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EUA dizem que RSF do Sudão cometeu genocídio e anunciam sanções a líderes | Notícias da guerra no Sudão

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O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, afirma que os EUA se comprometeram a “responsabilizar os responsáveis ​​por estas atrocidades”.

Os Estados Unidos determinaram que as Forças de Apoio Rápido (RSF) e as milícias aliadas cometeram genocídio em Sudãoanunciando sanções contra o líder do grupo.

Em comunicado divulgado na terça-feira, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, disse que a RSF realizou ataques diretos em civis e assassinaram sistematicamente homens e rapazes devido à sua etnia.

Ele também acusou o grupo de usar estupro e outras formas de violência. violência sexual contra mulheres e meninas devido à sua etnia.

“Os Estados Unidos estão empenhados em responsabilizar os responsáveis ​​por estas atrocidades”, disse Blinken.

UM foi brutal entre os militares do Sudão e os rebeldes RSF matou dezenas de milhares de pessoas e deslocou mais de 11 milhões internamente nos últimos 18 meses.

Milhares de pessoas também foram mortas por causas relacionadas com conflitos, como doenças e fome, de acordo com um estudo da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres.

“A RSF e as milícias alinhadas com a RSF continuaram a dirigir ataques contra civis”, disse Blinken.

“Essas mesmas milícias têm como alvo civis em fuga, assassinando pessoas inocentes que escapam do conflito e impedindo que os civis restantes tenham acesso a suprimentos vitais.”

O Departamento do Tesouro dos EUA também anunciou sanções contra o líder da RSF, Mohamed Hamdan Dagalo. As sanções proíbem-no de viajar para os EUA e congelam quaisquer bens baseados nos EUA que possa ter.

Organizações internacionais como a Organização Mundial da Saúde (OMS) têm lutado para aceder a áreas do Sudão onde os civis lutam para sobreviver no meio de escassez de alimentos e outros bens críticos.

“Crianças e mães subnutridas estão a morrer devido à falta de acesso a cuidados de saúde e a cólera está a espalhar-se em muitas partes do país”, disse o director regional da OMS, Hanan Balkhy, numa conferência de imprensa em Outubro.

As Nações Unidas também disseram que os países fornecendo armas à RSF e ao exército sudanês, que supostamente cometeram atrocidades, estão a “permitir o massacre” e que o fornecimento de armas deve ser cortado.

O governo sudanês disse que os Emirados Árabes Unidos (EAU) estão a armar a RSF, uma alegação que a nação do Golfo negou.

O Departamento do Tesouro dos EUA disse num comunicado na terça-feira que sanções também estavam sendo aplicadas a sete empresas de propriedade da RSF localizadas nos Emirados Árabes Unidos.

Nos últimos meses, os próprios EUA foram acusados ​​de facilitar graves violações dos direitos humanos, incluindo genocídiona Faixa de Gaza.

Lá, o seu aliado Israel levou a cabo uma campanha militar que matou 45.885 palestinianos, apoiada pela ajuda militar dos EUA. Os EUA negaram que Israel esteja cometendo genocídio em Gaza.



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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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