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Fogos de artifício em casa no Havaí provocam explosão mortal, matando pelo menos três | Notícias sobre crimes

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Tanto o governador do estado como o prefeito de Honolulu prometeram reprimir os fogos de artifício ilegais após a explosão.

Uma explosão provocada por fogos de artifício matou pelo menos três pessoas em um bairro residencial em Honolulu, no Havaí, marcando um início trágico para o novo ano na ilha de Oahu. Dois foram declarados mortos no local.

A explosão aconteceu pouco depois da meia-noite, horário local (10h GMT), de quarta-feira, enquanto os foliões comemoravam a chegada do Ano Novo. Cerca de 20 outras pessoas ficaram feridas.

A explosão ocorreu em uma casa, e imagens de drones mostram uma profusão de fogos de artifício explodindo em uma coluna de fumaça contra o céu noturno.

Jim Ireland, diretor do Departamento de Serviços de Emergência de Honolulu, disse que viu muitas queimaduras e “ferimentos do tipo explosão” quando chegou ao local da explosão, inclusive causados ​​por estilhaços.

“Estou no EMS (serviços de emergência médica) há mais de 30 anos e esta é provavelmente a pior ligação que já recebi, no que diz respeito à imensa tragédia e quantidade de pacientes e à gravidade dos ferimentos, ”Irlanda disse.

Ele explicou que os ferimentos exigiram uma “resposta massiva”. O departamento da Irlanda mobilizou 10 ambulâncias e ele notou também a presença de ambulâncias do corpo de bombeiros federal.

A explosão ocorreu não muito longe de uma base conjunta da Força Aérea e da Marinha dos Estados Unidos. Carros de bombeiros da vizinha Pearl Harbor responderam ao local.

Em entrevista coletiva, Justin Brownfield, representante do Corpo de Bombeiros de Honolulu, disse que sua agência também enviou oito unidades e dois chefes de batalhão. Ele descreveu “enormes destroços” no local.

“As unidades iniciais no local foram confrontadas por dezenas de vítimas, incluindo muitas que eram críticas”, disse Ireland, descrevendo as suas impressões iniciais da cena.

O governo dos EUA alerta frequentemente sobre os riscos associados ao uso amador de fogos de artifício durante a temporada de férias.

A Comissão de Segurança de Produtos de Consumo, uma agência governamental, relatórios que oito mortes e cerca de 9.700 feridos foram atribuídos ao uso de fogos de artifício somente em 2023.

Nenhum detalhe foi revelado sobre a causa da explosão de fogos de artifício de quarta-feira em Honolulu.

Mas o governador do Havaí, Josh Green, denunciou o uso de fogos de artifício não permitidos em um declaração respondendo à explosão.

O uso de fogos de artifício aéreos, bem como fogos de artifício terrestres, como faíscas e fontes, são considerados ilegal em Oahu.

“Como o combate aos fogos de artifício ilegais tem sido uma prioridade, estabelecemos a Força-Tarefa de Fogos de Artifício Ilegais no ano passado para identificar e interromper as cadeias de abastecimento”, disse o Governador Green na declaração de quarta-feira.

“Até o momento, foram apreendidas 227 mil libras (103 mil kg) de fogos de artifício ilegais, mas incidentes como este nos lembram dos desafios contínuos que enfrentamos.”

O prefeito de Honolulu, Rick Blangiardi, também emitiu um comunicado de imprensa à mídia local prometendo aplicar penas mais duras contra aqueles que usam fogos de artifício ilegalmente.

“Este incidente é um doloroso lembrete do perigo representado pelos fogos de artifício ilegais, que colocam vidas em risco, esgotam os recursos de nossos socorristas e perturbam nossas comunidades”, disse Blangiardi no comunicado.

“Ano após ano, uma minoria de indivíduos coloca-nos a todos em perigo de forma imprudente. Isto é absurdo e inaceitável. Minha administração continua comprometida em trabalhar com agências federais e estaduais para acabar com esse comércio ilegal de fogos de artifício de uma vez por todas.”

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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