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Fusão Honda-Nissan: desafios e oportunidades – 24/12/2024 – Mercado
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Neal E. Boudette
As montadoras japonesas Honda e Nissan estão discutindo uma possível fusão, na tentativa de compartilhar custos e ajudar a competir em uma indústria em rápida mudança e cada vez mais competitiva.
Mas uma fusão, mesmo entre duas empresas do mesmo país, não é garantia de sucesso, e a história dos acordos automotivos está repleta de falhas e decepções.
Combinar duas grandes operações de manufatura globais é uma tarefa incrivelmente difícil que envolve reconciliar diferentes tecnologias, modelos e abordagens de negócios. O sucesso de uma fusão depende de conseguir que gerentes e engenheiros ambiciosos, que passaram décadas competindo entre si, cooperem. Equipes e projetos precisam ser descartados ou alterados, e executivos devem ceder poder a outros. Em alguns casos, as empresas em fusão são prejudicadas por líderes eleitos que as obrigam a manter fábricas deficitárias em operação.
Thomas Stallkamp, um consultor automotivo baseado em Michigan, esteve envolvido nas dificuldades de uma das maiores fusões automotivas: a fusão de 1998 da Chrysler com a empresa alemã Daimler. Stallkamp passou anos em cargos seniores na Chrysler e DaimlerChrysler.
“As montadoras são grandes, complicadas organizações, com grandes equipes de engenharia, fábricas de manufatura em todo o mundo, centenas de milhares de funcionários, em um negócio intensivo em capital”, disse Stallkamp. “Você tenta juntar duas delas e enfrenta muitos egos e disputas internas, então é muito, muito difícil fazer funcionar.”
Folha Mercado
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A Honda e a Nissan anunciaram planos este ano para trabalhar juntas em veículos elétricos e, na segunda-feira (23), começaram formalmente a discutir a extensão dessa cooperação para uma fusão que também poderia incluir a Mitsubishi Motors, uma fabricante menor que trabalha de perto com a Nissan. Uma união reuniria as segunda e terceira maiores montadoras do Japão, depois da Toyota, e criaria uma empresa que seria a terceira maior do mundo em número de carros produzidos, depois da Toyota e Volkswagen.
As discussões sobre fusão foram motivadas pelas dificuldades que as empresas enfrentam em todo o mundo.
O principal desses problemas é que as vendas despencaram na China, o maior mercado automotivo do mundo. Os compradores de carros chineses estão se movendo muito mais rapidamente para carros e caminhões elétricos e híbridos plug-in do que a maioria dos especialistas da indústria esperava. A Honda e a Nissan oferecem poucos desses modelos, que agora representam mais da metade de todos os carros vendidos na China. As empresas que estão se saindo melhor na transição dos carros a gasolina são fabricantes domésticos como BYD e SAIC, além da Tesla.
No mês passado, a Honda disse que esperava que o lucro líquido para o ano fiscal que termina em março caísse 14% e reduziu sua previsão de vendas globais de veículos para 3,8 milhões, de 3,9 milhões, em grande parte devido às suas dificuldades na China, que antes representava cerca de um terço de suas vendas.
A Nissan tem problemas mais significativos do que a Honda e, nos últimos anos, passou por uma turbulência gerencial. Nos Estados Unidos, um mercado crítico onde a Nissan costumava obter lucros significativos, a participação de mercado da empresa caiu drasticamente enquanto luta para vender carros e caminhões que não receberam atualizações significativas nos últimos anos. No período de abril a setembro, o lucro operacional da Nissan despencou 90%, e a montadora recentemente disse que pretendia demitir 9.000 funcionários em todo o mundo e cortar a produção global em cerca de 20%.
Uma fusão poderia ajudar a Honda e a Nissan a desenvolver carros elétricos mais rapidamente e a um custo menor —em teoria. Mas outras empresas têm lutado para alcançar tais ganhos na prática, muitas vezes porque as prioridades das empresas que trabalham juntas frequentemente mudam e divergem. A Ford Motor e a Volkswagen se uniram há alguns anos para trabalhar em VEs e tecnologia de direção autônoma. Mas as empresas fecharam seu negócio de carros autônomos e colheram poucos benefícios da colaboração em VEs.
A Honda teve uma parceria com a General Motors e atualmente vende dois SUVs elétricos —o Honda Prologue e o Acura ZDX— que são fabricados pela GM. Mas as empresas decidiram não estender a parceria além desses dois modelos, e a GM agora está explorando maneiras de trabalhar com a Hyundai, uma montadora sul-coreana.
Ainda assim, analistas disseram que uma fusão entre a Honda e a Nissan poderia ajudar ambas as empresas. Nos Estados Unidos, as duas empresas têm linhas de produtos semelhantes focadas em carros e SUVs de pequeno e médio porte, como o Sentra, Altima e Rogue da Nissan e o Civic, Accord e CRV da Honda.
Sam Fiorani, vice-presidente da Auto Forecast Solutions, uma empresa de pesquisa, disse que a Nissan tem a tecnologia para construir caminhonetes de grande porte compradas por muitos americanos, algo que a Honda não possui. “Isso é algo que poderia ser valioso para a Honda no futuro”, disse ele.
No lado da produção, a Nissan tem duas fábricas de montagem de veículos nos Estados Unidos e a Honda tem quatro. Cada uma também possui fábricas de motores e transmissões e centros de engenharia.
Em teoria, elas poderiam colher economias combinando suas operações, fechando algumas fábricas e locais e eliminando empregos. Mas é aí que as dificuldades provavelmente surgirão.
“Isso significa que um dos dois parceiros de fusão vai desmantelar sua organização de desenvolvimento ou descartar seu programa de motores, e é aí que você sempre encontra forte resistência”, disse Stallkamp. “Quando chega a hora, nenhum dos lados quer sofrer o impacto.”
Em muitos casos, as medidas de redução de tamanho enfrentam oposição política porque os governos pressionam as empresas a preservar empregos. A Stellantis foi formada em uma fusão de 2021 da Peugeot da França e da Fiat Chrysler, e os governos francês e italiano lutaram para impedir que a empresa combinada fechasse fábricas.
Após algum sucesso inicial, a Stellantis este ano sofreu uma queda nas vendas de veículos e uma queda no lucro. O CEO que ajudou a conduzir a fusão, Carlos Tavares, renunciou este mês. A empresa, agora administrada por um comitê do conselho, está procurando um novo executivo principal e descartando partes da estratégia que implementou após a fusão.
Por mais de duas décadas, a Nissan foi o parceiro júnior em uma aliança com a Renault. A parceria salvou a Nissan do colapso e ajudou-a a se tornar lucrativa, mas nenhuma das empresas viu o tipo de sucesso a longo prazo que havia sido imaginado por Carlos Ghosn, que liderou a aliança e serviu como CEO de ambas as empresas.
Eventualmente, os executivos da Nissan se irritaram por serem efetivamente controlados pela Renault. Em 2018, Ghosn foi preso e encarcerado no Japão sob acusações de irregularidades financeiras. Ele fugiu para o Líbano antes de um julgamento. A Renault ainda possui uma participação significativa na Nissan, mas as duas não trabalham tão de perto quanto costumavam.
A DaimlerChrysler enfrentou poucas batalhas sobre o fechamento de fábricas, mas lutou para fundir uma fabricante de carros de luxo com uma montadora que fazia modelos mais acessíveis. A empresa combinada tinha uma estrutura de gestão instável que incluía dois executivos compartilhando o poder no topo, e com vastas diferenças culturais entre suas operações alemãs e americanas. Os dois lados se separaram em 2007, após nove anos.
“Foi uma batalha constante de egos de ambos os lados”, disse Stallkamp.
Outras parcerias que se mostraram decepcionantes incluem a aquisição da Rover britânica pela BMW na década de 1990. A Ford possuía total ou parcialmente a Jaguar Land Rover, Mazda e Volvo, mas vendeu esses ativos durante e após a crise financeira de 2008.
Algumas fusões automotivas parecem ter correspondido às expectativas. A Fiat Chrysler —formada quando a Fiat, uma montadora italiana, assumiu a Chrysler enquanto a empresa americana emergia da falência— é um exemplo de uma fusão que pareceu florescer. Sob seu CEO, Sergio Marchionne, a parte Chrysler do negócio, que também incluía as marcas Dodge, Jeep e Ram, se recuperou e se tornou a metade mais lucrativa da empresa combinada.
As montadoras sul-coreanas Hyundai e Kia, que estão em uma aliança desde 1998, são juntas uma das maiores montadoras do mundo e têm desfrutado de forte crescimento nos últimos anos. Elas compartilham recursos de desenvolvimento, engenharia e manufatura, mas têm operações de vendas e marketing separadas.
Marc Cannon, um consultor que foi executivo sênior na AutoNation, um grande varejista automotivo, disse que a Honda e a Nissan poderiam tentar emular a Hyundai e a Kia, mas expressou dúvidas sobre o quão bem as empresas japonesas se sairiam.
“A Honda ainda é uma grande marca com ótimos produtos. A marca da Nissan foi danificada com toda a turbulência que tiveram nos últimos anos, e sua qualidade não é ótima”, disse Cannon. “Então, isso não faz muito sentido para mim. Por que a Honda estaria interessada em assumir os problemas da Nissan?”
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Herbário da Ufac participa do 76º Congresso Nacional de Botânica — Universidade Federal do Acre
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22 de outubro de 2026A servidora Júlia Gomes da Silva, curadora do Herbário da Ufac, vinculado ao Parque Zoobotânico (PZ), representou a instituição no 76º Congresso Nacional de Botânica e 15º Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, eventos ocorridos de 11 a 16 de outubro, em Campo Grande. Ela participou de mesa-redonda com apresentação das coleções dos herbários da região Norte.
Na ocasião, os curadores discutiram avanços, desafios estruturais e o futuro das coleções científicas do país. Durante sua exposição, Júlia conduziu o público por uma linha do tempo que remonta a 22 de outubro de 1979, data da primeira coleta registrada no campus-sede da Ufac: uma ‘Vismia’ (gênero científico de planta) coletada por L. Coêlho. Em razão desse registro, o herbário da Ufac comemora 47 anos nesta quinta-feira, 22.
Júlia destacou perspectivas importantes para o cenário científico acreano. Entre os projetos de destaque estão investimentos viabilizados via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), incluindo a projeção de um novo prédio de cerca de 600 metros quadrados e a aquisição de armários compactadores modernos para garantir a preservação do acervo em longo prazo.
Também representaram a Ufac estudantes do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), e a professora Simone Reis. A universidade enviou 11 resumos, dos quais oito foram apresentados. O evento possibilitou a troca de experiência com botânicos do país e conversas sobre parcerias de trabalho, incluindo a realização de expedições para grupos de plantas pouco estudados no Acre.
Herbário
O Herbário da Ufac tem uma equipe técnica composta por Júlia Gomes da Silva, Izailene Saar e colaboradores, como a ex-curadora e atual vice-reitora Almecina Balbino, o técnico Davi Borges e estagiários. O acervo abriga preciosidades da flora amazônica e sul-americana, registrando a superação de gargalos históricos de digitalização e integrando atualmente plataformas globais de dados de biodiversidade, como o SpeciesLink e o Global Biodiversity Information Facility.
Entre os marcos recentes destacados está o avanço na informatização de milhares de registros e a aposta em inovações, como a participação na Rede de Herbários Espectrais da Amazônia, que utiliza a espectroscopia no infravermelho próximo (tecnologia NIR portátil) para otimizar a identificação de espécies diante da escassez de taxonomistas na região.
A informatização completa do acervo ainda está em processo e figura como um dos principais objetivos da equipe, que agradeceu à direção do PZ e à Ufac pelo apoio contínuo aos servidores e à coleção, além de exaltar o esforço coletivo dos bolsistas, voluntários e parceiros que documentam, protegem e estudam a flora e funga brasileira.
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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre
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21 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.
A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.
Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.
Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”
A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
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20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
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