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Fotos mostram seca do Rio Acre, que chegou a 1,90 metro durante estiagem na capital acreana

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Com um 1,90 metro neste sábado (23), o Rio Acre já enfrenta uma das piores secas em Rio Branco. Imagens captadas pelo fotógrafo Juan Diaz mostram a atual situação do manancial. A primeira chuva registrada na capital foi no último dia 17, porém, a quantidade registrada não chegou a 1 milímetro, conforme dados da Defesa Civil Municipal. Já neste sábado (23), uma fina chuva caiu em Rio Branco.

O esperado para todo mês de julho é 29,1 milímetros de chuva. Contudo, as previsões apontam dias sem chuvas significativas nas próximas semanas e, consequentemente, em agosto e setembro.

A fotos do rio mostram lixo e entulhos nas margens. Inclusive, na última quarta-feira (20), equipes da Defesa Civil Municipal e do Departamento Estadual de Estradas e Rodagens (Deracre) fizeram um trabalho de limpeza embaixo da Ponte Juscelino Kubitschek, conhecida como ponte metálica, para retirar entulhos e balseiros.

Sem chuva e com o baixo nível do rio, a Defesa Civil iniciou o abastecimento de água a 2,9 mil famílias da capital. São 18 comunidades rurais e periurbanas que estão sendo atendidas na Operação Estiagem, iniciada no último dia 11. Em uma semana, foram mais de 700 mil litros de água.

Em 2021, a operação atendeu 17 comunidades com mais de 8,3 mil beneficiados. A ação é feita desde 2019.

Rio Acre se aproxima da menor cota já registrada na capital acreana, 1,30 metro em 2016 — Foto: Juan Diaz/Arquivo pessoal

Rio Acre se aproxima da menor cota já registrada na capital acreana, 1,30 metro em 2016 — Foto: Juan Diaz/Arquivo pessoal

Menor cota

O Rio Acre se aproxima da menor cota já registrada desde 1971, ano em que começou a ser monitorado. A menor marca foi 1,30 metro, no dia 17 de setembro de 2016, segundo a Defesa Civil Municipal.

Assim como nos outros anos, o nível do rio começou a baixar em maio deste ano, mas, em junho, o período de estiagem ganhou força. A partir de então, começou a sofrer um decréscimo com poucos dias de estabilidade.

Defesa Civil Municipal e Deracre fizeram a retirada de balseiros embaixo da Ponte Metálica — Foto: Juan Diaz/Arquivo pessoal

Defesa Civil Municipal e Deracre fizeram a retirada de balseiros embaixo da Ponte Metálica — Foto: Juan Diaz/Arquivo pessoal

Dados da Defesa Civil de Rio Branco mostram que até abril a capital acreana tinha uma relativa quantidade de chuva que mantinha o nível do Rio Acre alto. A partir de maio, as chuvas ficaram abaixo da média.

Os dados mostram que:

  • Maio – era esperado 102,8 mm e choveu 63,50 mm;
  • Junho – era esperado 36,5 mm e choveu 71,30 mm;
  • Julho – é esperado 29,1 mm e até esta terça (19) choveu 00,6 milímetro.

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NAI da Ufac realiza evento cultural sobre arte, corpo e inclusão — Universidade Federal do Acre

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1º Evento Cultural Entresentidos-2026 (2).jpg

O Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), da Ufac, realizou a abertura do 1º Evento Cultural Entresentidos: Arte, Corpo e Inclusão, nessa quinta-feira, 24, na modalidade online. Nesta sexta-feira, 25, o evento teve sua etapa presencial no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede. A iniciativa faz alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro.

A Ufac conta com mais de 700 estudantes com deficiência matriculados nos campi sede e Floresta, em Cruzeiro do Sul. O evento marca a transição institucional do NAI, que, a partir da recente reestruturação administrativa da universidade, passou a integrar a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), criada há pouco mais de um mês, tendo como pró-reitora a professora Letícia Mamed.

“A intenção da Proafe é justamente considerar esse público como o centro da nossa política institucional, que estamos organizando, consolidando e ampliando na Ufac”, disse Letícia. “Queremos garantir que esses estudantes não apenas ingressem na universidade, mas tenham uma trajetória de qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão até a sua diplomação.”

Professora da rede estadual e mestranda de Matemática da Ufac, Sthefhanie Vidal tem deficiência visual. “Quando você vai a um show sem acessibilidade, você só ouve a multidão e o cantor. Mas quando há audiodescrição e você compreende as expressões faciais, o figurino e a movimentação no palco, você se sente parte real do evento”, pontuou. “Ver o NAI e a Proafe incentivando a cultura acessível é extremamente satisfatório e nos motiva a colaborar para que essa inclusão seja efetiva.”

Assistente social da Ufac, Carla Peres enfatizou o caráter reflexivo da programação. “Este é um momento único e significativo para compreendermos a diversidade que atravessa a nossa universidade. O espaço acadêmico é um aprendizado diário entre diferentes sujeitos e culturas.” Ela agradeceu o trabalho dos intérpretes de língua brasileira de sinais e a parceria com o projeto “Mão em Cenas”, que contribuiu com exposições e apresentações teatrais sobre a expressividade e a identidade dos corpos.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

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Curso de Música divulga chamada para Jornada Acadêmica — Universidade Federal do Acre

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X JORNADA ACADÊMICA DE MÚSICA DA UFAC

A Música como Realidade no Currículo Escolar: Mudanças de Paradigma e Práticas Integrativas no Desenvolvimento Humano

Período do evento: 09 a 15 de outubro de 2026

Período para submissão: 01 a 30 de setembro de 2026

Chamada de trabalhos



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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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