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Floridianos voltando para casa depois de Milton enfrentarem engarrafamentos e escassez de combustível | Furacão Milton
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2 anos atrásem
Oliver Milman and agencies
Milhares de pessoas que fugiram do avanço Furacão Milton estão enfrentando escassez de combustível, detritos e longos engarrafamentos enquanto retornam às comunidades danificadas da Flórida que enfrentam longas reconstruções.
Milhões de pessoas foram instadas a evacuar antes de Milton, que atingiu o oeste da Flórida na quarta-feira como um furacão de categoria 3, causando mais de uma dúzia de mortes, casas arruinadas e inundações, provocando uma série de tornados destrutivos. Mais de 1,5 milhão de pessoas ainda estão sem energia após a tempestade.
Muitos dos que evacuaram estão tentando voltar para casa, mas enfrentam dificuldades para fazê-lo, com o tráfego congestionado na área de Tampa Bay.
A escassez de combustível também está afetando o estado, com longas esperas pela gasolina para aqueles que buscam voltar para casa. A Flórida criou três locais de distribuição de combustível, onde os residentes podem obter 10 galões de gasolina gratuitamente cada um, e está planejando instalar mais.
As autoridades disseram que um número incomum de pessoas foi evacuado antes da chegada de Milton, atendendo aos terríveis aquecimentos sobre o impacto potencial da tempestade, que a certa altura se tornou um evento de categoria 5.
Milton atingiu comunidades costeiras apenas duas semanas depois de terem sido atingidas pelo furacão Helene. Os cientistas disseram que ambas as tempestades se tornaram mais fortes e proporcionaram chuvas extras devido à crise climática, devido ao Golfo do México excepcionalmente quente.
Na cidade costeira de Punta Gorda, a prefeita Lynne Matthews disse que as equipes de resgate só tiveram que salvar três pessoas das enchentes após a passagem de Milton, em comparação com 121 resgatados das enchentes de Helene.
“Então as pessoas ouviram a ordem de evacuação”, disse Matthews em entrevista coletiva na sexta-feira, observando que as autoridades locais garantiram que os residentes as ouvissem. “Tínhamos equipes com megafones percorrendo todas as nossas comunidades de casas móveis e outros lugares para informar às pessoas que precisavam evacuar.”
Muitos daqueles que voltaram para casa enfrentam uma longa recuperação enquanto vasculham suas propriedades junto com equipes de limpeza.
“O paraíso ainda é o paraíso, apesar desta bagunça”, disse Pat Hurst, que junto com seu marido, Bill, mora em Siesta Key, uma ilha barreira perto de Tampa, desde 2011 e a visita há mais de duas décadas. “Dito isto, limpar-se de um furacão enquanto tentava se preparar para outro foi muito estressante.”
Joe Biden está planejando visitar as comunidades afetadas na Flórida no domingo, onde deverá pedir novamente a Mike Johnson, o presidente republicano da Câmara, que devolva o Congresso para fornecer mais ajuda para a recuperação de desastres. Até agora, Johnson recusou-se a fazê-lo.
Ron DeSantis, governador da Flórida, disse que até agora está satisfeito com o apoio federal ao seu estado. “Ele basicamente disse, vocês sabem, vocês estão fazendo um ótimo trabalho. Estamos aqui para ajudá-lo”, disse ele quando questionado sobre suas conversas com Biden. “Enviamos uma grande solicitação e fomos aprovados para o que queríamos.”
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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