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França entrega primeira base no Chade durante retirada da ex-colônia | Notícias militares
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O Chade encerrou no mês passado a cooperação militar com a sua antiga potência colonial e as tropas francesas começaram a deixar o país na semana passada.
A França entregou a sua primeira base militar como parte da retirada das suas forças militares do Chade, dizem os militares franceses e chadianos.
O chefe do Estado-Maior militar do Chade disse na quinta-feira que a base de Faya-Largeau, no norte do país, foi entregue e que o exército informaria o público sobre o progresso relativo à retirada das forças francesas das bases na cidade de Abeche, no leste, e na capital. , N’Djamena.
Os militares do Chade disseram que as tropas francesas partiram em veículos para N’Djamena, 780 quilómetros (480 milhas) a sul, sem fornecer um número preciso. O exército francês tinha cerca de 1.000 militares no país.
“A transferência ocorreu de acordo com o calendário e as condições acordadas com o Chade”, disse separadamente o chefe do Estado-Maior militar francês.
Chade no mês passado terminou a cooperação militar com o seu antigo poder colonial, e as tropas francesas começaram a deixar o país na sexta-feira, 10 dias após a partida dos aviões de guerra franceses.
A mudança ocorreu no momento em que o Chade se prepara para realizar eleições parlamentares e locais no domingo.
Os militares do Chade disseram que um Antonov 124 decolou na quinta-feira com 70 toneladas de carga a bordo como parte da retirada.
As autoridades francesas disseram que os veículos militares partiriam em Janeiro e seriam repatriados através do porto camaronês de Douala.
O Chade foi um elo fundamental na presença militar da França em África e o seu último ponto de apoio na região mais ampla do Sahel após a retirada das tropas francesas do Mali, Burkina Faso e Níger, na sequência de uma série de golpes militares.
As autoridades militares do Mali, do Burkina Faso e do Níger centraram-se na Rússia nos últimos anos.
O Chade, sem litoral, faz fronteira com a República Centro-Africana, o Sudão, a Líbia e o Níger, todos os quais acolhem forças paramilitares do Corpo Africano da Rússia, que assumiu as operações do Grupo Mercenário Wagner no continente.
O líder do Chade, General Mahamat Idriss Deby Itno, também procurou estreitar laços com Moscovo nos últimos meses, mas as conversações para reforçar a cooperação económica ainda não produziram resultados concretos.
Soldados e aviões de combate franceses têm estado estacionados no Chade quase continuamente desde a independência do país em 1960. Eles ajudaram a treinar os militares chadianos.
Os aviões forneceram apoio aéreo que se revelou crucial em diversas ocasiões para impedir que os rebeldes se movimentassem para tomar o poder.
A eleição de Deby em maio pôs fim a uma transição política de três anos desencadeada pela morte do seu pai nos combates contra os rebeldes em 2021.
O governante de longa data, Idriss Deby Itno, recebeu apoio do exército francês para reprimir as ofensivas rebeldes em 2008 e 2019.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.
O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.
A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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