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‘Famílias inteiras’ mortas na Síria lutando, diz a ONU | Notícias das Nações Unidas
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Centenas relatados mortos em violência na região costeira da Síria, que é fortemente povoada por alawitas.
Famílias inteiras, incluindo mulheres e crianças, foram mortas na região costeira da Síria como parte de uma série recente de sectário assassinatos por grupos rivais, disse o Escritório de Direitos Humanos da ONU.
A onda de violência eclodiu na última quinta-feira, quando grupos armados leais ao ex-presidente Bashar al-Assad emboscou forças de segurança na província de Latakia, matando pelo menos 16 membros das forças de segurança, de acordo com o Ministério da Defesa.
Os ataques se transformaram em violência sectária, com as forças pró-governo agitando as províncias costeiras fortemente povoadas por alawitas, bem como pelas províncias próximas de Hama e Homs, matando pessoas, às vezes famílias inteiras, ruas, casas, telhados.
Dos aproximadamente 1.000 civis mortos, quase 200 estavam em Baniyas, de acordo com o Observatório Sírio para os Direitos Humanos do Reino Unido, um monitor de guerra.
A Al Jazeera não foi capaz de verificar independentemente o número de mortos.
“Em várias instâncias extremamente perturbadoras, famílias inteiras-incluindo mulheres, crianças e indivíduos com combate-foram mortas, com cidades e aldeias predominantemente alawitas direcionadas em particular”, disse o porta-voz do escritório de direitos humanos da ONU, Thameen Al-Kheetan, na terça-feira.
Ele disse que os relatórios iniciais indicaram que os autores, que não foram identificados, eram membros de grupos armados que apoiavam as autoridades intermediárias da Síria e os associados ao ex -governo.
“Eles parecem ter sido realizados de forma sectária, em governadores de Latakia e Hama – supostamente por indivíduos armados não identificados, membros de grupos armados supostamente apoiando as forças de segurança das autoridades do zelador e por elementos associados ao antigo governo”.
No domingo, a nova presidência do país liderada pelo presidente interino Ahmed Al-Sharaa anunciou a formação de um comitê de invasão de fatos para “investigar as violações contra os civis e identificar os responsáveis por eles”. Ele disse que apresentaria suas descobertas dentro de 30 dias e que os considerados responsáveis por violações seriam encaminhados ao judiciário.
“A nova Síria está determinada a consagrar a justiça e o Estado de Direito, proteger os direitos e liberdades de seus cidadãos, impedir a vingança ilegal e garantir que não há impunidade”, disse Yasser Al-Farhan, porta-voz do novo comitê de busca de fatos, disse uma entrevista coletiva em Damascus na terça-feira.
Farhan acrescentou que o comitê estava trabalhando na “coleta e revisão de evidências” relacionadas à onda de violência.
Quando Al-Assad caiu em dezembro passado, os analistas sírios temiam que houvesse ataques de vingança contra a comunidade alawita-o segundo maior grupo religioso da Síria depois dos muçulmanos sunitas.
Até agora, o Escritório de Direitos Humanos da ONU documentou o assassinato de 111 civis e espera que o pedágio seja significativamente maior, disse Al-Kheetan. Desses, 90 eram homens; 18 eram mulheres; E três eram crianças, acrescentou.
“Muitos dos casos documentados foram de execuções sumárias. Eles parecem ter sido realizados de forma sectária ”, disse Al-Kheetan a repórteres. Em alguns casos, os homens foram mortos a tiros na frente de suas famílias, disse ele, citando testemunhos de sobreviventes.
A Human Rights Watch também pediu às novas autoridades da Síria para garantir a responsabilidade pelos assassinatos em massa.
“Os novos líderes da Síria prometeram romper com os horrores do passado, mas abusos graves em uma escala impressionante estão sendo relatados contra predominantemente sírios alawitas na região costeira e em outros lugares da Síria”, disse o vice -diretor regional da HRW, Adam Coogle.
“Ação do governo para proteger civis e processar os autores de tiroteios indiscriminados, execuções sumárias e outros crimes graves devem ser rápidos e inequívocos”, acrescentou.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac entrega computadores para coordenações de PPGs — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), da Ufac, entregou notebooks e computadores para as coordenações e as secretarias dos programas de pós-graduação (PPGs) da instituição. A solenidade ocorreu nesta sexta-feira, 28, no auditório da Pró-Reitoria de Graducação, campus-sede. Na ocasião, foram abordadas pautas como a liberação de mais de R$ 400 mil em recursos do Programa de Apoio à Pós-Graduação, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.
“A pesquisa e a pós-graduação foram a base que me consolidaram na gestão universitária. Queremos dialogar com os coordenadores para atender às demandas de pessoal, de espaço e de ajuste de fluxo”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Trataremos com a mesma atenção os mestrados acadêmicos, os mestrados profissionais e os programas em rede. Isso é uma condição mínima de trabalho para cada programa no seu dia a dia.”
Para o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti, a medida visa fortalecer a infraestrutura de apoio à produção científica e tecnológica regional. “São equipamentos novos, com boa configuração, que vão dar suporte aos coordenadores comandarem esses programas tão necessários para o desenvolvimento da pesquisa, da inovação e da pós-graduação em nossa região”, comentou.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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