POLÍTICA
Fabricio Queiroz é nomeado como número 2 da Segura…
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1 ano atrásem
Lucas Mathias
Candidato a vereador derrotado na eleição do ano passado, em Saquarema, o PM da reserva Fabricio Queiroz foi nomeado, nesta segunda-feira, 13, como subsecretário de Segurança e Ordem Pública da cidade. A publicação, feita com data retroativa do último dia 10, consta no Diário Oficial do município, localizado na Baixada Litorânea do Rio, no interior do estado. E traz a assinatura da prefeita Lucimar Vidal, que chegou ao comando local no último pleito pelo PL, partido da família Bolsonaro.
O novo cargo foi comemorado por Queiroz. Em seu perfil nas redes sociais, ele agradeceu à prefeita pela “confiança” e lembrou sua trajetória na PM fluminense. “Sou policial militar reformado com trinta anos de experiência na segurança pública no estado do Rio de Janeiro e pretendo aplicar todo o meu conhecimento técnico e minha experiência profissional em prol da população deste maravilhoso município! Me sinto muito honrado com a nobre missão”, escreveu, junto a uma foto sua com a bandeira do Brasil e os dizeres “em defesa da família brasileira”.
Sem exercer função pública desde que deixou o gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro (PL) na Assembleia do Rio — onde foi acusado de coordenar um esquema de rachadinhas, em processo que nunca foi julgado —, Queiroz tentou se eleger nos últimos dois pleitos, sem sucesso.
Em 2022, buscou colar sua imagem à do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para chegar, filiado ao PTB, a uma vaga na mesma Alerj. Sem um apoio enfático do capitão, contudo, não teve votos suficientes. Depois, chegou a revelar mágoas com a postura do aliado político. “Na urna dele, não teve voto meu. Certamente, votou em alguém mais preparado. Fiquei chateado, mas ele como político raiz sabe o que está fazendo”, disse, na ocasião.
Já neste ano, depois de mudar seu domicílio eleitoral para Saquarema, candidatou-se a vereador no município e, mais uma vez, não se elegeu. Desta vez, contudo,teve o apoio do senador Flávio Bolsonaro, que pediu votos para ele durante agenda de campanha na cidade fluminense. Na ocasião, Queiroz esteve junto do congressista e da então candidata à prefeita, Lucimar Vidal. Antes, o PM da reserva chegou a trabalhar como motorista por aplicativo na cidade — mas, na época, destacou que não foi por dificuldades financeiras, já que tinha “salário de R$ 14 mil e pouco” como “subtenente da PM remunerado”.
Como subsecretário de Segurança em Saquarema, Queiroz ainda não teve seu salário divulgado. Na nomeação, porém, consta que seu cargo é de símbolo CCE-15, o que indica que é um dos postos com maior remuneração na Administração Pública da cidade, acima dos 10 mil reais.
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POLÍTICA
A articulação para mudar quem define o teto de jur…
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9 meses atrásem
5 de maio de 2025Nicholas Shores
O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN).
A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica.
Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.
A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira.
Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.
Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios.
Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.
A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.
Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.
Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.
Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.
Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.
Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.
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