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Exército mobilizado, HRW destaca número de mortos – DW – 08/11/2024

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Moçambique enviou soldados às ruas para ajudar a manter a ordem após três semanas de protestos contra o partido no poder isso tem sido acusado de manipular as eleições do mês passado para prolongar o seu quase meio século no poder.

Na sexta-feira, a Human Rights Watch (HRW) disse que pelo menos 30 pessoas foram mortas em Moçambique durante a repressão das forças de segurança aos distúrbios.

Esse número de mortos não inclui a violência registada em 7 de Novembro, quando a polícia e os soldados dispersaram milhares de manifestantes na capital, Maputo.

Manifestantes fogem da polícia durante uma "desligamento nacional" contra o resultado eleitoral, no município de Luís Cabral, em Maputo, Moçambique
O número de mortos pode ser muito superior a 30Imagem: Siphiwe Sibeko/REUTERS

Numa conferência de imprensa na noite de quinta-feira, o porta-voz militar, general Omar Saranga, disse que o exército apoiaria a polícia para reprimir os distúrbios.

O país de 34 milhões de habitantes está nervoso, com o palácio presidencial sob forte vigilância e forças de segurança patrulhando as ruas.

“Em momentos como este, com manifestações a decorrer em algumas regiões, o nosso papel estende-se também ao apoio às forças de segurança na manutenção da ordem pública e da paz”, disse Saranga.

Moçambique: Novos protestos sobre resultados eleitorais contestados

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Fogo e barricadas enquanto a polícia dispara gás lacrimogêneo e balas de borracha

Milhares de manifestantes provocaram incêndios e barricaram estradas na capital, Maputo, na quinta-feira, na maior manifestação de dissidência desde as eleições de 9 de Outubro. em resposta, a polícia disparou gás lacrimogêneo e balas de borracha.

O candidato do partido no poder, Frelimo, Daniel Chapo, foi declarado vencedor das eleições presidenciais há duas semanas, dando continuidade ao domínio do partido de esquerda na política moçambicana desde a independência de Portugal em 1975.

Mais de um milhão de pessoas foram mortas na guerra civil de Moçambique, que se arrastou por quase duas décadas antes da paz ser assinada em 1992. Desde então, o país tem tentado seguir em frente, mas os insurgentes provocaram o aumento das tensões no norte do país, que é de maioria muçulmana.

Moçambique declara vencedor das eleições em meio a agitação latente

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você é (AP, AFP)



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Nota da Andifes sobre os cortes no orçamento aprovado pelo Congresso Nacional para as Universidades Federais — Universidade Federal do Acre

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publicado:
23/12/2025 07h31,


última modificação:
23/12/2025 07h32

Confira a nota na integra no link: Nota Andifes



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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre

A Ufac, a Associação Paradesportiva Acreana (APA) e a Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer realizaram, nessa quarta-feira, 17, a entrega dos equipamentos de halterofilismo e musculação no Centro de Referência Paralímpico, localizado no bloco de Educação Física, campus-sede. A iniciativa fortalece as ações voltadas ao esporte paraolímpico e amplia as condições de treinamento e preparação dos atletas atendidos pelo centro, contribuindo para o desenvolvimento esportivo e a inclusão de pessoas com deficiência.

Os equipamentos foram adquiridos por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD), em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro, com o objetivo de fortalecer a preparação esportiva e garantir melhores condições de treino aos atletas do Centro de Referência Paralímpico da Ufac.

Durante a solenidade, a reitora da Ufac, Guida Aquino, destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Sozinho não fazemos nada, mas juntos somos mais fortes. É por isso que esse centro está dando certo.”

A presidente da APA, Rakel Thompson Abud, relembrou a trajetória de construção do projeto. “Estamos dentro da Ufac realizando esse trabalho há muitos anos e hoje vemos esse resultado, que é o Centro de Referência Paralímpico.”

O coordenador do centro e do curso de Educação Física, Jader Bezerra, ressaltou o compromisso das instituições envolvidas. “Este momento é de agradecimento. Tudo o que fizemos é em prol dessa comunidade. Agradeço a todas as instituições envolvidas e reforço que estaremos sempre aqui para receber os atletas com a melhor estrutura possível.”

O atleta paralímpico Mazinho Silva, representando os demais atletas, agradeceu o apoio recebido. “Hoje é um momento de gratidão a todos os envolvidos. Precisamos avançar cada vez mais e somos muito gratos por tudo o que está sendo feito.”

A vice-governadora do Estado do Acre, Mailza Assis da Silva, também destacou o trabalho desenvolvido no centro e o talento dos atletas. “Estou reconhecendo o excelente trabalho de toda a equipe, mas, acima de tudo, o talento de cada um de nossos atletas.”

Já o assessor do deputado estadual Eduardo Ribeiro, Jeferson Barroso, enfatizou a finalidade social da emenda. “O deputado Eduardo fica muito feliz em ver que o recurso está sendo bem gerenciado, garantindo direitos, igualdade e representatividade.”

Também compuseram o dispositivo de honra a pró-reitora de Inovação, Almecina Balbino, e um dos coordenadores do Centro de Referência Paralímpico, Antônio Clodoaldo Melo de Castro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre

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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre

A Orquestra de Câmara da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 17, uma apresentação musical no auditório do E-Amazônia, no campus-sede. Sob a coordenação e regência do professor Romualdo Medeiros, o concerto integrou a programação cultural da instituição e evidenciou a importância da música instrumental na formação artística, cultural e acadêmica da comunidade universitária.

 

A reitora Guida Aquino ressaltou a relevância da iniciativa. “Fico encantada. A cultura e a arte são fundamentais para a nossa universidade.” Durante o evento, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, destacou o papel social da arte. “Sem arte, sem cultura e sem música, a sociedade sofre mais. A arte, a cultura e a música são direitos humanos.” 

Também compôs o dispositivo de honra a professora Lya Januária Vasconcelos.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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