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Final da NWSL traz confronto raro: os dois melhores times da liga | NWSL

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Megan Swanick

Tseu sábado em Kansas City, NWSL os fãs testemunharão um dos confrontos de campeonato mais emocionantes dos últimos tempos. O Orlando Pride está em busca de um final de livro de histórias para um ano cativante. Mas eles devem superar o ascendente campeão de 2021, Washington Spirit, apoiado por um novo técnico e uma classe sensacional de novatos.

A final de sábado marca um raro encontro do campeonato da NWSL entre os primeiros e segundos colocados da temporada regular. Uma peculiaridade interessante do sistema de playoffs americano – valorizado por alguns, criticado por outros – é que tudo pode acontecer na pós-temporada. Surpresas pontuais são sempre possíveis, e o melhor time da temporada regular nem sempre é coroado campeão no final.

Basta olhar para o Inter Miami na Major League Soccer: os astros do Herons estabeleceram um recorde de pontos a caminho do MLS Supporters Shield e, em seguida, imediatamente perdeu na primeira rodada dos playoffs. Na NWSL, a final do ano passado viu os times quarto e sexto colocados da temporada regular disputarem o troféu do campeonato. O número 6, Gotham, levou a coroa. Em 2022, os times segundo e quinto colocados chegaram à final, com o segundo colocado Portland Thorns saindo vitorioso. Em 2021, uma disputa entre o terceiro e o quarto colocados viu o terceiro colocado, Washington Spirit, vencer seu primeiro campeonato. Você entendeu.

Mas este ano os fãs da NWSL que desejam ver um confronto entre os times com os melhores registros da temporada regular estão com sorte. E o número 1, Orlando, está entre as histórias esportivas mais emocionantes do ano.

O Pride ficou 24 jogos sem perder desde a temporada passada, um novo recorde da liga, a caminho do NWSL Shield. Liderado pelo técnico do ano da NWSL, o inglês Seb Hines, Orlando ultrapassou Chicago nas quartas-de-final dos playoffs e dispensou Kansas City no último domingo para chegar à final pela primeira vez em sua história.

O sucesso desta temporada vem depois de o time ter passado por dificuldades desde que entrou na liga em 2016. Antes desta temporada, o Orlando havia chegado aos playoffs apenas uma vez, em 2017, onde foi facilmente derrotado pelos Thorns. Foi nessa temporada que Marta, uma das maiores jogadoras da história, ingressou no Orlando. E mesmo aos 38 anos, ela ainda consegue proporcionar momentos de genialidade. Na semifinal da semana passada, ela ultrapassou vários defensores para marcar um gol notável que decidiu o jogo.

Não que ela esteja levando toda a glória para si. O brasileiro diz que o diferencial da equipe neste ano é a forte “mentalidade” que permeia a lateral.

“Eles dão tudo”, disse ela sobre seus companheiros de equipe. “Eles não pensam apenas em si mesmos. Eles pensam apenas na equipe. E trazemos esse espírito a cada jogo, não importa o que aconteça.”

Com nove gols e uma assistência na temporada regular, Marta teve um ano incrível. Mas algumas adições também foram essenciais para o sucesso do Pride. No topo dessa lista está Barbra Banda. O avançado zambiano foi o melhor marcador do clube na temporada regular com 13 golos em 22 jogos. Ela também não desistiu na pós-temporada: apesar da atenção redobrada dos defensores adversários, ela marcou três gols em dois jogos dos playoffs até agora.

Mas, como bem enfatizou Marta, a magia do Orlando é a dinâmica de sua equipe. Com quatro jogadores de Orlando na equipe olímpica de Paris, vencedora da medalha de prata do Brasil (incluindo a suplente Angelina), a coesão do Como as Canarinhas jogadores afetou o Pride. E embora os artilheiros muitas vezes ganhem as manchetes, a defesa do Orlando tem sido imensa. Os 13 jogos sem sofrer golos do Pride são os maiores da liga. Em 26 jogos na temporada regular, sofreu apenas 20 gols, o menor total do campeonato. E também estabeleceram um recorde da liga ao ficar 554 minutos sem sofrer golos.

A louvável defesa do Orlando será vital para vencer o Washington neste sábado. O ataque fluido e dinâmico do Spirit marcou 51 gols na temporada regular este ano, perdendo apenas para o Kansas City Current, que estabeleceu um recorde da liga com 57. O Washington é liderado pelo ex-técnico do Barcelona Jonatan Giráldez, que assumiu o comando no verão depois de vencer a segunda Champions. Título da liga com os catalães. O estilo revitalizado do Spirit tem muita influência espanhola: Adrian Gonzalez, que foi treinador interino até a chegada de Giráldez após o final da temporada europeia, incutiu princípios na primeira metade da temporada que lançaram as bases para uma transição tranquila no meio do ano.

Nem tudo foi tranquilo. Várias lesões no final da temporada abalaram um time emocionante do Spirit. Dois meio-campistas importantes – o veterano Andi Sullivan e o vencedor do Estreante do Ano, Croix Bethune – estiveram ausentes no final da temporada. A estrela do USWNT, Trinity Rodman, cujos oito gols e seis assistências fazem dela a maior contribuidora do Washington Spirit, deixou o campo em uma cadeira de rodas após spams nas costas em setembro, mas está de volta à ação.

Apesar desses contratempos, o Washington está entre os times mais fascinantes da liga. O segundo lugar foi merecido, assim como o progresso nos playoffs, que os viu vencer duas vezes após a prorrogação (e pênaltis na semifinal) diante de uma multidão com ingressos esgotados.

Dado o calibre das equipes, a final parece estar próxima, embora o Orlando Pride entre como favorito. Independentemente do resultado, os fãs podem esperar se divertir.



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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