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Formatura de 500 idosos no EJA: o sorriso deles na festa é pura inspiração; vídeo

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Com. a capoeira, este projeto social do Rio de Janeiro, melhora significativamente a vida de quem tem Parkinson, resgatando o equilíbrio e a autoestima. - Foto: @parkinsonnaginga

Que emoção! A formatura dos 520 idosos no EJA do PI, chamado Alfabetiza Piauí, foi a coisa mais linda. Os depoimentos sobre resgate da dignidade e do sonho de aprender a ler e escrever mostram muito sobre essas pessoas simples, que no passado não puderam estudar. Conquista para eles e inspiração para quem acompanha pelas redes sociais.

Aos 86 anos, Maria de Lourdes da Costa foi a primeira da família a voltar para escola, obrigada a abandonar ainda criança. Animada, a idosa também levou o filho Pedro, de 63 anos, para a sala de aula e os dois também se formaram na grande festa em Teresina.

“Quem diria que eu estaria aqui, me formando com minha mãe? A gente pensava que era tarde demais, mas estava errado. Agora, vamos continuar estudando juntos”, contou Pedro, emocionado.

Ajuda para estudar

A oradora Maria de Fátima Araújo, de 71 anos, emocionou a todos, quando disse que “aprender a ler e escrever” é muito muito mais do que parece porque todos ali vão multiplicar os saberes e estimular mais pessoas a fazer o mesmo.

O programa, além de alfabetizar, dispõe de acompanhamento pedagógico, transporte, alimentação e bolsa de R$ 800. Esse valor é pago em três etapas: matrícula, frequência e participação nas avaliações.

Em 2022, a taxa de analfabetismo no Piauí era de 17,23%, a mais elevada do país, seguida por Alagoas e pela Paraíba. Para o governo do estado, o programa é prioridade para “quitar uma dívida histórica com gerações”, como costuma repetir o governador Rafael Fonteles, segundo a Secretaria de Educação do Piauí.

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Formatura com muita festa e alegria

A festa de formatura comemorou a vitória dos 520 estudantes do Programa Alfabetiza Piauí, vindos de 33 municípios do estado. Os depoimentos dos formandos são a coisa mais linda.

“Aprendemos a ler e, agora, um livro inteiro cabe dentro de nós”, disse Maria de Fátima Araújo, de 71 anos, oradora da turma, que emocionou a plateia.

Dona Maria de Lourdes da Costa, de 86 anos, vestida com a beca de formanda e um sorriso largo no rosto, era pura alegria. “Uma criancinha com 15 anos se formando”, brincou.

Ela disse que reencontrou o prazer na vida ao aprender a ler e escrever. E afirmou que é muito mais do que realizar um sonho, é seguir adiante, avançar.

No Brasil, cerca de 9,3 milhões de brasileiros ainda são analfabetos, o equivalente a 7% da população.

A festa de formatura de 520 idosos no EJA do Piauí, foi a coisa mais linda. O sorriso e as lágrimas nos olhos disseram muito sobre a conquista. - Foto: Secretaria de Educação PI A festa de formatura de 520 idosos no EJA do Piauí, foi a coisa mais linda. O sorriso e as lágrimas nos olhos disseram muito sobre a conquista. – Foto: Secretaria de Educação PI  “Aprendemos a ler e, agora, um livro inteiro cabe dentro de nós”, disse Maria de Fátima Araújo, de 71 anos, oradora da turma, que emociona a plateia. Foto: Gov. PI “Aprendemos a ler e, agora, um livro inteiro cabe dentro de nós”, disse Maria de Fátima Araújo, de 71 anos, oradora da turma, que emociona a plateia. Foto: Gov. PI

Emoção pura, mas muito orgulho e inspiração também, veja:



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac entrega computadores para coordenações de PPGs — Universidade Federal do Acre

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Entrega de notebooks e PCs (2).jpg

A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), da Ufac, entregou notebooks e computadores para as coordenações e as secretarias dos programas de pós-graduação (PPGs) da instituição. A solenidade ocorreu nesta sexta-feira, 28, no auditório da Pró-Reitoria de Graducação, campus-sede. Na ocasião, foram abordadas pautas como a liberação de mais de R$ 400 mil em recursos do Programa de Apoio à Pós-Graduação, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

“A pesquisa e a pós-graduação foram a base que me consolidaram na gestão universitária. Queremos dialogar com os coordenadores para atender às demandas de pessoal, de espaço e de ajuste de fluxo”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Trataremos com a mesma atenção os mestrados acadêmicos, os mestrados profissionais e os programas em rede. Isso é uma condição mínima de trabalho para cada programa no seu dia a dia.”

Para o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti, a medida visa fortalecer a infraestrutura de apoio à produção científica e tecnológica regional. “São equipamentos novos, com boa configuração, que vão dar suporte aos coordenadores comandarem esses programas tão necessários para o desenvolvimento da pesquisa, da inovação e da pós-graduação em nossa região”, comentou.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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