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Ex-atleta olímpico canadense acusado de importante caso de contrabando de cocaína nos EUA | Notícias sobre drogas
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2 anos atrásem
O snowboarder Ryan Wedding e outras 15 pessoas são acusados de enviar 60 toneladas de cocaína por ano para os EUA e Canadá.
Promotores dos Estados Unidos em Los Angeles, Califórnia, acusaram um ex-snowboarder olímpico de supostamente comandar uma grande e violenta operação de contrabando de cocaína para fora do México.
Na quinta-feira, o Departamento de Justiça divulgou uma acusação de 52 páginas acusando o atleta canadense Ryan James Wedding, de 43 anos, e outras 15 pessoas, de transportar 60 toneladas de cocaína por ano da Colômbia para o Canadá e os EUA usando produtos de longa duração. transportar semi-caminhões.
O FBI está oferecendo uma recompensa de US$ 50 mil por informações que levem à prisão e extradição de Wedding, que é considerado fugitivo e usa os pseudônimos El Jefe, Giant e Public Enemy.
Os agentes também invadiram uma mansão de luxo de US$ 5 milhões perto de Miami, no sul da Flórida, e prenderam seu proprietário, o executivo musical e dono de restaurante Nahim Jorge Bonilla, de 36 anos, que também foi citado na acusação, informou o The Miami Herald.
Bonilla supostamente recebeu 12 quilos (cerca de 44 libras) de cocaína de Wedding e de seu co-réu Andrew Clark para distribuir. De acordo com a acusação, Bonilla estava em dívida com Clark e Wedding, e os dois homens ameaçaram matar a mãe de Bonilla se ele não pagasse o que era devido.
Wedding, que competiu nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2002 em Salt Lake City, também enfrenta acusações no Canadá em um caso separado de drogas. Ele já havia sido condenado nos EUA por conspiração para distribuição de cocaína e foi sentenciado à prisão em 2010, mostram registros federais.
As autoridades dos EUA acreditam que, após a libertação de Wedding, ele retomou o tráfico de drogas para o notório Cartel de Sinaloa no México.
“Ele escolheu se tornar um grande traficante de drogas e um assassino”, disse Martin Estrada, procurador dos EUA em Los Angeles, aos repórteres na quinta-feira.
As autoridades também explicaram que apreenderam cocaína, armas, munições, dinheiro e mais de 3 milhões de dólares em criptomoedas no âmbito da sua investigação.
“Wedding, o snowboarder olímpico, passou de navegar pelas encostas para contornar uma vida de crimes incessantes”, disse Matthew Allen, o agente especial encarregado da Drug Enforcement Administration (DEA) em Los Angeles.
Das 16 pessoas acusadas de conspiração para o tráfico de drogas, quatro continuam foragidos, disse Estrada. Uma dúzia de outras pessoas foram presas na Flórida, Michigan, Canadá, Colômbia e México em conexão com o caso.
A empresa criminosa também foi supostamente responsável pelos assassinatos de dois membros de uma família indiana em 20 de novembro de 2023, em Ontário, Canadá, que foram mortos em retaliação por um carregamento de drogas roubado.
Pelo menos uma outra pessoa também foi morta pelo grupo.
O co-réu de Wedding, Clark, 34, também é cidadão canadense. Conhecido pelo pseudônimo “O Ditador”, ele foi preso pelas autoridades mexicanas no dia 8 de outubro, segundo o Departamento de Justiça.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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23 horas atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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