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ex-azul Abdelatif Benazzi se candidata para liderar o corpo da bola oval mundial
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2 anos atrásem
Em 17 de junho de 1995, Abdelatif Benazzi nem teve tempo de se levantar antes de seu try marcado contra a África do Sul, que teria sido sinônimo de classificação dos Blues para a final da Copa do Mundo de Rugby, foi invalidado pelo árbitro. Quinta-feira, 14 de novembro de 2024, certamente demorará um pouco mais para que o ex-segunda fila decida seu destino. Desta vez, a ação não acontecerá em um campo, mas sim em um hotel em Dublin (Irlanda), onde estarão reunidos os 52 membros do conselho mundial de rugby. Com, em causa, a sucessão do inglês Bill Beaumont como presidente da entidade organizadora do rugby mundial.
Abdelatif Benazzi é um dos candidatos que disputam o cargo. Enfrenta outros dois ex-internacionais, o italiano Andrea Rinaldo (4 internacionalizações) e o australiano Brett Robinson (16 internacionalizações). A votação secreta de manhã pode não ser conclusiva e, se nenhum dos três candidatos obtiver a maioria absoluta de imediato, poderá ser necessário aguardar o resultado de uma segunda volta antes de o vencedor ser anunciado no início da tarde.
O ex-jogador do Agen, de 56 anos, fez campanha sobre a separação. “Estamos chegando ao fim de um modelo, todos os jogadores do jogo estão cientes disso”, ele diz, dizendo que está convencido de que um falso rebote demais está próximo: “Todas as federações do mundo estão a perder dinheiro, incluindo a França. Corremos o risco de ver o desaparecimento, no futuro, de grandes nações, como vimos recentemente o desaparecimento de clubes ingleses ou de províncias australianas, se continuarmos assim. »
Assim ? “Continuando entre nós, sem ter uma visão universalista do rugby”, responde o atual vice-presidente da Federação Francesa de Rugby (FFR), que renunciará a esta função se for eleito chefe do World Rugby.
“Rugby de sete, uma grande oportunidade”
O objetivo do ex-capitão do XV de França é o mesmo que Bill Beaumont e outros candidatos à presidência conseguiram apresentar no passado: “globalizar o rugby”um esporte limitado a cerca de dez nações de altíssimo nível. E assim criar um mercado que fosse lucrativo para todos.
Para conseguir isso, Abdelatif Benazzi quer “fortalecer as finanças das principais nações” et “abrir para países onde o rugby está menos estabelecido”na África ou na Ásia. “O rugby de sete pode ser uma grande oportunidade de desenvolvimento nesses lugaresele explica. É festivo, interessa aos jovens e beneficiou de uma magnífica montra durante os Jogos Olímpicos de Paris. É uma língua que fala a essas nações. » Ele quer fazer as pessoas ouvirem “a beleza do rugby” para estes “nações jovens”. Mas também ouça-os, dando-lhes mais voz. “Hoje, onze países têm 70% dos direitos de voto no conselho da World Rugby. É demais, precisamos estender a mão e compartilhar. »
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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