POLÍTICA
Fusão com Podemos será renascimento para o PSDB, d…
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10 meses atrásem
Pedro Pupulim
Prefeito de Santo André (SP) e presidente do PSDB em São Paulo, Paulo Serra afirmou nesta terça-feira que o processo de fusão do partido ao Podemos significa o “renascimento” dos tucanos.
“Foi um passo importantíssimo nesse momento histórico que o partido está vivendo. Aqueles que apostaram no fim do PSDB estão, agora, testemunhando o recomeço, o renascimento, de um movimento partidário importante para o Brasil e que vai trazer, não tenho dúvida, uma alternativa longe dos extremos, para os estados e para o país”, disse Serra.
Há poucas horas, a cúpula do PSDB aprovou, por unanimidade, a convocação de uma convenção do partido que deverá alterar seu estatuto para viabilizar a incorporação ao Podemos. A expectativa é que o evento aconteça no dia 5 de junho.
A decisão dos tucanos foi recebida com entusiasmo pela presidente nacional do Podemos, Renata Abreu. “Essa sinalização fortalece o caminho que já vínhamos construindo, pautado pelo diálogo, respeito mútuo e pela busca de uma alternativa sólida para o Brasil”, afirmou a deputada.
Apelo a Eduardo Leite
Durante a reunião que marcou a aprovação unânime do PSDB pela fusão com o Podemos, diversos líderes tucanos fizeram um “apelo” a Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, para que ele lidere um projeto nacional da nova sigla.
Caso a fusão se concretize, Leite, que é o atual governador do Rio Grande do Sul, é o maior cotado pelas duas legendas para se lançar como uma alternativa, nas eleições nacionais de 2026, ao eleitor que rejeita escolher entre candidatos petistas e bolsonaristas.
Na última terça-feira, Leite compareceu a um jantar com o presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo. Na ocasião, Perillo deu a ele garantias de total apoio à candidatura presidencial. No dia seguinte, o governador do Rio Grande do Sul se encontrou também com Renata Abreu, quando a estratégia foi novamente discutida.
A candidatura de Leite ao Planalto em 2026 poderá, no entanto, encontrar o um forte obstáculo: o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Na manhã desta terça, o secretário de Governo e Relações Institucionais de São Paulo e presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, participou de um evento na Afresp, na capital paulista. Na ocasião, avaliou que, caso Tarcísio se lance à presidência, os partidos de centro-direita deverão se unir em uma candidatura única.
Sobre o tema, Paulo Serra disse à VEJA que existem muitas “condicionantes”, e que a candidatura de Tarcísio seria uma delas. Destacou, contudo, a necessidade de um “diálogo franco” entre as lideranças envolvidas na negociação.
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POLÍTICA
A articulação para mudar quem define o teto de jur…
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9 meses atrásem
5 de maio de 2025Nicholas Shores
O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN).
A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica.
Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.
A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira.
Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.
Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios.
Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.
A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.
Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.
Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.
Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.
Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.
Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.
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