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França quer focar tributação dos ricos para ajuste fiscal – 16/01/2025 – Mercado
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James Regan
O novo governo francês planeja limitar o imposto temporário sobre empresas a um ano e, em vez disso, focar na tributação dos ricos enquanto busca maneiras de reduzir o déficit, de acordo com a Ministra do Orçamento da França, Amelie de Montchalin.
A administração anterior de curta duração sob o comando do primeiro-ministro Michel Barnier havia proposto uma medida excepcional sobre cerca de 440 empresas lucrativas com receita anual superior a 1 bilhão de euros (US$ 1 bilhão) que geraria 8 bilhões de euros neste ano e 4 bilhões de euros em 2026.
“Nós só vamos incluí-la por um ano”, disse Montchalin em uma entrevista publicada na edição desta quinta-feira (16) do jornal Le Figaro. “Meu guia é não aumentar os impostos existentes e não criar novos.”
Ela disse que o governo vai, em vez disso, focar em garantir que os ricos paguem todos os impostos que devem, acrescentando que planeja introduzir uma medida para reprimir a “otimização” fiscal.
“Estará no orçamento para 2026, no mais tardar, mas se pudermos implementá-la antes disso, o faremos”, disse Montchalin. “Isso pode ser através de um projeto de lei dedicado.”
Montchalin disse na quarta-feira (15) que o governo do primeiro-ministro Francois Bayrou está visando uma redução de 32 bilhões de euros nas despesas do estado e mais 21 bilhões de euros de receita no orçamento deste ano, enquanto tenta reduzir o déficit para 5,4% do PIB, ante 6,1% em 2024.
A ministra disse ao Le Figaro que a diferença deve diminuir em 0,8 pontos por ano para ficar abaixo do nível de 3% estabelecido pelas regras fiscais da União Europeia em 2029, conforme planejado.
“Teremos que fazer o esforço orçamentário que estamos fazendo este ano novamente no próximo ano”, acrescentou, sem dar detalhes.
Bayrou enfrentou uma moção de desconfiança na tarde desta quinta-feira na câmara baixa do parlamento da França.
Essa votação, apresentada pela esquerda, tinha poucas chances de passar, já que o vice-presidente do Rassemblement National (RN), Sebastien Chenu, disse que os legisladores de direita não apoiariam a esquerda na moção.
Mas provavelmente haverá mais dessas votações nas próximas semanas e meses, enquanto Bayrou tenta aprovar o projeto de lei orçamentária em um parlamento conturbado.
Seu antecessor, Barnier, foi destituído em dezembro após apenas três meses no cargo, depois que a esquerda e a direita se uniram para derrubar seu governo após invocar artigo para aprovar orçamento sem aval da Câmara.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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