de que os impostos estão subindo porque (o governo) está gastando muito com outras pessoas”.
Matthew Roberts, um pintor e decorador de 22 anos, também está desbotado pelo brigando: “Espero que eles ganhem”, disse ele. “Eu gosto de Nigel Farage.”
Bennett também disse que não a adiou. “Quero dizer, é o mesmo com o trabalho de parto”, disse ela, “com aquele Amesbury”.
É provável que o apoio da reforma seja impulsionado pelo fato de que os aposentados em particular estão “muito zangados”, disse a fonte, e “mais idosos são mais prováveis de serem propensos à eleição”.
“É uma batalha difícil”, acrescentaram, apontando para a maioria considerável de Amesbury. “Deve ser um trabalho de mão -de -obra esperado, mas acho que esses são momentos sem precedentes.”
Shore defendeu o recorde do Labour no governo, dizendo que o partido “havia atingido o chão, com consultas extras de 2M no NHS antes do prometido, entregando segurança e dignidade para os trabalhadores e aumentando o salário mínimo para 12.000 pessoas localmente”.
“Isso só está acontecendo porque temos um governo trabalhista e é um governo trabalhista que está apenas começando”, disse ela. “Agora precisamos de uma voz local forte para Runcorn e Helsby no coração do governo, para continuar entregando a mudança real de que precisamos”.
O círculo eleitoral é quase uma das duas metades, com a reforma sendo o principal oponente do trabalho em Runcorn, para o norte, mas no rico Cheshire Aldeias ao sul, os conservadores se saem melhor.
Em algumas das aldeias, os verdes também vêem o sucesso; Chris Copeman é conselheiro local de Helsby e foi confirmado como candidato a eleição do partido.
Ele espera que possa se sair bem o suficiente para levar os conservadores ao quarto lugar no dia da votação.
“Acho que poderíamos nos sair bastante bem nesta eleição”, disse ele. “É difícil saber, talvez possa haver um pouco de aperto, porque as pessoas estão realmente preocupadas com a entrada da reforma”.
Ele contraria sugestões de que as partes progressistas deveriam se afastar para o trabalho de parto, dizendo: “Você não tem um direito inerente ao governar o país, você precisa provar às pessoas que você é bom o suficiente e oferecerá coisas e fará coisas que são o que as pessoas querem ver”.
Em Helsby, os eleitores são mais simpáticos ao trabalho e conscientes do fato de que as pesquisas estão apontando para a possibilidade de um deputado de reforma.
“Sinto que tenho que votar porque sou mulher”, disse Alice Linton, 28 anos. “Mas eu realmente não sei quem votar nessa época.” Ela está preocupada, disse ela, que a reforma pode vencer e pode considerar votar em trabalho para tentar impedir isso.
“É tentador”, acrescentou seu irmão, Charlie Linton, 25 anos, que compartilha suas preocupações com o partido de Farage.
“Eu não seria fã de Starmer”, disse Teresa Bergin, 69 anos, acrescentando que ela tem preocupações com algumas das ações do governo, incluindo cortes no subsídio de combustível de inverno e pagamentos de independência pessoal (PIP), mas disse que ainda votaria em trabalho.
“Eu tenho preocupações com a reforma do ponto final”, disse ela, “não importa a vitória na reforma”.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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