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EUA impõem sanções a alto ministro do governo húngaro | Política externa dos EUA
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2 anos atrásem
Flora Garamvolgyi
Os Estados Unidos impuseram sanções a um alto membro do governo húngaro por alegada corrupção, numa medida que Budapeste disse que iria contestar assim que possível. Donald Trump toma posse.
O Tesouro dos EUA acusou Antal Rogán, um assessor próximo do primeiro-ministro, Viktor Orbánde usar o seu papel para garantir benefícios financeiros para si e para os seus aliados políticos.
“Aqueles intimamente ligados ao partido político no poder adquiriram enormes impérios de participações”, disse o embaixador dos EUA em HungriaDavid Pressman, disse em entrevista coletiva. “Antal Rogán é o principal arquiteto, implementador e beneficiário deste sistema de corrupção.”
O sanções foram aprovadas ao abrigo da Lei Magnitsky Global, que proíbe indivíduos sancionados de entrar nos EUA, proíbe empresas norte-americanas de fazerem negócios com eles e congela os seus activos sob jurisdição dos EUA.
Rogán, muitas vezes referido como o “ministro da propaganda” da Hungria, está próximo de Orbán há décadas, supervisionando a sua vasta máquina mediática e as campanhas eleitorais, o que contribuiu largamente para o líder húngaro manter o poder durante quatro mandatos consecutivos. Ele dirige o gabinete de Orbán e também supervisiona os serviços de inteligência da Hungria.
De acordo com a declaração do Tesouro, o ministro “orquestrou esquemas destinados a controlar vários sectores estratégicos da economia húngara e a desviar receitas desses sectores para si próprio e a recompensar os legalistas do seu partido político”.
Orbán é o líder europeu mais próximo de Trump, e as relações entre a Hungria e os EUA tornaram-se cada vez mais tensas durante a presidência de Joe Biden, em parte devido às relações cordiais de Budapeste com Moscovo, apesar da guerra na Ucrânia.
De acordo com organismos de vigilância internacionais, a corrupção na Hungria piorou significativamente desde que Orbán assumiu o cargo em 2010. Em 2023, a Transparency International classificou o país em último lugar entre os membros da UE no seu índice de percepção de corrupção.
Há apenas seis dias, a Hungria perdeu o direito a mais de 1 bilhão de euros (mil milhões de dólares) em ajuda da UE porque “não conseguiu combater a corrupção, violou regras sobre contratos públicos e falta de controlo e transparência”.
“A corrupção mina as instituições governamentais de um país e limita o seu desenvolvimento económico, proporcionando ganhos míopes a um grupo seleto, ao mesmo tempo que priva as gerações futuras de benefícios a longo prazo”, disse Bradley T Smith, subsecretário interino do Tesouro para o terrorismo e inteligência financeira.
A mudança está em preparação para três anos.
“A designação de hoje não foi uma decisão que os Estados Unidos tomaram levianamente. Não é comum os Estados Unidos designarem um ministro titular. É ainda menos comum fazê-lo num país Aliado”, disse Pressman num comunicado.
As autoridades húngaras descreveram as sanções como a “última e mesquinha vingança” de Pressman, que tem frequentemente expressado críticas sobre o estado da democracia na Hungria.
“Este é um ato pessoal de vingança do embaixador enviado à Hungria pela fracassada administração americana… Que sorte que, em apenas alguns dias, os Estados Unidos serão liderados por pessoas que vêem o nosso país como um amigo e não como um inimigo”, O ministro das Relações Exteriores da Hungria, Péter Szijjartó, escreveu no Facebook.
Dorka Takácsy, investigadora do Centro para a Integração Euro-Atlântica e a Democracia, disse que as sanções eram “uma mensagem clara ao regime de Orbán”.
“(Rogán) é o chefe da robusta máquina de propaganda que, em grande medida, mantém o governo Orbán no poder e tem realizado duras e contínuas campanhas de comunicação antiocidentais financiadas pelo dinheiro dos contribuintes há mais de uma década,” ela disse.
Takácsy disse que retirar Rogán da lista de sanções seria um processo difícil, mesmo que haja vontade política da nova administração. “Um ministro húngaro cujas atividades minam ativamente os interesses estratégicos dos EUA não será provavelmente uma prioridade máxima, apesar da excelente relação pessoal entre Trump e Orbán ao nível das palavras”, acrescentou.
Orbán tem sido o apoiante mais leal e vocal de Trump na UE desde 2016 e admitiu publicamente ter estado envolvido no “sistema de redação de políticas” do presidente eleito.
A relação entre os dois populistas só se fortaleceu nos últimos anos, com a visita de Orbán Trump em Mar-a-Lago várias vezes.
“Depois de 20 de janeiro, os Estados Unidos da América terão um novo governo e um novo presidente. Após a sua inauguração, tomaremos as medidas legais necessárias”, disse Orbán num comunicado na terça-feira.
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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
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13 horas atrásem
19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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3 dias agoEstudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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