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Rio Branco

Execuções continuam e mais um jovem é morto em frente de casa na capital do Acre

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Crime ocorreu no bairro Mocinha Magalhães, na tarde desta sexta-feira (27).

Um jovem de 16 anos foi executado com cinco tiros na tarde desta sexta-feira (27) em Rio Branco. O crime ocorreu no bairro Mocinha Magalhães. O Centro Integrado de Operações em Segurança (Ciosp) informou que os suspeitos fugiram do local do crime antes da polícia chegar.

A vítima morreu antes mesmo de ser atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O Instituto Médico Legal (IML) esteve no local para recolher o corpo e reaizar a perícia. A Polícia Militar segue fazendo buscas no bairro pelos suspeitos de cometer o crime.

Doze pessoas morreram de forma violenta entre os dias 9 e 23 de julho, segundo a Sesp-AC. Foto: arquivo (Foto: Aline Nascimento/G1)

Doze pessoas morreram de forma violenta entre os dias 9 e 23 de julho, segundo a Sesp-AC. Foto: arquivo (Foto: Aline Nascimento/G1)

Doze pessoas mortas em 15 dias

Mesmo com reforço de 200 policiais e operações nos bairros de Rio Branco, 12 pessoas foram mortas de forma violenta no período de 15 dias em Rio Branco.

Além dos assassinatos, 21 pessoas foram baleadas no mesmo período. Os dados, da Secretaria de Segurança Pública do Acre (Sesp-AC), apresentam uma redução de mais de 45% nas ocorrências no período. Apesar disso, duas pessoas foram mortas e outras sete ficaram feridas apenas na noite desta segunda-feira (23), na capital acreana.

O Governo do Acre anunciou, nesta quinta-feira (26), o reforço do efetivo da Polícia Militar (PM-AC) com o auxílio de 50 policiais cedidos pelos três poderes. O anúncio foi feito durante uma coletiva de imprensa na Casa Civil.

Os agentes fazem parte da segurança patrimonial e física do Tribunal de Justiça (TJ-AC), Ministério Público (MP-AC), Força Nacional, Prefeitura de Rio Branco e Gabinete Militar do Estado. Por G1Ac.

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ACRE

Dia C: Sicoob Acre entrega mais de dois mil kits em comunidades carentes da capital e interior do Estado

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Apesar da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) no estado, a Cooperativa de Créditos e Investimentos do Acre (Sicoob Acre) participou neste sábado, 4, do Dia de Cooperar, ou Dia C, atividade desenvolvida pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Direcionada em ações de combate à doença neste período, a instituição financeira entregou de forma gratuita mais de dois mil kits de higiene e proteção, com máscaras e álcool em comunidades carentes da capital e interior.

Celebrada sempre no segundo sábado de julho, a data este ano tem como tema “Atitude simples movem o mundo” realizada nos 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal. No estado, a ação do Sicoob Acre atendeu diversos bairros de Rio Branco, Acrelândia, Brasileia e Cruzeiro do Sul. Para evitar aglomerações, as entregas foram feitas pelos próprios colaboradores da entidade de forma individual nos bairros em que eles moram e os próximos.

O Dia C é marcado por diversas ações focadas na responsabilidade social em áreas da saúde, educação, lazer e meio ambiente promovidas pelos sete ramos de cooperativismo atuantes no país, incluindo o cooperativismo de crédito. A ideia é transformar a realidade social de milhares de comunidades por meio da prestação de serviços. Neste ano, as iniciativas já praticadas pelo Sicoob Acre foram ligadas ao novo coronavírus com estímulo a continuidade delas mesmo após o evento.

Presidente do Sicoob Acre, José Generoso explica que duas etapas foram desenvolvidas. “Cooperação Vem à Casa” e “Pilares e Atuação com o Compromisso Social” reuniram todas as cooperativas do estado para desenvolver iniciativas como arrecadações de alimentos e doações financeiras para atender pessoas carentes, além de ajudar instituições do ramo que tenham sido afetadas e correm risco de extintas com direcionamento para os colaboradores e seus familiares.

“O maior compromisso do Sicoob Acre não é o lucro, mas sim ofertar um retorno social positivo e concreto nas comunidades onde estamos inseridos. Neste ano, distribuímos kits de proteção com álcool em gel e máscaras. Também ofertamos orientações de como prevenir a doença em casa e outros ambientes. Abraçamos a causa do Dia C desde a primeira edição como forma de contribuir com a população, isso me deixa muito realizado e feliz”, relata Generoso.

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ACRE

Igreja que ignorou quarentena e reuniu mais de 100 fiéis no AC é alvo de representações do MPF

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Representações cível e criminal foram enviadas para MP-AC investigar prática.

CAPA: Reunião com mais de 100 fiéis na Assembleia de Deus virou alvo de representações do MPF — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre.

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus virou alvo de uma representação do Ministério Público Federal (MPF), após ter reunido mais de 100 fiéis em uma reunião durante a quarentena, na Avenida Antônio da Rocha Viana, em Rio Branco.

O encontro de líderes religiosos foi flagrado por uma equipe da Rede Amazônica Acre, no último dia 18. Em contato com a reportagem no dia seguinte, o presidente do templo sede da Assembleia de Deus, pastor Luiz Gonzaga, confirmou que reuniu entre 100 a 120 fiéis no templo.

O G1 tentou contato com o pastor nesta segunda-feira (29), mas não obteve resposta até a última atualização desta matéria.

O MPF divulgou que enviou, por meio de uma Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC), uma representação cível e criminal contra a igreja e também o pastor Luiz Gonzaga, por desrespeitarem o decreto governamental que proíbe encontros religiosos durante a pandemia do novo coronavírus.

O número de infectados pelo novo coronavírus passou de 13,1 mil, segundo o boletim da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) desta segunda.

Mais 360 pessoas já morreram vítima da Covid-19 no estado. Outras 7.188 mil pessoas se curaram da doença.

Em nota, o MPF destacou que além de crime, a reunião também é um ilícito contra a saúde pública.

Outro ponto detalhado é que a igreja já teria promovido dois encontros durante a quarentena por causa da pandemia do novo coronavírus.

Ainda na divulgação, o órgão federal detalha que as aglomerações ajudam na propagação e proliferação do novo coronavírus. Além disso, os religiosos têm praticado encontros virtuais e cultos pela web para continuar atendendo os fieis durante a quarentena.

Devido à pandemia do novo coronavírus, cultos e outros encontros religiosos, que possam gerar aglomerações, estão proibidos desde março no estado, quando o governo publicou decreto de suspensão das atividades não essenciais.

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