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Forro de prata? Por que uma startup australiana está apostando em um boom solar de cobre | Energia
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Peter Hannam
Se uma startup australiana conseguir o que quer, o lado positivo do boom solar global passará a ser o cobre – antes que as reservas do material se esgotem.
A SunDrive Solar, apoiada por investidores como Malcolm Turnbull e o bilionário Mike Cannon-Brookes, espera que a sua célula solar à base de cobre possa atingir escala comercial através de uma parceria com a Trina Solar, um dos maiores produtores mundiais de painéis.
Consumindo cerca de um sétimo da produção anual de prata, os painéis solares fotovoltaicos (PV) poderão representar até 98% das reservas mundiais de prata, de acordo com as tendências e tecnologias actuais, até 2050, Pesquisadores da Universidade de Nova Gales do Sul discutir.
A SunDrive espera que suas células solares à base de cobre sejam catapultadas do estágio piloto para o mercado na Austrália e além, por meio de uma joint venture planejada com a Trina. Foi solicitado financiamento da primeira rodada do programa Solar Sunshot, de US$ 1 bilhão do governo albanês, para construir 1 gigawatt de módulos solares por ano em uma localidade no oeste de Sydney.
“O cobre é 1.000 vezes mais abundante e 100 vezes mais barato por quilo do que a prata”, afirma Natalie Malligan, presidente-executiva da SunDrive. “Ele também traz benefícios de desempenho para que você possa gerar mais eletricidade por célula.
“Começaremos a substituir a tecnologia de cobre do SunDrive à medida que nossas ferramentas atingirem escala comercial”, diz Malligan.
A SunDrive deterá a maior parte da joint venture com a Trina, com investimento para a primeira etapa de produção de módulos na casa das “centenas de milhões” de dólares, diz ela.
O mercado fotovoltaico da Austrália tem cerca de 6 GW de capacidade por ano – mas poderá expandir-se à medida que os preços dos módulos continuarem a cair. A capacidade global de painéis solares aproxima-se dos 1.000 GW anuais – a maior parte na China – superando a procura de menos de 600 GW.
“Estamos em uma situação de enorme excesso de oferta no momento (mas) isso vai se acalmar porque o mercado dobra a cada três anos”, diz Renate Egan, chefe do Centro Australiano de Energia Fotovoltaica Avançada, com sede na UNSW. Em uma década, “esperamos que sejam 10 ou 20 GW por ano” somente na Austrália.
A Trina, que possui capacidade para construir mais de 120 GW apenas de painéis solares, tem desenvolvido fábricas desde os Emirados Árabes Unidos até ao Vietname e aos EUA, e está interessada em desenvolver uma base de produção também na Austrália.
Edison Zhou, chefe da Trina na Austrália, diz que a produção de módulos com SunDrive pode começar já em 2026 “se tudo correr bem e conseguirmos o financiamento” da Australian Renewable Energia Agência. Arena está gerenciando o programa Sunshot.
“Vemos a Austrália como um mercado valioso”, diz Zhou, acrescentando que sua empresa deseja trazer toda a cadeia de fornecimento – do processamento de silício ao wafer, célula e módulo – para o país.
Se a adoção da tecnologia de células à base de cobre da SunDrive for bem-sucedida, inclusive com sua maior eficiência de geração, a Trina poderá considerar usá-la em outras plantas, diz ele.
após a promoção do boletim informativo
Malligan diz que a SunDrive colabora com a Trina em sua tecnologia desde 2019, acrescentando que a empresa chinesa está “entusiasmada com sua potencial aplicação global”.
Os custos laborais relativamente elevados da Austrália podem não ser um grande obstáculo, uma vez que a maior parte do processo é automatizada, diz Zhou. A fábrica inicial empregaria entre 300 e 400 pessoas.
SunDrive Trina e AGL Energy também estão considerando desenvolver um segundo local de produção em Hunter Valley para desenvolver componentes de painel “upstream”, como células solares.
A operação Hunter também poderia permitir exportações, diz Malligan.
Tal como acontece com o plano do módulo, o apoio do investimento de capital da Sunshot e também os subsídios para a produção inicial seriam críticos, dizem as empresas.
Egan diz que a “melhor relação custo-benefício para o governo” seria que as empresas australianas aprendessem com os seus parceiros chineses muito maiores, dada a sua posição dominante no sector. “É quase impossível inovar (na indústria) neste momento”, diz ela.
“Você pode construir uma linha, colocá-la em funcionamento e começar a entender o setor, os processos e o aprimoramento de habilidades”, diz Egan.
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Ufac lança projeto voltado à educação na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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6 de fevereiro de 2026A Ufac lançou o projeto de extensão “Tecendo Teias de Aprendizagem: Cazumbá-Iracema”, em solenidade realizada nesta sexta-feira, 6, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas. A ação é desenvolvida em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Associação dos Seringueiros da Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema.
Viabilizado por meio de emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), o projeto tem como foco promover uma educação contextualizada e inclusiva, com ações voltadas para docentes e estudantes da reserva, como formação em metodologias inovadoras, implantação de hortas escolares, práticas agroecológicas sustentáveis e produção de um documentário com registros da memória cultural da comunidade.
A reitora Guida Aquino destacou a importância da iniciativa. “É um momento ímpar da universidade, que cumpre de fato seu papel social. O projeto nasce a partir da escuta da comunidade, com apoio fundamental do senador Petecão, que tem investido fortemente na educação.” Ela também agradeceu o apoio financeiro para funcionamento da instituição. “Se não fossem as emendas, não teríamos fechado o ano passado com energia, segurança e limpeza garantidas.”
Petecão frisou que o investimento em educação é o melhor caminho para transformar a realidade da juventude e manter as comunidades nas reservas. “Não tem sentido incentivar as pessoas a deixarem a floresta. O mundo todo quer conhecer a Amazônia e o nosso povo quer sair de lá. Está errado. A reserva Cazumbá-Iracema é um exemplo de paz e organização, e esse projeto pode virar referência nacional.”

Ele reafirmou seu apoio à universidade. “A Ufac é um patrimônio do Acre. Já destinamos mais de R$ 40 milhões em emendas para a instituição. Vamos continuar apoiando. Educação não tem partido.”
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, explicou que a proposta foi construída a partir de escutas com lideranças da reserva. “O projeto mostra que a universidade pública é espaço de formulação de políticas. Educação é direito, não mercadoria.” Ele também defendeu a atualização da legislação que rege as fundações de apoio, para permitir a inclusão de moradores de comunidades extrativistas como bolsistas em projetos de extensão.
Durante o evento, foram entregues placas de agradecimento à reitora Guida Aquino, ao senador Sérgio Petecão e ao pró-reitor Carlos Paula de Moraes, além de cestas com produtos da comunidade.
A reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema possui cerca de 750 mil hectares nos municípios acreanos de Sena Madureira e Manoel Urbano, com 18 escolas, 400 estudantes e aproximadamente 350 famílias.
Também participaram da mesa de honra o coordenador do projeto, Rodrigo Perea; o diretor do Parque Zoobotânico, Harley Araújo; o chefe do ICMBio em Sena Madureira, Aécio dos Santos; a subcoordenadora do projeto, Maria Socorro Moura; e o estudante Keven Maia, representante dos alunos da Resex.
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Grupo de pesquisa da Ufac realiza minicurso sobre escrita científica — Universidade Federal do Acre
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6 de fevereiro de 2026O grupo de pesquisa Elos: Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional, da Ufac, realiza o minicurso Escrita Científica em 12 de fevereiro, em local ainda a ser definido. A ação visa proporcionar uma introdução aos fundamentos da produção acadêmica. A carga horária do minicurso é de duas horas e os participantes receberão certificado. As inscrições estão disponíveis online.
Serão ofertadas duas turmas no mesmo dia: turma A, às 13h30, e turma B, às 17h20. A atividade é coordenada pela professora Graziela Gomes, do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas.
A metodologia inclui exposição teórica e atividades práticas orientadas. A atividade abordará técnicas de citação, paráfrase, organização textual e ética na escrita científica, contribuindo para a redução de dificuldades recorrentes na elaboração de trabalhos acadêmicos e para a prevenção do plágio não intencional.
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Ufac realiza formatura de alunos do CAp pela 1ª vez no campus-sede — Universidade Federal do Acre
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30 de janeiro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de certificação dos estudantes concluintes do ensino médio do Colégio de Aplicação (CAp), referente ao ano letivo de 2025. Pela primeira vez, a solenidade ocorreu no campus-sede, na noite dessa quinta-feira, 29, no Teatro Universitário, e marcou o encerramento de uma etapa da formação educacional de jovens que agora seguem rumo a novos desafios acadêmicos e profissionais.
A entrada da turma Nexus, formada pelos concluintes do 3º ano, foi acompanhada pela reitora Guida Aquino; pelo diretor do CAp, Cleilton França dos Santos; pela vice-diretora e patronesse da turma, Alessandra Lima Peres de Oliveira; pelo paraninfo, Gilberto Francisco Alves de Melo; pelos homenageados: professores Floripes Silva Rebouças e Dionatas Ulises de Oliveira Meneguetti; além da inspetora homenageada Suzana dos Santos Cabral.

Guida destacou a importância do momento para os estudantes, suas famílias e toda a comunidade escolar. Ela parabenizou os formandos pela conquista e reconheceu o papel essencial dos professores, da equipe pedagógica e dos familiares ao longo da caminhada. “Tenho certeza de que esses jovens seguem preparados para os próximos desafios, levando consigo os valores da educação pública, do conhecimento e da cidadania. Que este seja apenas o início de uma trajetória repleta de conquistas. A Ufac continua de portas abertas e aguarda vocês.”

Durante o ato simbólico da colocação do capelo, os concluintes reafirmaram os valores que orientaram sua trajetória escolar. Em nome da turma, a estudante Isabelly Bevilaqua Rodrigues fez o discurso de oradora.
A cerimônia seguiu com a entrega dos diplomas e as homenagens aos professores e profissionais da escola indicados pelos concluintes, encerrando a noite com o registro da foto oficial da turma.
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