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Furacão Milton: Arrume o que fazer, Biden diz a Trump – 10/10/2024 – Mundo

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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, voltou a criticar seu antecessor na Casa Branca, Donald Trump, ao se pronunciar sobre a passagem do furacão Milton pela Flórida na Casa Branca nesta quinta-feira (10).

A crítica se deu quando um jornalista questionou se o presidente havia conversado diretamente com Trump para pedir que parasse de espalhar desinformação acerca do ciclone.

“Está brincando?”, retrucou Biden antes de olhar para a câmera e acrescentar: “Senhor presidente Trump, ex-presidente Trump… arranje o que fazer, ajude essas pessoas”.

Na mesma ocasião, Biden afirmou que lidar com os danos provocados pelo furacão Milton demandará esforço —e não será pouco. “A reconstrução será um processo longo. Exigirá vários bilhões de dólares”, afirmou a jornalistas na Casa Branca.

O Milton tocou o solo do estado da Flórida na noite de quarta (9) como categoria 3. Depois, caiu para a classificação 1 durante a madrugada.

Apesar de não ter causado o nível catastrófico de danos que alguns esperavam, o furacão —cuja passagem ocorre menos de duas semanas depois de outro ciclone, Helene, atingir o estado— ainda assim provocou muitos danos.

Ao menos dez pessoas morreram, sendo pelo menos quatro delas em uma casa de repousos no condado de St. Lucie. Cidades têm sofrido com enchentes, e ao menos 3,4 milhões de pontos estão sem luz.

O fenômeno chegou à costa por volta das 20h40 no horário local (21h40 de Brasília), quando tinha ventos de até 195 km/h. Entrou em terra pela pequena Siesta Key, a cerca de 180 km a sudoeste da turística Orlando. O ponto de toque no solo foi mais ao sul do que o inicialmente previsto e mais distante do centro urbano de Tampa, cuja região abriga 3,3 milhões de pessoas.

Considerado “extremamente perigoso”, o Milton já tinha provocado danos antes de chegar à terra firme. Ao longo desta quarta, a Flórida foi atingida por ao menos 19 tornados, fenômenos que ocorreram devido à mudança do clima e da aproximação do furacão, segundo especialistas.

Na madrugada, os ventos destruíram o telhado do Tropicana Field, o estádio do time de beisebol Tampa Bay Rays. O local foi adaptado para socorristas atenderem a potenciais vítimas, com camas de emergência espalhadas pelo gramado.

A previsão é de que o Milton leve à região de 127 a 250 milímetros de chuva, o que pode superar a média para todo o mês no local. Segundo o NHC (Centro Nacional de Furacões, na sigla em inglês), o nível da água em alguns locais pode ultrapassar os quatro metros.

O Milton foi rebaixado para a categoria 3, em uma escala que vai até 5, na tarde de quarta, antes de chegar à Flórida. À noite, depois de tocar o solo, foi rebaixado de novo para a categoria 2 e, em seguida, para a 1. O enfraquecimento, contudo, era esperado e não mudou o prognóstico de risco dos especialistas.



Leia Mais: Folha

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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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