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Ex-chefe do FBI e da CIA pede ao Senado que rejeite as escolhas de Trump, Patel e Gabbard | Administração Trump

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Robert Tait in Washington

William Webster, o único homem a chefiar o FBI e a CIA, instou o Senado dos EUA a rejeitar Kash Patel e Tulsi Gabbard, Donald Trumpnomeados como diretores do departamento e da inteligência nacional, argumentando que não são qualificados.

Escrevendo aos senadores, Webster, que tem 100 anos e foi nomeado por presidentes democratas e republicanos, apelou-lhes para “pesarem a importância crítica da liderança e experiência apartidária” e sugeriu que Patel e Gabbard não possuíam nenhum dos atributos.

“A segurança do povo americano – e das suas próprias famílias – depende disso”, escreveu ele, enfatizando a importância das audiências de confirmação do Senado que irão examinar minuciosamente os dois nomeados.

Wesbster, que foi nomeado diretor do FBI por Jimmy Carter em 1978, mirou na adequação de Patel para chefiar o FBI, o que implica que ele exibia uma lealdade excessivamente zelosa a Trump que poderia minar o Estado de direito e estabelecer um “precedente perigoso”.

“Embora a inteligência e o patriotismo do Sr. Patel sejam louváveis, o seu estreito alinhamento político com o Presidente Trump levanta sérias preocupações sobre imparcialidade e integridade”, escreveu ele.

“O seu historial de execução das directivas do presidente sugere uma lealdade aos indivíduos em vez do Estado de direito – um precedente perigoso para uma agência encarregada da aplicação imparcial da justiça.”

Patel prometeu publicamente perseguir os inimigos de Trump se confirmado e disse que um dos seus primeiros atos como diretor seria fechar a sede do FBI em Washington e abri-la como um museu para o “estado profundo” enquanto dispersava agentes pelos EUA.

Ele também publicou um livrointitulado Gângsteres do Governo, que identifica 60 indivíduos que os críticos chamam de “lista de inimigos” que poderiam ser alvo de uma administração Trump.

Webster, que foi nomeada diretora da CIA por Ronald Reagan em 1987 e posteriormente serviu sob outro presidente republicano, George HW Bush, também questionou as credenciais de Gabbard para ser diretora de inteligência nacional, uma função que a colocaria no comando geral de 18 agências de inteligência. .

“A profunda falta de experiência em inteligência de Gabbard e a difícil tarefa de supervisionar 18 agências de inteligência díspares destacam ainda mais a necessidade de uma liderança experiente”, escreveu ele.

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“A gestão eficaz da nossa comunidade de inteligência requer conhecimentos incomparáveis ​​para navegar nas complexidades das ameaças globais e para manter a confiança das nações aliadas. Sem essa confiança, a nossa capacidade de salvaguardar segredos sensíveis e colaborar internacionalmente fica severamente diminuída.”

A nomeação de Gabbard, uma antiga candidata presidencial democrata que se tornou republicana, alarmou muitos membros da comunidade de inteligência, que citaram a sua simpatia anterior para com o recentemente deposto antigo ditador sírio, Bashar Assad. Ela também foi criticada por repetir pontos de discussão pró-Kremlin na guerra da Rússia com a Ucrânia, alimentando suspeitas de que ela tem sido “preparado” pela Rússia.

Webster estava entre os 100 ex-funcionários republicanos de segurança nacional e política externa a assinar um carta endossando a oponente democrata de Trump, Kamala Harris, antes das eleições presidenciais do mês passado.



Leia Mais: The Guardian

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação-interno.jpg

O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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